A nova realidade rural e agrária do País

26/11/2019 16:53

Depois de exatamente 10 anos (Censo Agropecuário de 2006 publicado em 2009) foram divulgados recentemente os resultados do Censo Agropecuário realizado em 2017. Com isso, é possível se conhecer a nova realidade do país em termos da produção agropecuária e da estrutura agrária. O censo acabou de comprovar uma tendência já em curso há muitos anos em relação à expansão da fronteira agropecuária para a Amazônia. Esses aspectos e um conjunto de outras informações sobre o Brasil e, em particular, sobre Santa Catarina, serão disponibilizadas e discutidas durante o 17º Seminário NECAT, que contará com a presença do Gerente Técnico do Censo Agropecuário do IBGE Nacional, senhor Antônio Carlos Simões Florido.

Sobre o palestrante:
Antônio Carlos Simões Florido – Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Gerente Técnico do Censo Agropecuário 2017.

O evento ofertará emissão de certificados de participação mas para tanto deverá ser feito a inscrição nas palestras.

Locais e horários:
♦ Às 14h 30min no Auditório da EPAGRI: Resultados do Censo Agropecuário 2017 sobre Santa Catarina
Link para inscrição: http://inscricoes.ufsc.br/17-seminario-sc

♦ Às 18h 30min no Miniauditório de Economia: Resultados do Censo Agropecuário 2017 sobre o Brasil
Link para inscrição: http://inscricoes.ufsc.br/17-seminario-br

NECAT analisa a importância da UFSC na sociedade

23/09/2019 15:54

Diante do clima de mobilizações estudantis, o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (NECAT/UFSC) foi convidado a elaborar um estudo sobre os impactos sociais e econômicos da Universidade Federal de Santa Catarina na sociedade.

O objetivo do Texto de Discussão Nº 32 é apresentar à comunidade tudo que a UFSC proporciona, os serviços, a extensão, a geração de emprego e o papel cidadão ao longo dos anos.

A leitura do texto pode ser feita clicando aqui, ou acessando a aba de Textos de Discussão onde estão disponíveis outros textos do NECAT.

Quais são os municípios de Santa Catarina com o melhor IDHMR?

21/08/2019 15:21

Além do IDHM abordado anteriormente existe outros três dimensões apresentadas do desenvolvimento humano municipal, sendo elas: Educação, longevidade e renda; esta último será objeto de estudo nesta postagem.

O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil define que o IDHMR como “a renda per capita da população, ou seja, a renda média mensal dos indivíduos residentes em determinado lugar”, o valor é expresso em reais e tem como base o dia 1º de agosto de 2010, os valores dos rendimentos apurados a partir do Censo Demográfico de 1991 e 2000, em cruzeiros de 1º de setembro de 1991 e em reais de 1º de agosto de 2000, foram convertidos em reais constantes de 1º de agosto de 2010 e deflacionado pelo Índice Nacional de Preços do Consumidor (INPC) do IBGE. A forma de obtenção dos dados é através do questionário de amostra do Censo Demográfico e é “corresponde à razão entre o somatório de todos os rendimentos de todos os indivíduos residentes no lugar de referência, recebidos no mês anterior à data do Censo, e o número total desses indivíduos.”.

Este indicador, assim como o IDHM, também mensurado de 0 a 1 e é utilizado para medir a capacidade média de aquisição de bens e serviços por indivíduos de uma determinada localidade, no caso desta postagem seria dos municípios de Santa Catarina. É importante frisar que uma das fragilidades do índice é que mesmo que tenha valores altos não garante que tenha uma igualdade entre as pessoas, pois são os valores do rendimento dividido pelo total da população.

O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil publicou em seu site os valores e o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense organizou de forma que é possível ranquear os dez maiores e os cinco menores valores do índice, sendo estes:

1991

Florianópolis 0,763
Balneário Camboriú 0,738
Blumenau 0,726
Joaçaba 0,714
Jaraguá do Sul 0,711
São José 0,694
Brusque 0,693
Joinville 0,692
Xavantina 0,691
Turvo 0,682
Jupiá 0,443
Bandeirante 0,440
São Bernardino 0,434
Santa Terezinha do Progresso 0,427
Tigrinhos 0,418

2000

Balneário Camboriú 0,848
Florianópolis 0,828
Itapema 0,771
Blumenau 0,761
Lacerdópolis 0,760
Joaçaba 0,757
São Martinho 0,751
Braço do Norte 0,751
São Carlos 0,749
São José 0,748
Bela Vista do Toldo 0,541
Tigrinhos 0,537
Cerro Negro 0,528
Calmon 0,514
Entre Rios 0,490

2010

Florianópolis 0,870
Balneário Camboriú 0,854
Rio Fortuna 0,848
Treze Tílias 0,838
Joaçaba 0,823
Presidente Castello Branco 0,813
Blumenau 0,812
Timbó 0,807
Seara 0,804
São José 0,799
Lebon Régis 0,632
Matos Costa 0,630
Bela Vista do Toldo 0,624
São José do Cerrito 0,618
Calmon 0,618

Para acessar tabelas completas, o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense disponibiliza através do link

Para mais informações e publicações, acesse: www.necat.ufsc.br

IDHM de Santa Catarina: Quais são os municípios de Santa Catarina com o melhor IDH?

14/08/2019 16:40

Quais são os municípios de Santa Catarina com o melhor IDH?

O IDH é um índice criado pelos pesquisadores Mahbub Ul Haq e Amartya Sem e permite ao pesquisador que analise a situação da localidade através de um indicador mais robusto, não analisando somente pela renda dos trabalhadores mas também pela saúde e educação, como a própria PNUD, Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, afirma em em seu site quanto à elaboração do índice: “A renda é importante, mas como um dos meios do desenvolvimento e não como seu fim. É uma mudança de perspectiva: com o desenvolvimento humano, o foco é transferido do crescimento econômico, ou da renda, para o ser humano.”

Assim, o IDH é amplamente utilizado a fim comparativo entre Países, Estados e Cidades, variando sempre de 0 a 1, sendo 0 uma situação de baixo desenvolvimento e próximo a 1 uma situação de muito alto desenvolvimento humano.

Os dados do IDH, seja de maneira agregada ou quanto à longevidade (IDHM Longevidade), educação (IDHM Educação) ou renda (IDHM Renda), estão disponibilizados através do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, os dados extraídos estão disponíveis e elaborados em tabelas de acesso livre que podem ser obtidas através do site do NECAT, basta entrar no item “Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – PNUD” na aba de “Informações Sociais”, alocada na seção de “Estatística de Santa Catarina”.

Quanto à pergunta inicial, os municípios de Santa Catarina mantêm uma constância nas primeiras colocações do melhor IDHM do Estado, nos três períodos de análise (1991, 2000 e 2010) as primeiras colocações estão entre Florianópolis, Balneário Camboriú e Joaçaba.

IDH 1991

Em 1991, a classificação dos melhores IDH é: Florianópolis (0,681); Joaçaba (0,635); Balneário Camboriú (0,630); São José (0,626); Blumenau (0,611); Jaraguá do Sul (0,602); Tubarão (0,602); Brusque (0,591); Itajaí (0,588); Joinville (0,585). Já os piores foram: Bela Vista do Toldo (0,316); Ouro Verde (0,315); Saltinho (0,313); Tigrinhos (0,308); Vargem (0,288). No mesmo ano, o IDH de Santa Catarina foi 0,543 e do Brasil foi 0,493.

IDH 2000

Em 2001, a classificação dos melhores IDH é: Balneário Camboriú (0,777); Florianópolis (0,766); Joaçaba (0,741); Jaraguá do Sul (0,740); Blumenau (0,727); Tubarão (0,721); Brusque (0,720); São José (0,718); Schroeder (0,712); Joinville (0,711). Os piores foram: Entre Rios (0,487); Brunópolis (0,481); Cerro Negro (0,475); Timbó Grande (0,453); Calmon (0,427). O IDH catarinense foi 0,674 e o brasileiro 0,612.

IDH 2010 

Em 2010, a classificação dos melhores IDH é: Florianópolis (0,847); Balneário Camboriú (0,845); Joaçaba (0,827); Joinville (0,809); São José (0,809); Blumenau (0,806); Rio Fortuna (0,806); Jaraguá do Sul (0,803); Rio do Sul (0,802); São Miguel do Oeste (0,801). Os piores IDHM do Estado são: Campo Belo do Sul (0,641); São José do Cerrito (0,636); Vargem (0,629); Calmon (0,622); Cerro Negro (0,621). No mesmo ano, o IDH de Santa Catarina foi 0,774 e o do Brasil foi 0,727.

Para acessar estatísticas referentes ao dados do IDHM, o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense disponibiliza tabelas, é possível acessar através do link.

 

 

Encontro com Milton Santos: O mundo global visto do lado de cá

10/06/2019 14:15

Milton Santos foi um geógrafo brasileiro nascido em 24 de junho de 1926 na cidade de Brotas de Macaúbas, Bahia. Ele é considerado por muitos como o maior pensador da história da Geografia no Brasil, nas inúmeras produções dele foram recorrentes estudos com as temáticas da epistemologia da Geografia, a globalização e espaço urbano. Milton conquistou muitos prêmios em decorrências das suas relevantes produções, sendo a principal premiação dele em 1994, na ocasião ganhou o Prêmio Vautrin Lud, o Nobel de Geografia, ele foi o único brasileiro a conquistar esse prêmio e o primeiro geógrafo fora do mundo Anglo-Saxão a realizar tal feito. O geografo veio a falecer em 2001, aos 75 anos de idade.

A família do geógrafo Milton Santos reuniu toda a herança intelectual no seu site, onde tudo está classificado em biografias, livros, artigos, pesquisas e materiais audiovisual.

Também foi disponibilizado o documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler protagonizado por Milton Nascimento através de uma entrevista gravada quatro meses antes de sua morte, o documentário discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes), Milton Santos não era contra a globalização e sim contra o modelo de globalização vigente no mundo, o que ele chamava “globalitarismo”. Analisando as contradições e os paradoxos deste modelo econômico e cultural, Milton enxergou a possibilidade de construção de uma outra realidade, que ele considerava “mais justa e mais humana”.

Confira abaixo o vídeo.

NECAT participa do XIII Encontro de Economia Catarinense

13/05/2019 14:45

O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense marcou presença no XIII Encontro de Economia Catarinense, realizado nos dias 9 e 10 de maio na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma.

O membro do Núcleo Vicente Loeblein Heinen e o Professor Lauro Mattei, Coordenador Geral no núcleo, apresentaram o trabalho intitulado “COMPORTAMENTO DO MERCADO FORMAL DE TRABALHO NO ESTADO DE SANTA CATARINA ENTRE 2001 E 2017“, Os dois pesquisadores, com a ajuda de Mateus Victor Fronza, também membro do NECAT, escreveram em conjunto o artigo “EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS VÍNCULOS FORMAIS DE TRABALHO NAS MESORREGIÕES DE SANTA CATARINA ENTRE 2001 E 2017“.

O professor foi responsável pelos comentários na mesa referente ao Mercado de Trabalho e o pesquisador Vicente Heinen apresentou um terceiro artigo, denominado de “MICRORREGIÃO DE TUBARÃO: CENÁRIO E TENDÊNCIAS ECONÔMICAS RECENTES“, este de produção própria e elaborada a partir de um trabalho proposto na disciplina de Economia Catarinense, ministrada por Lauro Mattei.

Ao longo de todo o evento, os membros do Núcleo distribuiram folders e puderam conversar com a comunidade acadêmica sobre as atividades realizadas pelo Núcleo. Ao fim, o NECAT foi convidado a explanar sobre a próxima Revista NECAT, a edição número 15, que abordará sobre a Reforma da Previdência.

Segue abaixo algumas fotos do evento, para acessar mais fotos clique aqui.

UFSC Explica – Previdência Social

16/04/2019 16:33

O Professor Lauro Mattei, coordenador do NECAT, foi convidado pela UFSC para explanar sobre a Reforma da Previdência, assunto que foi o tema do 16º Seminário NECAT.

No vídeo, o professor dá um panorama histórico da seguridade social, explica como ela é composta, as formas de financiamento e as suas imperfeições ao longo dos anos.

Confira o vídeo abaixo:

Desemprego volta a crescer em Santa Catarina

22/02/2019 15:52

Foram divulgados hoje (22) os dados da Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE, para o último trimestre de 2018. A PNAD Contínua oferece os parâmetros oficiais para as medidas de emprego e desemprego no Brasil, apresentando também medidas para cada uma das Unidades Federativas do país.

A nível nacional, os dados indicam uma leve retração na taxa de desocupação, que era de 11,8% no 4º trimestre de 2017, e passou para 11,6% no mesmo trimestre de 2018. Com relação ao 3º trimestre de 2018, essa taxa caiu 0,3% no Brasil.

Já para Santa Catarina, a PNAD Contínua indicou um novo crescimento no desemprego, tanto em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, quanto com o trimestre imediatamente anterior. Ao fim de 2017, a taxa de desocupação no estado figurava nos 6,3%, mas subiu para 6,4% no último trimestre de 2018, taxa também superior ao desempenho registrado no 3º trimestre de 2017, período em que 6,2% dos catarinenses encontravam-se desocupados.

Ainda que o desemprego no estado siga muito inferior à média nacional, essa é a pior taxa de desocupação para o 4º trimestre em Santa Catarina desde o início da série PNAD Contínua (2012), superando inclusive a marca registrada no mesmo período em 2016, quando o mercado de trabalho catarinense foi fortemente afetado pela crise econômica nacional.

Fonte: PNAD Contínua – IBGE, disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/4099

Joinville, Itajaí e Florianópolis lideram ranking do PIB em SC

15/12/2018 00:16

O ranking das cidades com maior Produto Interno Bruto (PIB) em Santa Catarina, divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE, manteve-se inalterado nas primeiras posições, em relação aos anos anteriores. Joinville, Itajaí e Florianópolis lideram a lista, nesta ordem. Juntos, somam R$ 63 bilhões.

A análise leva em conta os números de 2016 – a avaliação é sempre retroativa a dois anos. Em comparação com os números divulgados no ano passado, referentes a 2015, pouco mudou no PIB das cidades que lideram o ranking. Joinville, com R$ 25,2 bilhões, e Florianópolis, com R$ 18,6 bilhões, mantiveram praticamente os mesmos valores de 2015. Itajaí teve um ligeiro aumento de 4%. Subiu de R$ 18,8 bilhões para R$ 19,2 bilhões.

Se considerados os primeiros 10 colocados no ranking do PIB, o setor de serviços aparece como o maior motor da economia catarinense. Lidera em Joinville, Florianópolis, Blumenau, São José, Chapecó, Criciúma, Brusque e Balneário Camboriú. Apenas Itajaí e Jaraguá do Sul têm outros setores com maior peso na economia – para Itajaí, comércio e reparação de veículos automotores. Em Jaraguá do Sul, a indústria de transformação.

Em tabelas destacadas pelo IBGE, priorizando algumas atividades específicas, as posições do PIB se alternam. Se considerado o valor adicionado bruto da agropecuária, por exemplo, São Joaquim, Campos Novos e Canoinhas lideram o ranking.

Joinville, Blumenau e Jaraguá do Sul lideram o valor adicionado bruto da indústria. Em serviços, as colocações alternam para Florianópolis, Joinville e Itajaí, nesta ordem.

Se considerada a arrecadação de impostos, Itajaí salta para o primeiro lugar com uma receita de R$ 6,5 bilhões. Joinville e Blumenau completam a lista.

Para ler a reportagem completa, clique aqui.

Fonte: NSC Total

Pobreza aumenta e atinge 54,8 milhões de pessoas em 2017

12/12/2018 20:23

O país tinha 54,8 milhões de pessoas que viviam com menos de R$ 406 por mês em 2017, dois milhões a mais que em 2016. Isso significa que a proporção da população em situação de pobreza subiu de 25,7% para 26,5%, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais, divulgada hoje pelo IBGE. O estudo utilizou critérios do Banco Mundial, que considera pobres aqueles com rendimentos diários abaixo de US$ 5,5 ou R$ 406 mensais pela paridade de poder de compra.

O Nordeste concentrou o maior percentual daqueles em situação de pobreza, 44,8%, o equivalente a 25,5 milhões de pessoas. Entre as unidades da federação, a maior proporção de pobres estava no Maranhão, com mais da metade da população, 54,1%, e em Alagoas, 48,9%. Já Porto Velho (RO) e Cuiabá (MT) foram as duas únicas capitais onde o contingente de pessoas que ganham menos de R$ 406 por mês superava a dos respectivos estados: em Porto Velho era 27%, contra 26,1% em Rondônia; em Cuiabá, 19,2%, contra 17,1% em Mato Grosso.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Pesquisa vinculada ao NECAT analisa dinâmica recente do mercado de trabalho em Santa Catarina

31/08/2018 14:31

O projeto de pesquisa “Análise da Dinâmica e da Evolução do Mercado de Trabalho no Estado de Santa Catarina entre 2001 e 2016”, oriundo de bolsa PIBIC da UFSC, foi desenvolvido de julho de 2017 a agosto de 2018 pelo graduando de Economia Vicente Loeblein Heinen, sob orientação do professor Lauro Mattei.

O vídeo que se segue apresenta os objetivos da pesquisa, bem como os principais resultados obtidos:

O relatório final do projeto pode ser conferido  neste endereço.

IBGE | Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola 2017

23/08/2018 16:40

Desde outubro de 2017, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi a campo para conhecer as características e a produção de todos os estabelecimentos agropecuários do território brasileiro.

Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola 2017, é principal e mais completa investigação estatística e territorial sobre a produção agropecuária do país e mobiliza milhares de pessoas desde a fase de seu planejamento até a divulgação dos resultados.

O Censo Agropecuário fez a coleta de dados  entre outubro de 2017 e fevereiro de 2018, adotando-se como referência o período de 1º de outubro de 2016 a 30 de setembro de 2017, ao qual deverão estar relacionados os dados sobre a propriedade, produção, área, pessoal ocupado, etc.

A data de referência adotada para a pesquisa é 30 de setembro de 2017, à qual estão referidas as informações sobre estoques, efetivos da pecuária, da lavoura permanente e da silvicultura, entre outras totalizações.

Você pode acompanhar mais informações aqui.

14º Seminário NECAT – 2 Anos do Golpe de Estado no Brasil: Consequências Políticas e Econômicas

15/06/2018 16:06

Após tentativa do governo atual de impedir a realização, na UNB, do curso “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, mais de 30 instituições de ensino superior do país ofertaram curso semelhante em 2018. Tais iniciativas se inserem no âmbito da defesa da autonomia das universidades, conforme exarado na Constituição Federal. Na UFSC esse curso foi realizado entre 15.03 e 02.05.2018, contando com a participação de professores de diversas áreas de conhecimento. Recentemente universidades da França, Bélgica e Inglaterra também passaram a discutir o cenário político atual e as consequências para a democracia brasileira após o golpe de 2016. Visando colaborar neste debate, o NECAT organiza seu tradicional seminário com o objetivos de aprofundar os conhecimentos sobre as consequências políticas e econômicas desse processo.

DIA: 20.06.2018 (Quarta-feira)

LOCAL: Auditório do CSE

PALESTRANTES:

  • Paulo Nogueira Batista Júnior – Economista, Ex Diretor do FMI e Ex Vice-Presidente do Banco dos BRICS
  • Lauro Mattei – Professor Associado do Departamento CNM-UFSC

 

Publicada a 12ª edição da Revista NECAT

04/12/2017 17:46

A edição da Revista NECAT referente ao segundo semestre de 2017 tangencia o tema da Dívida Pública, com enfoque especial ao cenário econômico de Santa Catarina.

A revista de número 12 conta com seis artigos e pode ser conferida aqui.

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