Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
  • Encontro com Milton Santos: O mundo global visto do lado de cá

    Publicado em 10/06/2019 às 14:15

    Milton Santos foi um geógrafo brasileiro nascido em 24 de junho de 1926 na cidade de Brotas de Macaúbas, Bahia. Ele é considerado por muitos como o maior pensador da história da Geografia no Brasil, nas inúmeras produções dele foram recorrentes estudos com as temáticas da epistemologia da Geografia, a globalização e espaço urbano. Milton conquistou muitos prêmios em decorrências das suas relevantes produções, sendo a principal premiação dele em 1994, na ocasião ganhou o Prêmio Vautrin Lud, o Nobel de Geografia, ele foi o único brasileiro a conquistar esse prêmio e o primeiro geógrafo fora do mundo Anglo-Saxão a realizar tal feito. O geografo veio a falecer em 2001, aos 75 anos de idade.

    A família do geógrafo Milton Santos reuniu toda a herança intelectual no seu site, onde tudo está classificado em biografias, livros, artigos, pesquisas e materiais audiovisual.

    Também foi disponibilizado o documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler protagonizado por Milton Nascimento através de uma entrevista gravada quatro meses antes de sua morte, o documentário discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes), Milton Santos não era contra a globalização e sim contra o modelo de globalização vigente no mundo, o que ele chamava “globalitarismo”. Analisando as contradições e os paradoxos deste modelo econômico e cultural, Milton enxergou a possibilidade de construção de uma outra realidade, que ele considerava “mais justa e mais humana”.

    Confira abaixo o vídeo.


  • Desemprego aberto segue crescendo e desemprego oculto catarinense chega ao seu maior nível na série histórica da PNAD Contínua

    Publicado em 16/05/2019 às 16:10

    Foram divulgados hoje (16) os dados da Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE, para o primeiro trimestre de 2019. Dentre as medidas oferecidas pela PNAD Contínua, algumas das mais importantes são a Taxa de Desocupação, amplamente empregada como indicador do nível de desemprego aberto, e a Taxa Composta de Subutilização da Força de Trabalho, que pode ser utilizada para mensurar o desemprego em geral, agregando ao número de desocupados as pessoas em condição de desemprego oculto (subutilizadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial).

    Apesar de ter caído 0,4% com relação ao mesmo período de 2018, a Taxa de Desocupação registrada para o conjunto do Brasil no 1º trimestre deste ano segue muito elevada, atingindo 12,7% da força de trabalho do país. Essa taxa é 1,1% maior do que a registrada no último trimestre de 2018, e indica que aproximadamente 13,4 milhões de brasileiros encontravam-se desocupados no primeiro trimestre de 2019.

    Já no caso de Santa Catarina, houve uma elevação do desemprego inclusive com relação ao mesmo período do ano anterior. Em 2018, a Taxa de Desocupação no estado figurou nos 6,5% no 1º, e em 6,5% no 4º trimestre. No 1º trimestre deste ano, no entanto, essa taxa passou para 7,2%, elevando o desemprego para patamares semelhantes aos atingidos no começo de 2017.

    Um dado talvez ainda mais alarmante, entretanto, diz respeito ao desemprego oculto. De acordo com a pesquisa do IBGE, a Taxa de Subutilização da Força de Trabalho para o 1º trimestre de 2019 chegou a 25% no conjunto do país, e a 12,1% em Santa Catarina. Nesses dois casos, a subutilização da força de trabalho foi a maior já registrada ao longo de toda a série histórica da PNAD Contínua, que teve início em 2012. Com isso, já são 28,3 milhões de brasileiros, e 476 mil catarinenses, em condição de desemprego aberto ou oculto.

    Fonte: PNAD Contínua – IBGE.
    Nota técnica do IBGE – Medidas de Subutilização da Força de Trabalho.


  • NECAT participa do XIII Encontro de Economia Catarinense

    Publicado em 13/05/2019 às 14:45

    O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense marcou presença no XIII Encontro de Economia Catarinense, realizado nos dias 9 e 10 de maio na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma.

    O membro do Núcleo Vicente Loeblein Heinen e o Professor Lauro Mattei, Coordenador Geral no núcleo, apresentaram o trabalho intitulado “COMPORTAMENTO DO MERCADO FORMAL DE TRABALHO NO ESTADO DE SANTA CATARINA ENTRE 2001 E 2017“, Os dois pesquisadores, com a ajuda de Mateus Victor Fronza, também membro do NECAT, escreveram em conjunto o artigo “EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS VÍNCULOS FORMAIS DE TRABALHO NAS MESORREGIÕES DE SANTA CATARINA ENTRE 2001 E 2017“.

    O professor foi responsável pelos comentários na mesa referente ao Mercado de Trabalho e o pesquisador Vicente Heinen apresentou um terceiro artigo, denominado de “MICRORREGIÃO DE TUBARÃO: CENÁRIO E TENDÊNCIAS ECONÔMICAS RECENTES“, este de produção própria e elaborada a partir de um trabalho proposto na disciplina de Economia Catarinense, ministrada por Lauro Mattei.

    Ao longo de todo o evento, os membros do Núcleo distribuiram folders e puderam conversar com a comunidade acadêmica sobre as atividades realizadas pelo Núcleo. Ao fim, o NECAT foi convidado a explanar sobre a próxima Revista NECAT, a edição número 15, que abordará sobre a Reforma da Previdência.

    Segue abaixo algumas fotos do evento, para acessar mais fotos clique aqui.


  • Divulgados indicadores de Produção Industrial Física para março de 2019 em Santa Catarina

    Publicado em 13/05/2019 às 14:06

    Foi incluída hoje na aba Informações Industrial de Santa Catarina uma sessão onde constam novas tabelas elaboradas pelo Núcleo, contendo a evolução da Produção Industriam Mensal Física (PIM-PF) do IBGE para Santa Catarina. Confira aqui o arquivo completo.


  • Materiais disponíveis sobre mercado de trabalho

    Publicado em 28/04/2019 às 17:22

    Com o avanço do desemprego em Santa Catarina, o tema do mercado de trabalho tem ganhado cada vez mais destaque no cenário estadual. Para auxiliar em seu estudo, abaixo estão relacionados os principais materiais disponibilizados pelo NECAT para o estudo do mercado de trabalho estadual:

    • Base de dados do emprego formal em Santa Catarina.
      • Período de abrangência: todos os anos entre 1991 e 2017;
      • Indicadores abrangidos: setor de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa etária, jornada de trabalho e faixa de remuneração dos trabalhadores;
      • Áreas de abrangência: Santa Catarina e cada uma de suas mesorregiões;
      • Forma de exposição dos dados: séries históricas agregadas e cruzamentos de indicadores (faixa de remuneração dividida por gênero, por exemplo) em cada uma das áreas de abrangência.
    • Edições da Revista NECAT abordando a temática do mercado de trabalho
    • Textos para Discussão
      • TD 020-2016 – As “reformas” trabalhistas do governo interino da ponte para o “futuro” | Fernando Augusto Mansor de Mattos.
      • TD 009-2014 – Comportamento do mercado de trabalho no estado de Santa Catarina no início do século XXI | Bruna B. Lavratti, Lauro Mattei.
      • TD 008-2014 – Desempenho econômico e mercado de trabalho catarinense à luz da dinâmica nacional: algumas evidências a partir dos anos 1990 | Pietro C. Aruto, Leandro dos Santos.
      • TD 007-2013 – A inserção da mulher no mercado de trabalho: evidências a partir de Santa Catarina | Lauro Mattei, Aline Venturi.
    • Artigos recentemente publicados em anais de eventos


  • UFSC Explica – Previdência Social

    Publicado em 16/04/2019 às 16:33

    O Professor Lauro Mattei, coordenador do NECAT, foi convidado pela UFSC para explanar sobre a Reforma da Previdência, assunto que foi o tema do 16º Seminário NECAT.

    No vídeo, o professor dá um panorama histórico da seguridade social, explica como ela é composta, as formas de financiamento e as suas imperfeições ao longo dos anos.

    Confira o vídeo abaixo:


  • Atividades do NECAT em podcast

    Publicado em 16/04/2019 às 14:36

    Nesta semana foi criado o podcast do NECAT, ferramenta que possibilitará aos interessados acessarem online algumas das discussões promovidas pelo Núcleo.

    O podcast do NECAT pode ser encontrado no Spotify, plataforma de acesso gratuito onde foram disponibilizados os áudio do 16º Seminário NECAT. Com isso, fica muito mais fácil e amplo o acesso às apresentações e discussões realizadas no evento, as quais foram divididas em 10 episódios, referentes aos principais temas abordados.


  • 16º Seminário NECAT

    Publicado em 11/04/2019 às 16:59

    O 16° Seminário do NECAT, realizado na noite do dia 09.04.2019 no auditório do CSE, contou com a presença de Milko Matijascic – pesquisador do IPEA – que proferiu uma palestra para dezenas de pessoas sobre a proposta atual de reforma da previdência no Brasil. Após fazer uma breve recuperação da trajetória de todas as políticas de previdência social no país até a Constituição de 1988, o palestrante abordou as principais características das reformas realizadas pelo governo FHC na década de 1990, além das modificações pontuais introduzidas pelo governo Lula em 2003. Posteriormente foram discutidas as principais propostas apresentadas recentemente pelo governo Bolsonaro. Ao final do debate ficou claro que há dois projetos muito distintos de sociedade ligados ao tema em debate. Por um lado, o projeto de Seguridade Social constante da Constituição de 1988 representa uma proposta de construção de uma sociedade mais includente e democrática, sustentando-se na solidariedade humana. Por outro, a propostas atual é claramente um rompimento com essa trajetória porque não está assentado no princípio da solidariedade, mas sim no individualismo representado pela proposta de capitalização do sistema, onde irão ter direito aos benefícios do sistema apenas aqueles que poderão pagá-lo. A conclusão geral foi que a PEC atual de reforma da previdência é uma medida que destrói os princípios constitucionais de 1988, colocando o Brasil na contramão do que vem sendo discutido no mundo sobre este assunto.


    Confira como foi o evento em fotos:

     

    Estudantes e comunidade lotaram o auditório do CSE

    Mesa composta pelos professores Milko Matijascic e Lauro Mattei

    Plateia durante a apresentação do professor Milko Matijascic

    Para mais fotos acesse o Facebook do NECAT.


    O evento foi gravado em áudio e disponibilizado em 10 tópicos no Spotify e no Soundcloud. Além disso, o arquivo completo da apresentação do palestrante também pode ser ser encontrado neste link.

    Obs: Os estudantes que compareceram ao evento e ainda não efetuaram inscrição, devem inscrever-se neste link até o dia 20.04.2019 para o recebimento de certificados.


  • Revista do NECAT chega à sua 14º edição

    Publicado em 05/04/2019 às 16:27

    Confira a publicação completa do 14º número da Revista NECAT! A edição é referente ao segundo semestre de 2018, e tem seu conteúdo voltado principalmente às perspectivas econômicas e políticas diante do novo governo de Santa Catarina.

    Artigos desta edição:

    Só a retomada do desenvolvimento econômico, não o ajuste fiscal perpétuo, pode salvar o Brasil do colapso | José Luis Oreiro

    Apontamentos sobre a recente redução da desigualdade da renda pessoal no Brasil | Juliana Santos, Fernando Augusto Mansor de Mattos e João Hallak Neto

    O fim do consórcio no poder em Santa Catarina e as perspectivas para o governo de Carlos Moisés da Silva | Daniel da Cunda Corrêa da Silva e Maurício Mulinari

    Perspectivas da economia catarinense frente ao novo governo estadual | Lauro Mattei

    Cidade, Estado e Sociedade Civil: Reflexões sobre a participação popular no planejamento urbano em Florianópolis | João Luis Abrantes Bertoli

     

    http://incubadora.periodicos.ufsc.br/index.php/necat/issue/viewIssue/588/47

    Clique aqui para verificar a classificação da Revista NECAT e aqui para mais informações.


  • Reforma da Previdência será o tema do 16º Seminário NECAT

    Publicado em 04/04/2019 às 13:19

    16º Seminário NECAT – Reforma da Previdência: O que isso tem a ver com você?

    No momento em que toda a sociedade brasileira está sendo chamada a discutir o futuro do sistema de Seguridade Social do país, é importante debater alguns aspectos centrais da proposta de reforma da Previdência Social apresentada pelo atual governo. É relevante destacar que a Constituição Federal promulgada em 1988 contém um capítulo específico sobre Direitos Sociais, onde se instituiu o Sistema de Seguridade Social, composto pela Saúde, Previdência Social e Assistência Social. Os artigos 194 e 195 da Constituição definem que esse sistema deveria ser financiado a partir da contribuição dos trabalhadores (incidente sobre os salários); da contribuição dos empresários (incidente sobre o faturamento e lucro obtidos pelas empresas); e da contribuição do governo federal (via arrecadação fiscal). Quando analisamos o debate atual sobre tal proposta de reforma, fica evidente que o pêndulo dessa discussão está concentrado apenas na questão dos gastos, omitindo-se todos os problemas existentes na esfera da receita. Neste sentido, o 16º Seminário do NECAT procurará discutir o tema da reforma da previdência em uma perspectiva mais ampla, dando ênfase aos impactos de tal proposta sobre a sociedade brasileira e, em particular, sobre a classe a classe trabalhadora.

    PALESTRANTE:
    Milko Matijascic – Pesquisador do IPEA, Doutor em Economia pela Unicamp e ex-assessor do Ministério da Previdência Social

    DATA: 09/04/2019 – 18h30
    LOCAL: Auditório do CSE/UFSC
    INSCRIÇÕES


  • Desemprego volta a crescer em Santa Catarina

    Publicado em 22/02/2019 às 15:52

    Foram divulgados hoje (22) os dados da Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE, para o último trimestre de 2018. A PNAD Contínua oferece os parâmetros oficiais para as medidas de emprego e desemprego no Brasil, apresentando também medidas para cada uma das Unidades Federativas do país.

    A nível nacional, os dados indicam uma leve retração na taxa de desocupação, que era de 11,8% no 4º trimestre de 2017, e passou para 11,6% no mesmo trimestre de 2018. Com relação ao 3º trimestre de 2018, essa taxa caiu 0,3% no Brasil.

    Já para Santa Catarina, a PNAD Contínua indicou um novo crescimento no desemprego, tanto em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, quanto com o trimestre imediatamente anterior. Ao fim de 2017, a taxa de desocupação no estado figurava nos 6,3%, mas subiu para 6,4% no último trimestre de 2018, taxa também superior ao desempenho registrado no 3º trimestre de 2017, período em que 6,2% dos catarinenses encontravam-se desocupados.

    Ainda que o desemprego no estado siga muito inferior à média nacional, essa é a pior taxa de desocupação para o 4º trimestre em Santa Catarina desde o início da série PNAD Contínua (2012), superando inclusive a marca registrada no mesmo período em 2016, quando o mercado de trabalho catarinense foi fortemente afetado pela crise econômica nacional.

    Fonte: PNAD Contínua – IBGE, disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/4099


  • Atualização dos dados do mercado formal de trabalho

    Publicado em 29/12/2018 às 18:27

    O NECAT concluiu esta semana a atualização dos dados do emprego formal no estado, a partir das informações mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), disponibilizada pelo Ministério do Trabalho (MTE).

    As tabelas atualizadas contam tanto com os agregados de Santa Catarina, quanto com os dados relativos às alterações dos vínculos formais de trabalho de cada uma das mesorregiões do estado, organizadas segundo setores de atividade econômica, sexo, escolaridade, faixa etária, jornada de trabalho e remuneração. Os arquivos completos contam com informações que vão desde 1991 até 2017 e podem ser conferidos aqui.

    Além disso, também foram atualizadas, para o mesmo período, as séries de indicadores cruzados do mercado formal de trabalho formal, relacionando pares de atributos diversos, tanto para o agregado, quanto para as mesorregiões.


  • Confira a lista dos 10 artigos mais acessados da Revista NECAT em 2018

    Publicado em 19/12/2018 às 22:26

    A Revista NECAT cumpre o importante papel de trazer à comunidade acadêmica assuntos sobre a economia catarinense, trazendo publicações semestrais que se consolidaram como referência bibliográfica na área. Os assuntos de interesse da Revista vão desde demografia, até políticas públicas, mercado de trabalho, economia rural, regional e urbana, dentre outros, apresentando uma diversidade manifesta nos dez artigos mais acessados da Revista em 2018, conforme a lista que se segue:

    1. “Fontes de dados demográficos e estudos de população em Santa Catarina” de Luís Felipe Aires Magalhães, publicado na Revista NECAT – Ano 4, Nº 7 (2015), com 74.697 acessos.

    2. “A agropecuária em Santa Catarina: Cenário atual e principais tendências” de Tabajara Marcondes, publicado na Revista NECAT – Ano 5, Nº 9 (2016), com 16.248 acessos.

    3. “Migrações Internas no Brasil: Tendências para o século XXI” de Rosana Baeninger, publicado na Revista NECAT – Ano 4, nº 7 (2015) com 8.927 acessos.

    4. “As transformações no mundo do trabalho e as tendências das relações de trabalho na primeira década do Século XXI no Brasil” de José Dari Krein – Ano 2, nº 3 (2014) com 7.901 acessos.

    5. “Programas Governamentais e manutenção da agricultura familiar: O território rural do Alto Vale do Itajaí” de Andrei Stock, Simone Caroline Piontkewicz e Valmor Schiochet, publicado na Revista NECAT – Ano 6, Nº 11 (2017), com 6.389 acessos.

    6. “Economia Verde e Rio+20: Recortando o desenvolvimento sustentável” de Maurício Amazonas, publicado na Revista NECAT – Ano 1, Nº 2 (2012), com 6.275 acessos.

    7. “Perfil dos empreendimentos de economia solidária em Santa Catarina” de Bruna Taize de Medeiros e Edaiane Fátima Comonelli, publicado na Revista NECAT – Ano 6, Nº 11 (2018), com 5.839 acessos.

    8. “De-industrialisation, ‘Premature’ De-industrialisation and the Dutch-Disease” de José Gabriel Palma, publicado na Revista NECAT – Ano 3, Nº 5 (2014), com 5.353 acessos.

    9. “Uma análise dos determinantes do trabalho infantil no estado de santa catarina” de Talita de Souza Mota, Marco Antonio Jorge e Christiane Senhorinha Soares Campos, publicado na Revista NECAT – Ano 5, Nº 10 (2016), com 4.663 acessos.

    10. “Migrações, desruralização, urbanização e violência em Santa Catarina” de Juliano Giassi Goularti, publicado na Revista NECAT – Ano 4, nº 7 (2015), com 4.016 acessos.

    Para acessar todas as edições da Revista NECAT, clique aqui.


  • Joinville, Itajaí e Florianópolis lideram ranking do PIB em SC

    Publicado em 15/12/2018 às 0:16

    O ranking das cidades com maior Produto Interno Bruto (PIB) em Santa Catarina, divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE, manteve-se inalterado nas primeiras posições, em relação aos anos anteriores. Joinville, Itajaí e Florianópolis lideram a lista, nesta ordem. Juntos, somam R$ 63 bilhões.

    A análise leva em conta os números de 2016 – a avaliação é sempre retroativa a dois anos. Em comparação com os números divulgados no ano passado, referentes a 2015, pouco mudou no PIB das cidades que lideram o ranking. Joinville, com R$ 25,2 bilhões, e Florianópolis, com R$ 18,6 bilhões, mantiveram praticamente os mesmos valores de 2015. Itajaí teve um ligeiro aumento de 4%. Subiu de R$ 18,8 bilhões para R$ 19,2 bilhões.

    Se considerados os primeiros 10 colocados no ranking do PIB, o setor de serviços aparece como o maior motor da economia catarinense. Lidera em Joinville, Florianópolis, Blumenau, São José, Chapecó, Criciúma, Brusque e Balneário Camboriú. Apenas Itajaí e Jaraguá do Sul têm outros setores com maior peso na economia – para Itajaí, comércio e reparação de veículos automotores. Em Jaraguá do Sul, a indústria de transformação.

    Em tabelas destacadas pelo IBGE, priorizando algumas atividades específicas, as posições do PIB se alternam. Se considerado o valor adicionado bruto da agropecuária, por exemplo, São Joaquim, Campos Novos e Canoinhas lideram o ranking.

    Joinville, Blumenau e Jaraguá do Sul lideram o valor adicionado bruto da indústria. Em serviços, as colocações alternam para Florianópolis, Joinville e Itajaí, nesta ordem.

    Se considerada a arrecadação de impostos, Itajaí salta para o primeiro lugar com uma receita de R$ 6,5 bilhões. Joinville e Blumenau completam a lista.

    Para ler a reportagem completa, clique aqui.

    Fonte: NSC Total


  • Pobreza aumenta e atinge 54,8 milhões de pessoas em 2017

    Publicado em 12/12/2018 às 20:23

    O país tinha 54,8 milhões de pessoas que viviam com menos de R$ 406 por mês em 2017, dois milhões a mais que em 2016. Isso significa que a proporção da população em situação de pobreza subiu de 25,7% para 26,5%, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais, divulgada hoje pelo IBGE. O estudo utilizou critérios do Banco Mundial, que considera pobres aqueles com rendimentos diários abaixo de US$ 5,5 ou R$ 406 mensais pela paridade de poder de compra.

    O Nordeste concentrou o maior percentual daqueles em situação de pobreza, 44,8%, o equivalente a 25,5 milhões de pessoas. Entre as unidades da federação, a maior proporção de pobres estava no Maranhão, com mais da metade da população, 54,1%, e em Alagoas, 48,9%. Já Porto Velho (RO) e Cuiabá (MT) foram as duas únicas capitais onde o contingente de pessoas que ganham menos de R$ 406 por mês superava a dos respectivos estados: em Porto Velho era 27%, contra 26,1% em Rondônia; em Cuiabá, 19,2%, contra 17,1% em Mato Grosso.

    Clique aqui para ler a reportagem completa.

    Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística