Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
  • Notícias NECAT


  • Por um teto para os juros

    Paulo Kliass

    “O Banco Central (BC) divulgou na semana passada seu relatório mensal contendo as Estatísticas Fiscais do governo. Como sempre acontece nestes momentos, as informações receberam pouco destaque da parte dos comentaristas e analistas vinculados ao sistema financeiro. Afinal, ali estavam presentes os dados que escancaram a verdadeira “gastança” do governo federal. Enquanto boa parte dos especialistas em finanças públicas ocupam seu precioso tempo em criticar as chamadas “pautas bombas” em vias de aprovação pelo Congresso Nacional, não se encontra um único comentário a respeito da conta orçamentária mais deficitária de todas.”

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  • Conceito de Orçamento de Capital, Crise Climática e o Papel do Estado em uma Economia Monetária: A atualidade de Keynes aos noventa anos da publicação da Teoria Geral do Emprego, Renda e Juros

    Carmen Feijó

    “Ao celebrarmos os 90 anos da publicação da Teoria Geral de John Maynard Keynes, é importante recordar que uma de suas contribuições mais profundas não foi apenas explicar as crises econômicas, mas também oferecer instrumentos concretos para governar economias complexas e incertas. Entre esses instrumentos, destaca-se o conceito de orçamento de capital.”

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  • 90 anos da Teoria Geral: a revolução de Keynes e sua atualidade

    Luiz Fernando de Paula

    “Em 1936, em meio às consequências econômicas e sociais da Grande Depressão, foi publicada a obra que transformaria profundamente a ciência econômica: A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, de John Maynard Keynes. Noventa anos depois, o livro permanece como uma das mais influentes contribuições ao pensamento econômico, oferecendo uma interpretação inovadora do funcionamento das economias capitalistas e do papel das políticas públicas na promoção do emprego e do crescimento.”

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  • Produção industrial catarinense avançou 2,3% em maio de 26

    Gabriel Schwalbe Hoffmann

    “A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal “PIM Regional” é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50% do total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso da região Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.”

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  • Varejo catarinense manteve trajetória de expansão em maio/2026

    Rafael Nicolo Serra Ferreira
    Rafaella Rodakevicz Ferraz

    “A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constitui um dos principais instrumentos para acompanhar a dinâmica conjuntural do comércio varejista no Brasil. O levantamento mensura a receita bruta de revenda em empresas formalmente registradas, com 20 ou mais empregados, cuja atividade principal está vinculada ao comércio. De caráter contínuo e abrangência nacional, a pesquisa cobre as 27 Unidades da Federação, gerando indicadores mensais de volume de vendas e receita nominal atualizados em séries históricas, atualmente com ano-base 2022. Além do varejo restrito, a PMC contempla ainda o varejo ampliado, incorporando atividades como comercialização de veículos, motocicletas, peças, materiais de construção e atacado especializado em produtos alimentícios.”

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  • Setor de serviços de Santa Catarina cai 0,5% em maio/26

    Kauê Soares Alexandre

    “Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) acompanha o comportamento conjuntural do setor de serviços no país e nas 27 Unidades Federativas (UFs) ao pesquisar a receita bruta de serviços em empresas juridicamente constituídas, cujo número de pessoas ocupadas que desempenham como atividade principal um serviço não-financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação, seja igual ou superior a 20. Em 15 de julho foi divulgada a quadragésima segunda edição da pesquisa, posterior ao início da alteração metodológica de janeiro de 2023, relativa ao mês de maio de 2026.

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  • Santa Catarina registra uma perda no estoque de empregos pela primeira vez no ano

    Guilherme Daniel Winter
    João Marcelo Sovinski
    Renan Angst Marcomini

    “De acordo com os dados do Novo Caged de maio/2026, o saldo de vagas no mercado de trabalho formal do país teve um crescimento nos seus estoques de 0,2%, com a abertura de 73 mil postos formais de trabalho. Em Santa Catarina, ao contrário, foi registrado uma perda de 662 empregos, todavia mantendo-se constante a variação dos estoques. Na série dessazonalizada o cenário se inverte e o volume de empregos catarinense cresce a uma taxa maior que a do Brasil, 0,2% contra 0,1%. O estoque de empregos formais apresentou, em maio, 47,9 milhões de vínculos ativos no Brasil e 2,6 milhões de vagas formais em Santa Catarina.”

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  • Informativo NECAT – 53ª edição: Julho de 2026

    Foi publicada a edição de número 53 do informativo NECAT.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Informativo NECAT – Edições.


  • O melhor país do mundo

    Paulo Nogueira Batista Jr.

    “A minha admiração pelo Irã só faz crescer. Que país enfrenta praticamente sozinho, e até agora com sucesso, Estados Unidos e Israel? Que país assume imensos riscos para defender outro? Foi o que fez o Irã, ao atacar Israel em represália às barbaridades que esse estado genocida vem cometendo no Líbano.”

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  • Tecnologia, capital e habilidades: repensando a história da IA e das desigualdades

    Paul Krugman

    “Há dois séculos, David Ricardo mudou de opinião. Em 1819, ao depor perante o Parlamento, Ricardo — cuja obra “Princípios de Economia Política”tem mais mérito do que “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, para ser considerada o documento fundador do campo que chamamos de economia — havia descartado as preocupações de que a Revolução Industrial então em curso prejudicaria os trabalhadores. Mas, em 1821, quando publicou a terceira edição de seu livro, admitiu que suas opiniões “haviam sofrido uma mudança considerável”.”

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  • Do individualismo metodológico aos juros mais altos do mundo

    Mauricio Luperi

    “Embora independente do governo, o BC pode tornar-se crescentemente dependente das interpretações produzidas pelo próprio mercado financeiro Quando discutimos a taxa Selic, quase sempre o debate gira em torno do déficit público, da inflação, da dívida ou das expectativas do mercado. São temas importantes, mas raramente se faz uma pergunta mais fundamental: de onde vem a forma como o Banco Central interpreta esses problemas? Afinal, toda política econômica repousa sobre uma determinada maneira de compreender o funcionamento da sociedade.”

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  • Keynes for our times

    Robert Skidelsky

    “Artificial intelligence has a penchant for pronouncements that are clear, confident. . . and often wrong. More than a passing technical flaw, this speaks to the difficulty we all—including AI’s human architects—face in dealing with uncertainty.”

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  • A atualidade de Keynes em Teoria Geral

    Carmen Feijó

    “Para Keynes, o central não era simplesmente quanto o Estado gasta, mas para que gasta e quais capacidades esse gasto cria para a sociedade. Ao celebrarmos os 90 anos da publicação da Teoria Geral de John Maynard Keynes, é importante recordar que uma de suas contribuições mais profundas não foi apenas explicar as crises econômicas, mas também oferecer instrumentos concretos para governar economias complexas e incertas. Entre esses instrumentos, destaca-se o conceito de orçamento de capital.”

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  • Produção industrial catarinense avançou 1,7% em abril de 2026

    Gabriel Schwalbe Hoffmann

    “A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal “PIM Regional” é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50% do total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso do Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.”

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  • Varejo nacional desacelera em abril, mas Santa Catarina segue acima da média do país

    Rafael Nicolo Serra Ferreira
    Rafaella Rodakevicz Ferraz

    “A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constitui um dos principais instrumentos para acompanhar a dinâmica conjuntural do comércio varejista no Brasil. O levantamento mensura a receita bruta de revenda em empresas formalmente registradas, com 20 ou mais empregados, cuja atividade principal está vinculada ao comércio. De caráter contínuo e abrangência nacional, a pesquisa cobre as 27 Unidades da Federação, gerando indicadores mensais de volume de vendas e receita nominal atualizados em séries históricas, atualmente com ano-base 2022. Além do varejo restrito, a PMC contempla ainda o varejo ampliado, incorporando atividades como comercialização de veículos, motocicletas, peças, materiais de construção e atacado especializado em produtos alimentícios.”

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