NECAT UFSC
  • Antissemitismo e antissionismo

    Paulo Nogueira Batista Jr.

    “‘O povo israelense e seu exército converteram-se em rentistas do Holocausto.’ José Saramago

    Volto a um tema que tem dado panos para manga. Qual o ponto essencial do debate sobre antissemitismo e antissionismo no mundo? Talvez seja a confusão desonesta e perigosa que os sionistas – um poderoso lobby transnacional – tentam fazer entres os dois fenômenos. A confusão é grande e tem sido manipulada para perseguir e assediar juridicamente críticos do sionismo e de Israel. Abundam acusações falsas de antissemitismo, feitas com o propósito de blindar Israel e o sionismo contra críticas não só legítimas, como também necessárias. Saramago, para citar um exemplo ilustre, foi acusado de antissemitismo pela frase citada em epígrafe.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Capital e trabalho nos países nórdicos

    João dos Reis Silva Júnior

    “A Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia parecem resistir às intempéries da exaustão do capitalismo contemporâneo. Muito embora, tenham trabalhadores do precariado, guardam muito do Estado de bem-estar-social. As semelhanças residem nesta cultura das relações capital-Estado-trabalho.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • A trajetória recente da economia brasileira

    Henrique Morrone

    “A trajetória recente da economia brasileira tem sido amplamente interpretada à luz do conceito de financeirização. A crescente relevância das atividades financeiras, a expansão do crédito e o aumento do peso dos ativos imobiliários parecem oferecer uma explicação intuitiva para as transformações observadas desde o início dos anos 2000. No entanto, quando se observa a estrutura econômica no nível mesoeconômico – isto é, nas relações intersetoriais que organizam a produção – essa interpretação revela limites substantivos.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • O governo Lula e o neoliberalismo

    Luiz Filgueiras

    ““O projeto neoliberal prometeu prosperidade e entregou fome, desigualdade e insegurança. Provocou crise atrás de crise. Ainda sim, nós sucumbimos à ortodoxia. Temos sido os gerentes das mazelas do neoliberalismo. Governos de esquerda ganham as eleições com discurso de esquerda e praticam austeridade. Abrem mão de políticas públicas em nome da governabilidade. Nós nos tornamos o sistema. Por isso, não surpreende agora que o outro lado se apresente agora como antissistema. . . Não podemos nos eleger com um programa e implementar outro. Não podemos trair a confiança do povo, mesmo que boa parte da população não se veja como progressista. Ela quer o que nós propomos” (Luiz Inácio Lula da Silva).”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • O escândalo do Banco Master

    Luis Felipe Miguel

    “A esta altura do campeonato, não resta dúvida que o escândalo do Banco Master vai nos acompanhar até as eleições de outubro e será um de seus temas maiores. Serão meses de novas revelações, enquanto as múltiplas ramificações do caso vão emergindo. Ele se desenrola em duas dimensões, naturalmente interconectados – e ambas importantes, embora de formas diversas. A primeira dimensão diz respeito a como os diferentes agentes políticos reagem ao caso, tentando proteger a si (ou a seus aliados) e jogar a conta no colo dos adversários. Por agentes políticos eu me refiro não apenas a partidos e candidatos, mas também ao Judiciário, a altos funcionários dos três poderes, às igrejas e à imprensa. Os meses de novas revelações serão meses também de narrativas truncadas, de acusações seletivas, de esquecimentos marotos.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Os crimes ambientais

    João Pedro Stédile

    “Todos os dias a imprensa divulga os crimes ambientais que acontecem em todo Brasil, na América Latina e no mundo. Esses crimes colocam a vida humana e de milhares de seres vivos – animais, vegetais e bactérias, em risco, em todo planeta. Todos dias pessoas morrem, por seca, aquecimento global, poluição, enchentes e vendavais.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • John Maynard Keynes e os mistérios do dinheiro

    Luiz Gonzaga Belluzzo
    Manfred Back

    “Em um seminário realizado sobre o livro Teoria geral, do juro, do emprego e da renda na Universidade de Campinas, um dos escribas desse artigo teve contato com a grande economista inglesa Joan Robinson, professora em Cambridge.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Três ilhas para falar de economia

    Tiago Camarinha Lopes

    “Falar de economia é educar politicamente. Mesmo que a decadência e barbárie do capitalismo na era pós-neoliberal seja explícita e os economistas comprados pelo Norte global ainda continuem cegos para a urgente necessidade de uma alternativa, o campo da ciência econômica, ou melhor, economia política, já reconhece que o mundo mudou.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Produção industrial catarinense avança 1% em fevereiro de 2026

    Gabriel Schwalbe Hoffmann

    “A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal “PIM Regional” é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso da região Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Varejo de Santa Catarina cresceu 2,2% em fevereiro de 2026

    Rafael Nicolo Serra Ferreira

    “A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constitui um dos principais instrumentos para acompanhar a dinâmica conjuntural do comércio varejista no Brasil. O levantamento mensura a receita bruta de revenda em empresas formalmente registradas, com 20 ou mais empregados, cuja atividade principal está vinculada ao comércio. De caráter contínuo e com abrangência nacional, a pesquisa cobre as 27 Unidades da Federação, gerando indicadores mensais de volume de vendas e receita nominal, atualizados em séries históricas, atualmente tendo 2022 como ano-base. Além do varejo restrito, a PMC contempla ainda o varejo ampliado, que incorpora atividades como a comercialização de veículos, motocicletas, peças e materiais de construção.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Setor de serviços de Santa Catarina cresceu 0,7% fevereiro/26

    Kauê Soares Alexandre

    “Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) acompanha o comportamento conjuntural do setor de serviços no país e nas 27 Unidades Federativas (UFs) ao pesquisar a receita bruta de serviços em empresas juridicamente constituídas, cujo número de pessoas ocupadas que desempenham como atividade principal um serviço não-financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação, seja igual ou superior a 20. Em 15 de março foi divulgada a quadragésima edição da pesquisa posterior ao início da alteração metodológica de janeiro de 2023, relativa ao mês de fevereiro de 20261 .”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Setor de serviços impulsionou o saldo dos empregos formais em fevereiro de 2026

    João Marcelo Sovinski
    Renan Angst Marcomini

    “Os dados do Novo Caged de fevereiro/2026 mostraram que o saldo de vagas no mercado de trabalho formal do país teve uma variação positiva no mês de 0,5% com a abertura de 255,3 mil postos formais de trabalho. Já em SC foi registrado um saldo de 19 mil com uma variação de 0,8%. Entretanto, ao analisar os dados sem o efeito da sazonalidade, percebe-se uma brusca inversão nas variações, favorecendo a geração de empregos nacional, em relação ao estado. O estoque mensal de empregos formais apresentou, em fevereiro, 48,8 milhões de vínculos ativos no Brasil e 2,7 milhões de vagas formais em Santa Catarina.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Informativo NECAT – 50ª edição: Abril de 2026

    Foi publicada a edição de número 50 do informativo NECAT.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Informativo NECAT – Edições.


  • Santa Catarina foi o estado com maior saldo de empregos formais em janeiro/26

    João Marcelo Sovinski
    Renan Angst Marcomini

    “Os dados do Novo Caged de janeiro/2026 mostraram que o saldo de vagas no mercado formal de trabalho do país teve uma variação positiva de 0,2% com a abertura de 112,3 mil postos formais de trabalho. Já em SC o estoque de emprego foi mais afetado em relação à dezembro, tendo uma variação de 0,7%, ou seja, um saldo de 19 mil em termos absolutos. Ao analisar os dados sem o efeito da sazonalidade, entretanto, percebemos uma brusca inversão nas variações, favorecendo a geração de empregos nacional em relação ao estado catarinense.”

    Confira a análise completa clicando aqui.


  • Potenciais impactos socioeconômicos do fim da escala 6×1 em Santa Catarina

    Mauricio Mulinari
    Vicente Loeblein Heinen

    “A disputa pelo fim da escala de trabalho 6×1 – seis dias de trabalho, para apenas um de descanso – explicita o conflito de classes no Brasil, escancarando a oposição estrutural entre capital e trabalho. Conforme a classe trabalhadora se organiza em torno desta pauta e ganha consciência sobre a sua importância, a burguesia intensifica sua contraofensiva, usando antigos e novos métodos de combate ideológico.”

    Confira a análise completa clicando aqui.