Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
  • Artigo com questionamentos ao governador sobre a flexibilização das medidas de distanciamento social

    Publicado em 08/04/2020 às 11:48

    DEZ PERGUNTAS QUE O GOVERNADOR AINDA PRECISA RESPONDER AOS CATARINENSES

    Lauro Mattei¹

    Desde que surgiu a epidemia provocada pelo novo coronavírus, na China no final de 2019, diversas medidas vêm sendo adotadas para combater a doença, denominada de COVID-19. Assim que se transformou em pandemia global, a Organização Mundial da Saúde (OMS-ONU) anunciou que a melhor forma de controlar a expansão dessa pandemia, dado a inexistência de um medicamento eficaz para seu tratamento, é a adoção do distanciamento e isolamento social.

    Para a OMS, a definição de pandemia é utilizada quando uma doença infecciosa se espalha rapidamente e afeta um grande número de pessoas em todo globo terrestre. Essa decretação de pandemia, na verdade, serve para alertar os chefes de Estados sobre a gravidade do problema, bem como sugerir a necessidade de se fazer investimentos e melhorias na infraestrutura de saúde para evitar a sobrecarga dos sistemas públicos que prestam esse serviço num período de tempo bastante curto, fato que poderia provocar o caos social.

    Após o surgimento dos primeiros casos no Brasil (final de fevereiro de 2020), o Ministério da Saúde decidiu seguir os protocolos internacionais e as próprias recomendações da OMS, cujo foco de ação é voltado à contenção da curva de crescimento do contágio epidêmico. Para tanto, a medida indicada – e que está sendo adotada pela maioria dos países afetados pela pandemia – foi a do isolamento e distanciamento social. Registre-se que este assunto se transformou em um grave caso político no país, sobretudo em função do posicionamento contrário a essa medida por parte do ignóbil presidente da república.

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  • TD 036 – 2020: A importância de se manter o isolamento e o distanciamento social como instrumentos para controlar a expansão do novo coronavírus em Santa Catarina

    Publicado em 05/04/2020 às 20:20

    “Assim, diante da inexistência de uma testagem mais ampla da população que indicasse o grau efetivo de contágio da população e do número de casos notificados nos últimos dias, recomenda-se que sejam mantidas por mais uma semana as medidas preventivas até então adotadas, com acompanhamento e avaliação do estágio de aceleração da epidemia.”

    O Texto de Discussão 036 aborda como está se desenrolando a pandemia no mundo, como está acontecendo no Brasil e as políticas públicas para combater a contaminação. Avalia as políticas do Governo de Santa Catarina, faz algumas  considerações e recomendações para evitar uma catástrofe em Santa Catarina.

    Outros textos para discussão estão disponíveis na aba Texto para Discussão no site do NECAT.

    TD 36 - 2020


  • TD 035 – 2020: A crise econômica decorrente do COVID-19 e as ações da equipe econômica do governo atual

    Publicado em 31/03/2020 às 17:36

    “Uma economia nessas condições e sendo afetada diretamente pela crise decorrente do COVID-19 terá enormes desafios pela frente. Diante desses fatos novos, entendemos que o governo federal precisa atuar rapidamente em três frentes essenciais: garantir a solvência das empresas (sobretudo do capital de giro) para que elas continuem funcionando; garantir a manutenção dos níveis de emprego e de salários dos trabalhadores; e atender aos segmentos mais vulneráveis da população que, além de excluídos economicamente, estão mais expostos à própria epidemia.”

    O TD aborda a questão dos impactos econômicos decorrentes da pandemia que assola o mundo, apresenta diagnósticos da situação, faz projeções e recomendações do que deve ser feito para enfrentar as consequências do atual momento. O documento é formado por 5 artigos escritos pelo Prof. Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT, e pode ser lido clicando aqui.

    Outros textos para discussão estão disponíveis na aba Texto para Discussão no site do NECAT.

    L'immagine può contenere: il seguente testo "NECAT DE ESTUDOS DE ECONOMIA CATARINENSE PARA DISCUSSÃO 35/2020 A CRISE DECORRENTE DO COVID-19 19 E AS AÇÕES DA EQUIPE ECONÔMICA DO GOVERNO ATUAL Lauro Mattei"


  • A crise econômica e as falácias do posto Ipiranga

    Publicado em 18/03/2020 às 14:15

    “O fato concreto é que estamos a caminho de um processo expressivo de desaceleração da economia mundial que certamente afetará a economia brasileira, uma vez que os problemas decorrentes do coronavírus poderão se estender ao longo de todo o ano de 2020. Neste caso, não seria nenhuma surpresa se a taxa de crescimento do PIB para esse ano voltasse a apresentar resultados negativos. Some-se a isso o fato de que as tão propaladas reformas deverão ter maiores dificuldades para serem aprovadas no Congresso Nacional devido ao fato que em breve o país entrará em um período eleitoral.”

    Notícia completa no site da Carta Maior.

     


  • Sistema de Contas Regionais: Santa Catarina em 2017

    Publicado em 22/01/2020 às 14:48

    O PIB do Estado de Santa Catarina foi estimado em R$ 277,19 bilhões em 2017, enquanto a variação em volume foi de 4,0%. Sua participação na economia nacional saiu de 4,1% para 4,2%, entre 2016 e 2017, o que garantiu ao estado voltar à sexta posição entre os maiores PIBs do País; posição que havia perdido para a Bahia em 2016. As atividades de destaque da economia catarinense no ano foram Indústrias de transformação, Comércio e recuperação de veículos automotores e motocicletas e Atividades imobiliárias.

    A Agropecuária representou 6,1% do valor adicionado bruto do estado em 2017 e teve crescimento em volume de 9,5%. O resultado foi influenciado pela Agricultura, inclusive apoio à agricultura e a pós-colheita e pela Produção florestal, pesca e aquicultura, que variaram em volume 11,0% e 15,0%; respectivamente. Na primeira atividade, houve aumento do cultivo de arroz, de milho e de soja, enquanto na segunda destacou-se a silvicultura de lenha e madeira em tora. Porém, em termos de valor corrente, a atividade da agricultura perdeu participação entre 2016 e 2017, de 3,7% para 3,0%, devido à queda de preços dos mesmos produtos que garantiram o aumento em volume.

    A Indústria catarinense apresentou variação em volume 1,4% em 2017, em que o crescimento de Indústrias de transformação, compensou as quedas nas demais atividades industriais. Indústrias de transformação manteve-se como a atividade de maior participação na economia do estado, com 20,0% em 2017 (19,0% em 2016), e cresceu 4,1% em volume devido à fabricação de produtos alimentícios, fabricação de celulose, metalurgia e fabricação de peças e acessórios para veículos automotores. Já Construção teve queda em volume pelo terceiro ano consecutivo e redução de 1,0 ponto percentual, de 5,8% para 4,8%, na participação no valor adicionado bruto estadual.

    O resultado em volume dos Serviços foi positivo e igual a 3,9%, influenciado sobretudo por Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e Atividades imobiliárias, duas das principais atividades de serviços. Em relação ao comércio, Santa Catarina foi a Unidade da Federação com maior variação em volume da atividade (10,8%), devido aos comércios varejistas de hipermercados, combustíveis, móveis e eletrodomésticos e equipamentos de informação e comunicação. Já em Atividades imobiliárias, a variação em volume de 2,9% foi influenciada sobretudo pelo aluguel de imóveis próprios.

    Fonte: Sistema de Contas Regionais: Brasil – 2017. Principais destaques por Unidade da Federação


  • A nova realidade rural e agrária do País

    Publicado em 26/11/2019 às 16:53

    Depois de exatamente 10 anos (Censo Agropecuário de 2006 publicado em 2009) foram divulgados recentemente os resultados do Censo Agropecuário realizado em 2017. Com isso, é possível se conhecer a nova realidade do país em termos da produção agropecuária e da estrutura agrária. O censo acabou de comprovar uma tendência já em curso há muitos anos em relação à expansão da fronteira agropecuária para a Amazônia. Esses aspectos e um conjunto de outras informações sobre o Brasil e, em particular, sobre Santa Catarina, serão disponibilizadas e discutidas durante o 17º Seminário NECAT, que contará com a presença do Gerente Técnico do Censo Agropecuário do IBGE Nacional, senhor Antônio Carlos Simões Florido.

    Sobre o palestrante:
    Antônio Carlos Simões Florido – Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Gerente Técnico do Censo Agropecuário 2017.

    O evento ofertará emissão de certificados de participação mas para tanto deverá ser feito a inscrição nas palestras.

    Locais e horários:
    ♦ Às 14h 30min no Auditório da EPAGRI: Resultados do Censo Agropecuário 2017 sobre Santa Catarina
    Link para inscrição: http://inscricoes.ufsc.br/17-seminario-sc

    ♦ Às 18h 30min no Miniauditório de Economia: Resultados do Censo Agropecuário 2017 sobre o Brasil
    Link para inscrição: http://inscricoes.ufsc.br/17-seminario-br


  • Divulgados os dados da evolução do emprego formal de Santa Catarina em 2018

    Publicado em 04/11/2019 às 15:22

    O Necat concluiu a atualização de sua série de dados referentes à Evolução dos Postos Formais de Trabalho, com base nos dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS),datados de 2018.

    As tabelas disponibilizadas contam tanto com os agregados de Santa Catarina, quanto com os dados relativas a cada uma das mesorregiões do estado. Essas informações são organizadas segundo setores e subsetores de atividade econômica, sexo, escolaridade, faixa etária, jornada de trabalho e remuneração mensal dos postos de trabalho, abrangendo o período que vai de 1991 até 2018.

    Além disso, estão disponíveis também cruzamentos de dados, relacionando diferentes atributos do mercado de trabalho formal. Dessa forma, é possível analisar a dispersão dos postos formais de trabalho entre ramos de atividade econômica e sexo dos trabalhadores, quais são os setores de atividade econômica mais bem remunerados e assim por diante.


  • Necat dá início às atividades do Grupo de Estudos de Formação Econômica de Santa Catarina

    Publicado em 01/10/2019 às 16:52

    A temática da economia regional tem sido pouco abordada nos currículos convencionais da UFSC. Mesmo no curso de Economia, a maioria dos estudantes formam-se sem um contato mínimo com a socioeconomia de Santa Catarina. No intuito de ajudar a cobrir essa lacuna, o Necat está criando o Grupo de Estudos de Formação Econômica de Santa Catarina (GEFESC), cujo objetivo é ler e interpretar o livro Formação Econômica de Santa Catarina, de Alcides Goularti Filho.

    Publicada originalmente em 2002, essa obra já se tornou um clássico da historiografia econômica de Santa Catarina. Em suas 340 páginas, o livro fornece o que é provavelmente a mais bem-acabada abordagem do processo de constituição da economia catarinense, estabelecendo uma periodização que vai de 1880 até o liminar do século XXI.

    Encontros

    O planejamento inicial é que o Grupo se reúna semanalmente para debater os capítulos do livro. Para tanto, é necessária a leitura prévia de cada capítulo, conforme cronograma a ser estabelecido no primeiro encontro, que está marcado para dia 7 de outubro (segunda-feira), às 16h na sala 002 CSE (térreo do bloco salas de aula).

    Além de estabelecer o cronograma, o primeiro encontro contará com a presença do coordenador do Necat, professor Lauro Mattei, e debaterá a Introdução e o Capítulo 1 do livro Formação Econômica de Santa Catarina (aproximadamente 30 páginas). O livro encontra-se disponível na Biblioteca Universitária, mas também pode ser acessado por meio dos integrantes do grupo.

    Interessados, favor entrar em contato pelo e-mail necat.ufsc@gmail.com, ou pelo Facebook.

    Após a conclusão das atividades do semestre, o Necat disponibilizará certificados de horas complementares para os participantes das atividades.


  • NECAT analisa a importância da UFSC na sociedade

    Publicado em 23/09/2019 às 15:54

    Diante do clima de mobilizações estudantis, o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (NECAT/UFSC) foi convidado a elaborar um estudo sobre os impactos sociais e econômicos da Universidade Federal de Santa Catarina na sociedade.

    O objetivo do Texto de Discussão Nº 32 é apresentar à comunidade tudo que a UFSC proporciona, os serviços, a extensão, a geração de emprego e o papel cidadão ao longo dos anos.

    A leitura do texto pode ser feita clicando aqui, ou acessando a aba de Textos de Discussão onde estão disponíveis outros textos do NECAT.


  • Projeto de pesquisa vinculado ao Necat divulga resultados sobre o comportamento do mercado de trabalho de Santa Catarina

    Publicado em 26/08/2019 às 15:41

    O Necat estará participando do  29º Seminário de Iniciação Científica (SIC/UFSC). O Núcleo será representado pelo projeto de pesquisa intitulado “Análise da Dinâmica e da Evolução do Mercado de Trabalho no Estado de Santa Catarina entre 2001 e 2017”, realizado pelo bolsista Vicente Loeblein Heinen, sob orientação do prof. Lauro Mattei.

    A pesquisa contou com financiamento do CNPq e seu relatório completo está disponível na seção Relatórios de Pesquisa, juntamente com os arquivos de anos anteriores.

    Confira o vídeo de apresentação do projeto.


  • Quais são os municípios de Santa Catarina com o melhor IDHMR?

    Publicado em 21/08/2019 às 15:21

    Além do IDHM abordado anteriormente existe outros três dimensões apresentadas do desenvolvimento humano municipal, sendo elas: Educação, longevidade e renda; esta último será objeto de estudo nesta postagem.

    O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil define que o IDHMR como “a renda per capita da população, ou seja, a renda média mensal dos indivíduos residentes em determinado lugar”, o valor é expresso em reais e tem como base o dia 1º de agosto de 2010, os valores dos rendimentos apurados a partir do Censo Demográfico de 1991 e 2000, em cruzeiros de 1º de setembro de 1991 e em reais de 1º de agosto de 2000, foram convertidos em reais constantes de 1º de agosto de 2010 e deflacionado pelo Índice Nacional de Preços do Consumidor (INPC) do IBGE. A forma de obtenção dos dados é através do questionário de amostra do Censo Demográfico e é “corresponde à razão entre o somatório de todos os rendimentos de todos os indivíduos residentes no lugar de referência, recebidos no mês anterior à data do Censo, e o número total desses indivíduos.”.

    Este indicador, assim como o IDHM, também mensurado de 0 a 1 e é utilizado para medir a capacidade média de aquisição de bens e serviços por indivíduos de uma determinada localidade, no caso desta postagem seria dos municípios de Santa Catarina. É importante frisar que uma das fragilidades do índice é que mesmo que tenha valores altos não garante que tenha uma igualdade entre as pessoas, pois são os valores do rendimento dividido pelo total da população.

    O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil publicou em seu site os valores e o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense organizou de forma que é possível ranquear os dez maiores e os cinco menores valores do índice, sendo estes:

    1991

    Florianópolis 0,763
    Balneário Camboriú 0,738
    Blumenau 0,726
    Joaçaba 0,714
    Jaraguá do Sul 0,711
    São José 0,694
    Brusque 0,693
    Joinville 0,692
    Xavantina 0,691
    Turvo 0,682
    Jupiá 0,443
    Bandeirante 0,440
    São Bernardino 0,434
    Santa Terezinha do Progresso 0,427
    Tigrinhos 0,418

    2000

    Balneário Camboriú 0,848
    Florianópolis 0,828
    Itapema 0,771
    Blumenau 0,761
    Lacerdópolis 0,760
    Joaçaba 0,757
    São Martinho 0,751
    Braço do Norte 0,751
    São Carlos 0,749
    São José 0,748
    Bela Vista do Toldo 0,541
    Tigrinhos 0,537
    Cerro Negro 0,528
    Calmon 0,514
    Entre Rios 0,490

    2010

    Florianópolis 0,870
    Balneário Camboriú 0,854
    Rio Fortuna 0,848
    Treze Tílias 0,838
    Joaçaba 0,823
    Presidente Castello Branco 0,813
    Blumenau 0,812
    Timbó 0,807
    Seara 0,804
    São José 0,799
    Lebon Régis 0,632
    Matos Costa 0,630
    Bela Vista do Toldo 0,624
    São José do Cerrito 0,618
    Calmon 0,618

    Para acessar tabelas completas, o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense disponibiliza através do link

    Para mais informações e publicações, acesse: www.necat.ufsc.br


  • IDHM de Santa Catarina: Quais são os municípios de Santa Catarina com o melhor IDH?

    Publicado em 14/08/2019 às 16:40

    Quais são os municípios de Santa Catarina com o melhor IDH?

    O IDH é um índice criado pelos pesquisadores Mahbub Ul Haq e Amartya Sem e permite ao pesquisador que analise a situação da localidade através de um indicador mais robusto, não analisando somente pela renda dos trabalhadores mas também pela saúde e educação, como a própria PNUD, Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, afirma em em seu site quanto à elaboração do índice: “A renda é importante, mas como um dos meios do desenvolvimento e não como seu fim. É uma mudança de perspectiva: com o desenvolvimento humano, o foco é transferido do crescimento econômico, ou da renda, para o ser humano.”

    Assim, o IDH é amplamente utilizado a fim comparativo entre Países, Estados e Cidades, variando sempre de 0 a 1, sendo 0 uma situação de baixo desenvolvimento e próximo a 1 uma situação de muito alto desenvolvimento humano.

    Os dados do IDH, seja de maneira agregada ou quanto à longevidade (IDHM Longevidade), educação (IDHM Educação) ou renda (IDHM Renda), estão disponibilizados através do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, os dados extraídos estão disponíveis e elaborados em tabelas de acesso livre que podem ser obtidas através do site do NECAT, basta entrar no item “Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – PNUD” na aba de “Informações Sociais”, alocada na seção de “Estatística de Santa Catarina”.

    Quanto à pergunta inicial, os municípios de Santa Catarina mantêm uma constância nas primeiras colocações do melhor IDHM do Estado, nos três períodos de análise (1991, 2000 e 2010) as primeiras colocações estão entre Florianópolis, Balneário Camboriú e Joaçaba.

    IDH 1991

    Em 1991, a classificação dos melhores IDH é: Florianópolis (0,681); Joaçaba (0,635); Balneário Camboriú (0,630); São José (0,626); Blumenau (0,611); Jaraguá do Sul (0,602); Tubarão (0,602); Brusque (0,591); Itajaí (0,588); Joinville (0,585). Já os piores foram: Bela Vista do Toldo (0,316); Ouro Verde (0,315); Saltinho (0,313); Tigrinhos (0,308); Vargem (0,288). No mesmo ano, o IDH de Santa Catarina foi 0,543 e do Brasil foi 0,493.

    IDH 2000

    Em 2001, a classificação dos melhores IDH é: Balneário Camboriú (0,777); Florianópolis (0,766); Joaçaba (0,741); Jaraguá do Sul (0,740); Blumenau (0,727); Tubarão (0,721); Brusque (0,720); São José (0,718); Schroeder (0,712); Joinville (0,711). Os piores foram: Entre Rios (0,487); Brunópolis (0,481); Cerro Negro (0,475); Timbó Grande (0,453); Calmon (0,427). O IDH catarinense foi 0,674 e o brasileiro 0,612.

    IDH 2010 

    Em 2010, a classificação dos melhores IDH é: Florianópolis (0,847); Balneário Camboriú (0,845); Joaçaba (0,827); Joinville (0,809); São José (0,809); Blumenau (0,806); Rio Fortuna (0,806); Jaraguá do Sul (0,803); Rio do Sul (0,802); São Miguel do Oeste (0,801). Os piores IDHM do Estado são: Campo Belo do Sul (0,641); São José do Cerrito (0,636); Vargem (0,629); Calmon (0,622); Cerro Negro (0,621). No mesmo ano, o IDH de Santa Catarina foi 0,774 e o do Brasil foi 0,727.

    Para acessar estatísticas referentes ao dados do IDHM, o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense disponibiliza tabelas, é possível acessar através do link.

     

     


  • Nova edição da Revista NECAT debate a Reforma da Previdência

    Publicado em 05/07/2019 às 16:50

    Foi publicada hoje a nova edição da Revista NECAT, referente ao primeiro semestre de 2019. A Revista, fundada em 2012, chega ao seu 15º número, o qual conta com quatro artigos, todos pautados pelo debate central à socioeconomia nacional e, por consequência, catarinense, neste momento.

    Artigos desta edição:

    Reforma da previdência social brasileira e a experiência internacional: custeio, benefícios, capitalização, mercado de trabalho e demografia | Milko Matijascic e Stephen J. Kay

    Reforma da Previdência: qualificando o debate brasileiro à luz de experiências internacionais | Lena Lavinas e Ana Carolina Cordilha

    Afinal de contas, a Previdência tem déficit? | Clemente Ganz Lúcio e Clóvis Scherer

    (Des)estruturação da Seguridade Social no Brasil: Reforma da Previdência e desoneração com contribuições sociais | Juliano Giassi Goularti e Rossandra Oliveira Maciel de Bitencourt

     


  • Coordenador do NECAT concede entrevista sobre a Reforma da Previdência

    Publicado em 04/07/2019 às 16:01

    À Agência de Comunicação (Agecom) da UFSC, o prof. Lauro Mattei, coordenador do NECAT, concedeu uma entrevista, onde fala sobre a Reforma da Previdência no Brasil. Confira abaixo a entrevista na íntegra:


  • Encontro com Milton Santos: O mundo global visto do lado de cá

    Publicado em 10/06/2019 às 14:15

    Milton Santos foi um geógrafo brasileiro nascido em 24 de junho de 1926 na cidade de Brotas de Macaúbas, Bahia. Ele é considerado por muitos como o maior pensador da história da Geografia no Brasil, nas inúmeras produções dele foram recorrentes estudos com as temáticas da epistemologia da Geografia, a globalização e espaço urbano. Milton conquistou muitos prêmios em decorrências das suas relevantes produções, sendo a principal premiação dele em 1994, na ocasião ganhou o Prêmio Vautrin Lud, o Nobel de Geografia, ele foi o único brasileiro a conquistar esse prêmio e o primeiro geógrafo fora do mundo Anglo-Saxão a realizar tal feito. O geografo veio a falecer em 2001, aos 75 anos de idade.

    A família do geógrafo Milton Santos reuniu toda a herança intelectual no seu site, onde tudo está classificado em biografias, livros, artigos, pesquisas e materiais audiovisual.

    Também foi disponibilizado o documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler protagonizado por Milton Nascimento através de uma entrevista gravada quatro meses antes de sua morte, o documentário discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes), Milton Santos não era contra a globalização e sim contra o modelo de globalização vigente no mundo, o que ele chamava “globalitarismo”. Analisando as contradições e os paradoxos deste modelo econômico e cultural, Milton enxergou a possibilidade de construção de uma outra realidade, que ele considerava “mais justa e mais humana”.

    Confira abaixo o vídeo.