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Notícias NECAT


Produção industrial catarinense avança 1% em fevereiro de 2026

Varejo de Santa Catarina cresceu 2,2% em fevereiro de 2026

Setor de serviços de Santa Catarina cresceu 0,7% fevereiro/26

Setor de serviços impulsionou o saldo dos empregos formais em fevereiro de 2026
Informativo NECAT – 50ª edição: Abril de 2026

Santa Catarina foi o estado com maior saldo de empregos formais em janeiro/26
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Produção industrial catarinense avança 1% em fevereiro de 2026
Gabriel Schwalbe Hoffmann
“A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal “PIM Regional” é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso da região Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.”
Confira a análise completa clicando aqui.
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Varejo de Santa Catarina cresceu 2,2% em fevereiro de 2026
Rafael Nicolo Serra Ferreira
“A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constitui um dos principais instrumentos para acompanhar a dinâmica conjuntural do comércio varejista no Brasil. O levantamento mensura a receita bruta de revenda em empresas formalmente registradas, com 20 ou mais empregados, cuja atividade principal está vinculada ao comércio. De caráter contínuo e com abrangência nacional, a pesquisa cobre as 27 Unidades da Federação, gerando indicadores mensais de volume de vendas e receita nominal, atualizados em séries históricas, atualmente tendo 2022 como ano-base. Além do varejo restrito, a PMC contempla ainda o varejo ampliado, que incorpora atividades como a comercialização de veículos, motocicletas, peças e materiais de construção.”
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Setor de serviços de Santa Catarina cresceu 0,7% fevereiro/26
Kauê Soares Alexandre
“Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) acompanha o comportamento conjuntural do setor de serviços no país e nas 27 Unidades Federativas (UFs) ao pesquisar a receita bruta de serviços em empresas juridicamente constituídas, cujo número de pessoas ocupadas que desempenham como atividade principal um serviço não-financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação, seja igual ou superior a 20. Em 15 de março foi divulgada a quadragésima edição da pesquisa posterior ao início da alteração metodológica de janeiro de 2023, relativa ao mês de fevereiro de 20261 .”
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Setor de serviços impulsionou o saldo dos empregos formais em fevereiro de 2026
João Marcelo Sovinski
Renan Angst Marcomini“Os dados do Novo Caged de fevereiro/2026 mostraram que o saldo de vagas no mercado de trabalho formal do país teve uma variação positiva no mês de 0,5% com a abertura de 255,3 mil postos formais de trabalho. Já em SC foi registrado um saldo de 19 mil com uma variação de 0,8%. Entretanto, ao analisar os dados sem o efeito da sazonalidade, percebe-se uma brusca inversão nas variações, favorecendo a geração de empregos nacional, em relação ao estado. O estoque mensal de empregos formais apresentou, em fevereiro, 48,8 milhões de vínculos ativos no Brasil e 2,7 milhões de vagas formais em Santa Catarina.”
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Informativo NECAT – 50ª edição: Abril de 2026
Foi publicada a edição de número 50 do informativo NECAT.
Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Informativo NECAT – Edições.
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Santa Catarina foi o estado com maior saldo de empregos formais em janeiro/26
João Marcelo Sovinski
Renan Angst Marcomini“Os dados do Novo Caged de janeiro/2026 mostraram que o saldo de vagas no mercado formal de trabalho do país teve uma variação positiva de 0,2% com a abertura de 112,3 mil postos formais de trabalho. Já em SC o estoque de emprego foi mais afetado em relação à dezembro, tendo uma variação de 0,7%, ou seja, um saldo de 19 mil em termos absolutos. Ao analisar os dados sem o efeito da sazonalidade, entretanto, percebemos uma brusca inversão nas variações, favorecendo a geração de empregos nacional em relação ao estado catarinense.”
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Potenciais impactos socioeconômicos do fim da escala 6×1 em Santa Catarina
Mauricio Mulinari
Vicente Loeblein Heinen“A disputa pelo fim da escala de trabalho 6×1 – seis dias de trabalho, para apenas um de descanso – explicita o conflito de classes no Brasil, escancarando a oposição estrutural entre capital e trabalho. Conforme a classe trabalhadora se organiza em torno desta pauta e ganha consciência sobre a sua importância, a burguesia intensifica sua contraofensiva, usando antigos e novos métodos de combate ideológico.”
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Setor de serviços de Santa Catarina expandiu 1,3% em janeiro/26
Kauê Soares Alexandre
“Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) acompanha o comportamento conjuntural do setor de serviços no país e nas 27 Unidades Federativas (UFs) ao pesquisar a receita bruta de serviços em empresas juridicamente constituídas, cujo número de pessoas ocupadas que desempenham como atividade principal um serviço não-financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação, seja igual ou superior a 20. Em 15 de março foi divulgada a trigésima nona edição da pesquisa, relativa ao mês de janeiro de 2026, após o início da última alteração metodológica1.”
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Varejo de Santa Catarina iniciou 2026 em alta, com acumulado superior ao nacional
Rafael Nicolo Serra Ferreira
“A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constitui um dos principais instrumentos para acompanhar a dinâmica conjuntural do comércio varejista no Brasil. O levantamento mensura a receita bruta de revenda de empresas formalmente registradas, com 20 ou mais empregados, cuja atividade principal está vinculada ao comércio. De caráter contínuo e com abrangência nacional, a pesquisa cobre as 27 Unidades da Federação, gerando indicadores mensais de volume de vendas e receita nominal, atualizados em séries históricas, atualmente tendo 2022 como ano-base. Além do varejo restrito, a PMC contempla ainda o varejo ampliado, que incorpora atividades como a comercialização de veículos, motocicletas, peças e materiais de construção.”
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Produção industrial catarinense recuou 1,7% em janeiro de 2026
Gabriel Schwalbe Hoffmann
“A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal – PIM Regional – é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso da região Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.”
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Adam Smith: 250 anos
Michael Roberts
“Há 250 anos, na semana de 14.03.26, Adam Smith publicou “Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações”– e inventou a economia. Composta por cinco “livros” com mais de 1000 páginas. A Riqueza das Nações é, na verdade, o “Antigo Testamento” da economia política clássica, tendo “Princípios de Economia”, de David Ricardo, escrito em 1819, como o Novo Testamento.”
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TD 070-2026 – Municípios pequenos em risco? Os impactos da distribuição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em Santa Catarina
Foi publicado o Texto para Discussão nº 070, elaborado por Juliano Giassi Goularti, com o título “Municípios pequenos em risco? Os impactos da distribuição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em Santa Catarina”.
Para ler o texto, basta clicar aqui ou acessar a página de Textos para Discussão.
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Abundância e o “liberalismo que constrói”: uma nova gramática para o progresso brasileiro
José Luis Oreiro
“O debate político contemporâneo tem sido frequentemente reduzido a uma disputa entre o tamanho do Estado e a liberdade do mercado, uma dicotomia que, embora historicamente relevante, parece cada vez mais incapaz de oferecer soluções para os problemas estruturais do século XXI. Nos Estados Unidos, esse esgotamento intelectual deu origem a uma nova corrente de pensamento que Ezra Klein e Derek Thompson consolidam em sua obra seminal Abundance: What Progress Takes. (2025). Para o público brasileiro, especialmente à medida que nos aproximamos do ciclo eleitoral de 2026, essa obra — em diálogo com a historiografia econômica de J. Bradford DeLong (2022) e a visão pragmática de John Maynard Keynes (1933) — oferece um roteiro indispensável para superar a “política da escassez”e construir uma “agenda da abundância”.”
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Os três figurinos e a política de Fernando Haddad
Pedro Micussi
Thiago Aguiar“Fernando Haddad acaba de encerrar sua gestão à frente do ministério da Fazenda para concorrer ao governo do estado de São Paulo nas eleições de outubro, tarefa indicada por Lula e pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para garantir um palanque mais fortalecido à reeleição do presidente no maior colégio eleitoral do país. Nas últimas semanas, Haddad tem realizado um conjunto de movimentações pouco usuais aos políticos brasileiros, mas que são próprias à forma como o agora ex-ministro se posiciona no interior do campo político brasileiro: além de despachar no gabinete, participar de seminários partidários e de conversas sobre seu papel nas próximas eleições, ele tem-se dedicado ao lançamento de um livro cujo objetivo não é outro senão a interpretação do modo de produção soviético e do caráter do capitalismo contemporâneo.”
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Menos horas, mais civilização
Marcio Pochmann
“Cada vez que o Brasil reduziu a apropriação do tempo humano pelo trabalho, foi porque a sociedade havia dado um salto civilizatório e ampliado a esfera da cidadania. Há uma linha invisível que atravessa a história brasileira. Ela não está nos livros de economia, mas está em cada hora a menos que trabalhamos, em cada direito inscrito em lei, em cada geração que teve mais tempo para viver além do trabalho. Essa linha é a redução da jornada de trabalho e ela é um dos mais precisos indicadores de progresso civilizatório que uma sociedade pode oferecer.”
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