Guilherme Daniel Winter
João Marcelo Sovinski
Renan Angst Marcomini
“De acordo com os dados do Novo Caged de junho/2026, o estoque brasileiro de empregos formais cresceu 0,3%, com abertura de 63 mil postos formais de trabalho, 10 mil a menos que o mês anterior. Mas contrariamente ao verificado no mês anterior, o saldo de Santa Catarina no mês atual foi positivo com cerca de 800 novas vagas. Na série dessazonalizada a diferença foi quase insignificante, mantendo o mesmo resultado para SC e estabelecendo um crescimento de apenas 0,2% do estoque de emprego brasileiro, frente aos 0,3% dos dados antes do tratamento. Assim, no mês de junho o estoque de empregos formais apresentou 48 milhões de vínculos ativos no Brasil e 2,6 milhões de vagas formais em Santa Catarina.”
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Kauê Soares Alexandre
“Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) acompanha o comportamento conjuntural do setor de serviços no país e nas 27 Unidades Federativas (UFs) ao pesquisar a receita bruta de serviços em empresas juridicamente constituídas, cujo número de pessoas ocupadas que desempenham como atividade principal um serviço não-financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação, seja igual ou superior a 20. Em 13 de agosto foi divulgada a quadragésima segunda edição da pesquisa, posterior ao início da alteração metodológica de janeiro de 2023, relativa ao mês de junho de 2026.”
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Rafael Nicolo Serra Ferreira
“A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constitui um dos principais instrumentos para acompanhar a dinâmica conjuntural do comércio varejista brasileiro. O levantamento mensura a receita bruta de revenda de empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais empregados, cuja atividade principal está relacionada ao comércio. De natureza contínua e com abrangência nacional, a pesquisa contempla as 27 Unidades da Federação, produzindo indicadores mensais de volume de vendas e receita nominal, atualizados em séries históricas, tendo 2022 como ano-base. Além do varejo restrito, a PMC abrange também o varejo ampliado, que inclui atividades como a comercialização de veículos, motocicletas, peças e materiais de construção.”
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Gabriel Schwalbe Hoffmann
Júlia Lucena Picolli
“A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal “PIM Regional” é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50% do total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso da região Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.”
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Michael Roberts
“Em um artigo intitulado “Como a economia está mudando”, o colunista do Financial Times, Harvey Nripia, pinta um quadro geralmente positivo da economia como disciplina acadêmica no século XXI. Ele argumenta que a economia se tornou mais inventiva e empírica e agora proporciona, em geral, avanços cada vez mais úteis em nosso conhecimento sobre economias e sobre como as sociedades humanas podem prosperar.”
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Manoel Pires
“Criar ampla agenda para reduzir de forma estrutural os juros deveria estar no topo da prioridade da agenda do país. No universo da coordenação entre as políticas, não faz sentido definir uma vaca sagrada e passar toda a conta para o outro lado.”
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Maurício Martinelli Luperi
“Evidências para o Brasil sugerem que expectativas, câmbio, juros, atividade e dívida pública formam circuitos de retroalimentação que tornam insuficiente uma explicação linear da política monetária”
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Paul Krugman
“Ao contrário do que afirmam os funcionários do governo Trump, não estamos vivenciando um crescimento econômico explosivo. Estamos, no entanto, vivenciando uma explosão de miséria — e Donald Trump merece todo o crédito por isso.”
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Joseph Stiglitz
“E lá vai ele outra vez. O presidente dos EUA, Donald Trump, está aumentando e diminuindo tarifas à vontade dele, violando acordos internacionais que ele próprio assinou e, quase com certeza, violando a legislação federal. A única diferença desta vez é que ele tem um pretexto novo para abusar das tarifas: acabar com o trabalho forçado.”
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Jostein Hauge
“Durante grande parte do final do século XX, a política industrial carregava um odor de fracasso. A ortodoxia dominante defendia que os governos deveriam estabelecer as regras e, em seguida, se afastar, deixando que os mercados alocassem capital e escolhessem os vencedores que mereciam vencer. Admitir que o Estado direcionasse ativamente a economia para empresas ou setores específicos era, em círculos econômicos mais refinados, um tanto constrangedor. Contudo, desde a década de 2010, a política industrial voltou com força total à moda. Diante das mudanças climáticas, das frágeis cadeias de suprimentos e das rivalidades geopolíticas, os governos redescobriram o apelo de um Estado intervencionista. A questão não é mais se os governos devem adotar políticas industriais, mas sim que tipo de política industrial devem adotar.”
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José Luís Fiori
“A opinião do presidente Donald Trump não deve ter tido grande influência na vitória dos candidatos de extrema-direita nas recentes eleições presidenciais sul-americanas. Esta é uma ideia que pode afagar o ego do presidente americano e assustar setores da esquerda mais ressabiada, mas, no mundo real, Trump é hoje uma figura cada vez mais impopular no mundo todo, e também na América do Sul. Não quer dizer que algumas grandes big techs e grupos financeiros de extrema-direita não tenham intervindo nessas eleições, mas isto não chega a ser uma grande novidade. Durante a Guerra Fria, os EUA promoveram 72 intervenções diretas e mudanças de regime em todo o mundo, e só na América Latina, participaram de 18 golpes de Estado entre 1952 e 1973.”
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Paulo Nogueira Batista Jr.
“Como interpretar os movimentos dos Estados Unidos sob Trump? Há muito de estranho, muito de inesperado nesses movimentos. É loucura pura e simples ou há algum método nessa loucura?”
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Maurício Martinelli Luperi
“Nos sete artigos anteriores percorremos um caminho muito maior do que imaginávamos quando iniciamos esta investigação. A pergunta parecia simples. Por que o crédito é tão caro no Brasil? Começamos examinando os spreads bancários. Depois analisamos sua composição, o funcionamento da política monetária, o papel da Selic, a estrutura da dívida pública, a profundidade financeira, o comportamento dos bancos e a literatura econômica nacional e internacional. Ao final desse percurso, chegamos a uma conclusão inesperada. Os spreads continuam sendo um problema importante.”
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Paulo Kliass
“O Banco Central (BC) divulgou na semana passada seu relatório mensal contendo as Estatísticas Fiscais do governo. Como sempre acontece nestes momentos, as informações receberam pouco destaque da parte dos comentaristas e analistas vinculados ao sistema financeiro. Afinal, ali estavam presentes os dados que escancaram a verdadeira “gastança” do governo federal. Enquanto boa parte dos especialistas em finanças públicas ocupam seu precioso tempo em criticar as chamadas “pautas bombas” em vias de aprovação pelo Congresso Nacional, não se encontra um único comentário a respeito da conta orçamentária mais deficitária de todas.”
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Carmen Feijó
“Ao celebrarmos os 90 anos da publicação da Teoria Geral de John Maynard Keynes, é importante recordar que uma de suas contribuições mais profundas não foi apenas explicar as crises econômicas, mas também oferecer instrumentos concretos para governar economias complexas e incertas. Entre esses instrumentos, destaca-se o conceito de orçamento de capital.”
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