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Notícias NECAT

Estoque de empregos em Santa Catarina permaneceu estável no mês de junho

Setor de serviços de Santa Catarina cresceu 0,9% em junho/26

Varejo encerra o primeiro semestre de 2026 com recuperação interanual e Santa Catarina entre os destaques do país

Produção industrial catarinense recuou 1,8% em junho de 2026

A economia está mudando?

Meta de inflação como disciplina fiscal
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Estoque de empregos em Santa Catarina permaneceu estável no mês de junho
Guilherme Daniel Winter
João Marcelo Sovinski
Renan Angst Marcomini“De acordo com os dados do Novo Caged de junho/2026, o estoque brasileiro de empregos formais cresceu 0,3%, com abertura de 63 mil postos formais de trabalho, 10 mil a menos que o mês anterior. Mas contrariamente ao verificado no mês anterior, o saldo de Santa Catarina no mês atual foi positivo com cerca de 800 novas vagas. Na série dessazonalizada a diferença foi quase insignificante, mantendo o mesmo resultado para SC e estabelecendo um crescimento de apenas 0,2% do estoque de emprego brasileiro, frente aos 0,3% dos dados antes do tratamento. Assim, no mês de junho o estoque de empregos formais apresentou 48 milhões de vínculos ativos no Brasil e 2,6 milhões de vagas formais em Santa Catarina.”
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Setor de serviços de Santa Catarina cresceu 0,9% em junho/26
Kauê Soares Alexandre
“Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) acompanha o comportamento conjuntural do setor de serviços no país e nas 27 Unidades Federativas (UFs) ao pesquisar a receita bruta de serviços em empresas juridicamente constituídas, cujo número de pessoas ocupadas que desempenham como atividade principal um serviço não-financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação, seja igual ou superior a 20. Em 13 de agosto foi divulgada a quadragésima segunda edição da pesquisa, posterior ao início da alteração metodológica de janeiro de 2023, relativa ao mês de junho de 2026.”
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Varejo encerra o primeiro semestre de 2026 com recuperação interanual e Santa Catarina entre os destaques do país
Rafael Nicolo Serra Ferreira
“A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constitui um dos principais instrumentos para acompanhar a dinâmica conjuntural do comércio varejista brasileiro. O levantamento mensura a receita bruta de revenda de empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais empregados, cuja atividade principal está relacionada ao comércio. De natureza contínua e com abrangência nacional, a pesquisa contempla as 27 Unidades da Federação, produzindo indicadores mensais de volume de vendas e receita nominal, atualizados em séries históricas, tendo 2022 como ano-base. Além do varejo restrito, a PMC abrange também o varejo ampliado, que inclui atividades como a comercialização de veículos, motocicletas, peças e materiais de construção.”
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Produção industrial catarinense recuou 1,8% em junho de 2026
Gabriel Schwalbe Hoffmann
Júlia Lucena Picolli“A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal “PIM Regional” é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50% do total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso da região Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.”
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A economia está mudando?
Michael Roberts
“Em um artigo intitulado “Como a economia está mudando”, o colunista do Financial Times, Harvey Nripia, pinta um quadro geralmente positivo da economia como disciplina acadêmica no século XXI. Ele argumenta que a economia se tornou mais inventiva e empírica e agora proporciona, em geral, avanços cada vez mais úteis em nosso conhecimento sobre economias e sobre como as sociedades humanas podem prosperar.”
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Meta de inflação como disciplina fiscal
Manoel Pires
“Criar ampla agenda para reduzir de forma estrutural os juros deveria estar no topo da prioridade da agenda do país. No universo da coordenação entre as políticas, não faz sentido definir uma vaca sagrada e passar toda a conta para o outro lado.”
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Juros altos combatem a inflação ou também ajudam a reproduzir o problema?
Maurício Martinelli Luperi
“Evidências para o Brasil sugerem que expectativas, câmbio, juros, atividade e dívida pública formam circuitos de retroalimentação que tornam insuficiente uma explicação linear da política monetária”
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Uma explosão de miséria
Paul Krugman
“Ao contrário do que afirmam os funcionários do governo Trump, não estamos vivenciando um crescimento econômico explosivo. Estamos, no entanto, vivenciando uma explosão de miséria — e Donald Trump merece todo o crédito por isso.”
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Está na hora de revidar as tarifas de Trump
Joseph Stiglitz
“E lá vai ele outra vez. O presidente dos EUA, Donald Trump, está aumentando e diminuindo tarifas à vontade dele, violando acordos internacionais que ele próprio assinou e, quase com certeza, violando a legislação federal. A única diferença desta vez é que ele tem um pretexto novo para abusar das tarifas: acabar com o trabalho forçado.”
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Lançamento do livro “O Sistema de Proteção Social Brasileiro sob Fogo Cruzado” por Lauro Mattei
📅 Data: 9 de setembro de 2026
🕕 Horário: 18h30
📍 Local: Auditório do Centro Socioeconômico (CSE/UFSC)
🎟️ Entrada gratuita e aberta ao público
O evento contará com a apresentação da obra, publicada pela Editora Insular, seguida de espaço para diálogo com os participantes.

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Informativo NECAT – 54ª edição: Agosto de 2026
Foi publicada a edição de número 54 do informativo NECAT.
Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Informativo NECAT – Edições.
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Por que os países precisam de políticas industriais?
Jostein Hauge
“Durante grande parte do final do século XX, a política industrial carregava um odor de fracasso. A ortodoxia dominante defendia que os governos deveriam estabelecer as regras e, em seguida, se afastar, deixando que os mercados alocassem capital e escolhessem os vencedores que mereciam vencer. Admitir que o Estado direcionasse ativamente a economia para empresas ou setores específicos era, em círculos econômicos mais refinados, um tanto constrangedor. Contudo, desde a década de 2010, a política industrial voltou com força total à moda. Diante das mudanças climáticas, das frágeis cadeias de suprimentos e das rivalidades geopolíticas, os governos redescobriram o apelo de um Estado intervencionista. A questão não é mais se os governos devem adotar políticas industriais, mas sim que tipo de política industrial devem adotar.”
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A hora do Brasil
José Luís Fiori
“A opinião do presidente Donald Trump não deve ter tido grande influência na vitória dos candidatos de extrema-direita nas recentes eleições presidenciais sul-americanas. Esta é uma ideia que pode afagar o ego do presidente americano e assustar setores da esquerda mais ressabiada, mas, no mundo real, Trump é hoje uma figura cada vez mais impopular no mundo todo, e também na América do Sul. Não quer dizer que algumas grandes big techs e grupos financeiros de extrema-direita não tenham intervindo nessas eleições, mas isto não chega a ser uma grande novidade. Durante a Guerra Fria, os EUA promoveram 72 intervenções diretas e mudanças de regime em todo o mundo, e só na América Latina, participaram de 18 golpes de Estado entre 1952 e 1973.”
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Método na loucura?
Paulo Nogueira Batista Jr.
“Como interpretar os movimentos dos Estados Unidos sob Trump? Há muito de estranho, muito de inesperado nesses movimentos. É loucura pura e simples ou há algum método nessa loucura?”
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Por que o crédito é tão caro no Brasil? Artigo 8 – Como redesenhar a Arquitetura Institucional Monetário-Financeira Brasileira?
Maurício Martinelli Luperi
“Nos sete artigos anteriores percorremos um caminho muito maior do que imaginávamos quando iniciamos esta investigação. A pergunta parecia simples. Por que o crédito é tão caro no Brasil? Começamos examinando os spreads bancários. Depois analisamos sua composição, o funcionamento da política monetária, o papel da Selic, a estrutura da dívida pública, a profundidade financeira, o comportamento dos bancos e a literatura econômica nacional e internacional. Ao final desse percurso, chegamos a uma conclusão inesperada. Os spreads continuam sendo um problema importante.”
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