Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
  • 15º Seminário NECAT debaterá as propostas econômicas para o Governo de Santa Catarina

    Publicado em 05/09/2018 às 17:25

    A crise econômica que se instalou no Brasil desde 2015 vem afetando também a economia catarinense. As receitas estaduais estão caindo, ao mesmo tempo em que a dívida estadual cresce e o orçamento do governo passou a ser deficitário a partir de 2018. Paralelamente a isso, o desemprego também aumentou, apesar do elevado programa de renúncia fiscal destinado a promover o emprego. Neste cenário, organizou-se o 15º Seminário NECAT/UFSC, Propostas Econômicas para o Governo de Santa Catarina: Debate entre os Candidatos a Governador do Estado“, com o objetivo de discutir com os candidatos a governador as propostas econômicas para enfrentar os problemas acima citados, além de outros que estão na agenda econômica pública catarinense.

    Data: 12.09.2018 (Quarta-feira)

    Horário: 18h30

    Local: Auditório do CSE/UFSC

    Link para inscrição no evento.


  • Pesquisa vinculada ao NECAT analisa dinâmica recente do mercado de trabalho em Santa Catarina

    Publicado em 31/08/2018 às 14:31

    O projeto de pesquisa “Análise da Dinâmica e da Evolução do Mercado de Trabalho no Estado de Santa Catarina entre 2001 e 2016”, oriundo de bolsa PIBIC da UFSC, foi desenvolvido de julho de 2017 a agosto de 2018 pelo graduando de Economia Vicente Loeblein Heinen, sob orientação do professor Lauro Mattei.

    O vídeo que se segue apresenta os objetivos da pesquisa, bem como os principais resultados obtidos:

    O relatório final do projeto pode ser conferido  neste endereço.


  • IBGE | Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola 2017

    Publicado em 23/08/2018 às 16:40

    Desde outubro de 2017, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi a campo para conhecer as características e a produção de todos os estabelecimentos agropecuários do território brasileiro.

    Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola 2017, é principal e mais completa investigação estatística e territorial sobre a produção agropecuária do país e mobiliza milhares de pessoas desde a fase de seu planejamento até a divulgação dos resultados.

    O Censo Agropecuário fez a coleta de dados  entre outubro de 2017 e fevereiro de 2018, adotando-se como referência o período de 1º de outubro de 2016 a 30 de setembro de 2017, ao qual deverão estar relacionados os dados sobre a propriedade, produção, área, pessoal ocupado, etc.

    A data de referência adotada para a pesquisa é 30 de setembro de 2017, à qual estão referidas as informações sobre estoques, efetivos da pecuária, da lavoura permanente e da silvicultura, entre outras totalizações.

    Você pode acompanhar mais informações aqui.


  • Dossiê “O Brasil pós-crise: das origens da crise às perspectivas e desafios futuros”

    Publicado em 07/08/2018 às 17:14

    A Associação Keynesiana Brasileira divulgou recentemente um Dossiê que reúne trabalhos acadêmicos voltados a discutir a crise brasileira e o Brasil pós-crise econômica. Intitulado “O Brasil pós-crise: das origens da crise às perspectivas e desafios futuros”, o Dossiê V visa contribuir para o debate sobre a economia brasileira em um ano em que se realizam eleições presidenciais e pode ser conferido neste link.


  • Publicação do 13º Número da Revista NECAT

    Publicado em 20/07/2018 às 10:33

    O 13º número da Revista NECAT, referente ao primeiro semestre de 2018, aborda o tema do emprego no Brasil e em Santa Catarina. Confira aqui a edição completa.

    Artigos desta edição:

    Desempenho econômico conjuntural e a situação recente do trabalho no Brasil | Marcio Pochmann

    Auge e declínio dos indicadores do mercado de trabalho brasileiro: da era lulista à política econômica da “Ponte para o Futuro” | Fernando Augusto Mansor de Mattos, João Hallak Neto, Flaviana Candido Oliveira e Danielle Carusi Machado

    Impactos da crise econômica no mercado de trabalho catarinense: uma análise do triênio 2015-2017 | Leandro dos Santos e Pietro Caldeirini Aruto

    Análise da evolução do mercado formal de trabalho em Santa Catarina entre 2001 e 2016 | Lauro Mattei, Vicente Loeblein Heinen

     


  • Fotos do 14º Seminário Necat – 2 Anos de Golpe de Estado no Brasil

    Publicado em 29/06/2018 às 12:38

    Já estão disponíveis as fotos do 14º Seminário Necat – 2 Anos de Golpe de Estado no Brasil neste link.


  • 14º Seminário NECAT – 2 Anos do Golpe de Estado no Brasil: Consequências Políticas e Econômicas

    Publicado em 15/06/2018 às 16:06

    Após tentativa do governo atual de impedir a realização, na UNB, do curso “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, mais de 30 instituições de ensino superior do país ofertaram curso semelhante em 2018. Tais iniciativas se inserem no âmbito da defesa da autonomia das universidades, conforme exarado na Constituição Federal. Na UFSC esse curso foi realizado entre 15.03 e 02.05.2018, contando com a participação de professores de diversas áreas de conhecimento. Recentemente universidades da França, Bélgica e Inglaterra também passaram a discutir o cenário político atual e as consequências para a democracia brasileira após o golpe de 2016. Visando colaborar neste debate, o NECAT organiza seu tradicional seminário com o objetivos de aprofundar os conhecimentos sobre as consequências políticas e econômicas desse processo.

    DIA: 20.06.2018 (Quarta-feira)

    LOCAL: Auditório do CSE

    PALESTRANTES:

    • Paulo Nogueira Batista Júnior – Economista, Ex Diretor do FMI e Ex Vice-Presidente do Banco dos BRICS
    • Lauro Mattei – Professor Associado do Departamento CNM-UFSC

     


  • Mercado de trabalho formal encerra 2017 com redução de vagas

    Publicado em 29/01/2018 às 21:18

    “Resultado aponta para o terceiro ano consecutivo em que o número de demissões é maior que o de contratações

    O mercado de trabalho formal brasileiro encerrou 2017 com saldo negativo de 20.832 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (26), pelo Ministério do Trabalho. As contratações alcançaram o número de 14,63 milhões e as demissões totalizaram 14,65 milhões. Ainda que o índice tenha sido expressivamente menor que em períodos anteriores, este é o terceiro ano consecutivo com perda de postos de trabalho. Em 2015 e 2016, foram fechados 1,53 milhão e 1,32 milhão de vagas, respectivamente.

    Em nota divulgada pelo Ministério do Trabalho, o ministro substituto, Helton Yomura, afirma que para os padrões do Caged esta redução em 2017 é equivalente à estabilidade do nível de emprego. O otimismo é justificado pela comparação do acumulado de 2017 com o fechamento de 2016. “Aqueles foram os piores resultados da série histórica do Caged”, disse Yomura.

    Dezembro

    De acordo com dados do Caged, em dezembro de 2017 o estoque de emprego formal no Brasil teve retração, com o fechamento de 328.539 postos de trabalho, representando uma queda de 0,85% em relação ao mês anterior. Foram 910.586 admissões e 1.239.125 desligamentos no mês

    Destaques 

    Conforme informações divulgadas pelo Caged, no ano passado a geração de empregos formais foi liderada pelo comércio, com saldo positivo de 40.087 postos de trabalho formais. Resultado superior aos de 2016, quando foi registrada a perda de 197.495 vagas, e de 2015, quando foram fechados 212.756 postos. Também houve saldo positivo na Agropecuária, que abriu 37.004 postos em 2017, revertendo a queda de 2016, de 14.193 vagas; e em Serviços, com 36.945 novos postos, interrompendo as quedas de 2016 e 2015 (-392.574 e -267.927, respectivamente).

    Já a Construção Civil e a Indústria de Transformação tiveram as maiores reduções em 2017: 103.968 e 19.900 postos, respectivamente.

    Entre as regiões do país, houve saldo positivo na geração de empregos no Centro-Oeste, com 36.823 contratações, e no Sul, onde foram geradas 33.395 novas vagas.

    Santa Catarina permanece em destaque entre os Estados que tiveram saldo positivo, com 29.441 novos postos de trabalho. Nesse grupo também estão o Goiás (25.370 postos), Minas Gerais (24.296 postos), Mato Grosso (15.985 postos) e Paraná (12.127 postos).

    Novas modalidades

    O Caged registrou 5.841 desligamentos por acordo em dezembro. Houve 2.851 admissões para trabalho intermitente no mês, contra 277 desligamentos. Já em dezembro, de maneira isolada, foram 2.328 admissões contra 3.332 desligamentos, um saldo negativo de 1.004 empregos.

    Com o corte de vagas em 2017, o Brasil fechou o ano com um estoque de 38,29 milhões de empregados formais. Esse número é o mais baixo desde o final de 2011, quando 38,25 milhões de pessoas ocupavam empregos com carteira assinada no país. Ao final de 2016, o Brasil tinha 38,32 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada. “

    Confira aqui a publicação original, de autoria da Rede Catarinense de Notícias.

  • RAIS de 2016 indica nova retração do emprego formal na indústria de transformação

    Publicado em 07/01/2018 às 19:12

    O Ministério do Trabalho divulgou recentemente os dados de 2016 da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), que indica a evolução dos postos formais de trabalho no país e em cada uma das unidades federativas.

    No que diz respeito a Santa Catarina, chama atenção, em especial, a nova retração do emprego formal no setor da indústria de transformação, área de atividade econômica que abrange quase um terço dos postos formais de trabalho do estado, ficando atrás somente do setor de serviços.

     

    Distribuição dos postos formais de trabalho segundo setor de atividade econômica em Santa Catarina.

    Fonte: RAIS/MTE; Elaboração: NECAT

    A divulgação desses dados de 2016 revela que o emprego formal no setor da indústria de transformação (em azul claro no gráfico acima) vem decaindo desde 2014, assim como o total do estado (linha com marcadores no topo do gráfico). De uma maneira geral, pode-se afirmar que a retração do emprego formal nesse setor estaria apenas acompanhando a dinâmica do estado, que no mesmo ano sofreu uma redução de 106.010 postos formais de trabalho. Isso leva a uma redução da participação desse setor no conjunto do emprego formal estadual.

    Destaca-se, ainda, que a indústria de transformação foi o setor que mais perdeu em participação dentre os setores de atividade econômica de Santa Catarina. Em 2014 esse setor empregava 30,09% dos trabalhadores formalizados do estado, enquanto no ano de 2016 passou a empregar 29,03%. Em números totais, essa queda percentual representou uma redução de aproximadamente 55 mil postos formais de trabalho nos últimos dois anos considerados.


  • Evolução dos Postos Formais de Trabalho atualizada com os dados mais recentes da RAIS

    Publicado em 15/12/2017 às 10:11

    O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (NECAT) concluiu a atualização de sua série de dados referentes à Evolução dos Postos Formais de Trabalho, conforme os dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), disponibilizada pelo Ministério do Trabalho (MTE).

    As novas tabelas elaboradas contam tanto com os agregados de Santa Catarina, quanto com os dados relativos às alterações dos postos formais de trabalho de cada uma das mesorregiões do Estado, organizadas segundo setores de atividade econômica, sexo, escolaridade, faixa etária, jornada de trabalho e remuneração mensal. Os arquivos completos contam com informações que vão desde 1991 até 2016 e podem ser conferidos aqui.

    Além disso, também foram incluídas séries de cruzamentos de dados do mercado de trabalho formal, relacionando de dois a três diferentes atributos em um mesmo arquivo. Dessa forma, é possível analisar a dispersão dos postos formais de trabalho, observando por exemplo, como se dá a distribuição dos postos formais de trabalho em um determinado ramo de atividade econômica para o sexo masculino e para o feminino, quais são os setores de atividade econômica mais bem remunerados e assim por diante. Esses cruzamentos, que são delimitados pelos agregados de todo estado no caso dos cruzamentos triplos e também por mesorregiões no caso dos cruzamentos duplos, levam em conta o período de 2001 a 2016 e estão disponíveis aqui.


  • Publicada a 12ª edição da Revista NECAT

    Publicado em 04/12/2017 às 17:46

    A edição da Revista NECAT referente ao segundo semestre de 2017 tangencia o tema da Dívida Pública, com enfoque especial ao cenário econômico de Santa Catarina.

    A revista de número 12 conta com seis artigos e pode ser conferida aqui.


  • Materiais do 13º Seminário NECAT

    Publicado em 30/10/2017 às 15:32

    Materiais disponibilizados pelos palestrantes:

    Apresentação – Prof. Guilherme de Oliveira

    Apresentação – Paulo Victor Mercadante

    Apresentação – Wanderlei Pereira das Neves

    Download da transmissão feita ao vivo do Seminário

    Certificados de participação do Seminário:

    LISTA 1

    LISTA 2

    LISTA 3

    LISTA 4

    Obs: Em caso de eventuais erros nos certificados referentes a nome ou matrícula, favor solicitar novo certificado através do e-mail: necat.ufsc@gmail.com.


  • Convite ao 13º Seminário NECAT: Dívida Pública Catarinense – Cenário e Tendências

    Publicado em 24/10/2017 às 16:50

    A dívida pública é um tema de enorme relevância no atual cenário econômico do país, uma vez que coloca um conjunto de impedimentos às políticas econômicas, especialmente em termos de investimentos produtivos, limitando as possibilidades de ação do Estado. Nesse contexto, NECAT convida toda a comunidade acadêmica para o seu 13º Seminário, que procura discutir tal assunto à luz da realidade catarinense, debatendo a situação atual da dívida pública catarinense e suas principais tendências.

    Promoção:


  • II Seminário DESIS: Vocações Regionais e o Desenvolvimento Socioeconômico

    Publicado em 06/10/2017 às 17:02

    O Núcleo de Estudos e Desenvolvimento Econômico Sustentável e Inovação Social (DESIS) em parceria com o Órion Parque Tecnológico Luiz Herinque da Silveira, tem a honra de convidar para o II Seminário DESIS Vocações Regionais e o Desenvolvimento Socioeconômico que terá como foco principal os Indicadores para o Desenvolvimento Regional, Centro Vocacionais Tecnológicos e Empreendedorismo Social.  Serão tratados temas sobre a economia regional, questões sociais e engajamento de políticas públicas, desenvolvimento sustentável e inovação social.

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  • Santa Catarina conquista o quarto lugar na produção de leite do Brasil

    Publicado em 22/09/2017 às 14:40

    Conforme notícia divulgada pelo Diário Catarinense, baseada em dados recentes do IBGE: “Santa Catarina desbancou Goiás e já é o quarto maior produtor de leite do país. O motivo da ascensão de Santa Catarina é que o estado foi o único dos cinco primeiros que cresceu de produção. Enquanto Goiás caiu 5,5% no ano passado, em virtude de uma seca no Centro-Oeste, em Santa Catarina houve crescimento de 3,8%. No Brasil houve queda de 3,7%.”

    “[O secretário adjunto da Agricultura do Estado] destacou que a atividade é a nova ‘estrela’ do agronegócio, que envolve 70 mil famílias e gera milhares de empregos no campo, serviços, transporte e indústria. Com apenas 1,2% do território, Santa Catarina representa 10,5% da produção nacional. Os motivos são clima favorável para implantação de pastagens e abundância de água. O solo propício e a mão-de-obra familiar contribuem para o sucesso da atividade.

    Maiores produtores de leite do Brasil em 2016 (IBGE)

    1º Minas Gerais- 6,1 bilhões de litros

    2º Rio Grande doSul – 3,24 bilhões de litros

    3º Paraná – 2,74 bilhões de litros

    4º Santa Catarina – 2,43 bilhões de litros

    5º Goiás – 2,31 bilhões de litros

    Confira aqui  a matéria na íntegra