Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
  • As celebrações dos 30 anos do Plano Real – 26ª EDIÇÃO DA REVISTA NECAT

    A Revista NECAT vem contribuindo para promover e disseminar o conhecimento sobre os mais distintos temas e assuntos pertinentes ao desenvolvimento socioeconômico do país e do estado catarinense. Nesta edição contamos com as contribuições de um conjunto de autores que se debruçaram a analisar os últimos trinta anos sob a ótica do papel desempenhado pelo programa de estabilização monetária instituído em julho de 1994.

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  • Pelo fim do teto de gastos

    Paulo Kliass*

    Alguns dos problemas mais graves que vêm afetando a sociedade brasileira ao longo das últimas décadas podem ser condensados em um binômio de natureza bastante perversa: a desindustrialização combinada à financeirização. Ao contrário do que afirmam aqueles que defendem o ocorrido, não se trata de um processo natural e inevitável, decorrente apenas de uma tendência geral observada em quase todos os países do mundo. A forma como o fenômeno tomou corpo no Brasil demonstra que foi algo estimulado e induzido a partir de decisões tomadas no âmbito do aparelho de Estado e que foram implementadas sob a forma intencional de políticas públicas devastadoras.
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  • Jornada de trabalho na escala 6×1: a insustentabilidade dos argumentos econômicos e uma agenda a favor dos trabalhadores e das trabalhadoras

    Pietro Borsari*

    Ezequiela Scapini**

    José Dari Krein***

    Marcelo Manzano****

    Na última semana a bandeira pelo fim da jornada de trabalho 6×1 retornou à agenda pública brasileira. A pauta, que tomou muito setores da esquerda de surpresa, tem atraído milhares de trabalhadores e trabalhadoras que veem suas vidas sufocadas pela jornada extenuante e por condições de trabalho cada vez mais precárias. Não são poucos os relatos nas redes sociais de sobrecarga e assédio no âmbito de trabalho e só a petição pública feita pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) já conta com mais de 2 milhões de assinaturas.
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  • A reunião do G20 no Brasil

    Lauro Mattei*

    A cúpula do G20 – grupo de líderes das vinte maiores economias do mundo – realizou sua reunião anual de 2024 no Rio de Janeiro entre os dias 18 e 19.11.2024. Nesta edição, além dos Chefes de Estado do G20[1], foram convidados diversos líderes mundiais, além de organismos internacionais (ONU/FAO/OMS/BID, etc.). Com isso, pode-se dizer que o mundo político mundial esteve presente neste fórum organizado e realizado pelo Governo Brasileiro.
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  • Donald Trump e o sistema mundial

    José Luís Fiori*

    A maioria dos analistas está de acordo que o fracasso internacional do governo de Joe Biden teve um papel importante na vitória de Donald Trump, nas eleições do dia 5 de novembro de 2024. Com destaque para a humilhante retirada americana do Afeganistão; para o fracasso da OTAN na Guerra da Ucrânia; ou finalmente, para a ambiguidade dos EUA frente ao genocídio israelense da Faixa de Gaza, dividido entre seus apelos humanitários, e o fornecimento direto das armas, do dinheiro e das informações utilizadas pelo governo de Israel no bombardeio da população palestina.
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  • A eleição presidencial dos EUA: a economia

    Michael Roberts*

    O mercado de ações dos EUA está crescendo, o dólar está em alta nos mercados de câmbio, a economia dos EUA está rolando perto de 2,5% de crescimento real do PIB, o desemprego não é superior a 4,1%.  Parece que a economia dos EUA está alcançando o que vem sendo chamado de ‘pouso suave’, ou seja, uma saída da crise pandêmica de 2020 sem recessão.  Na verdade, parece não haver pouso algum.  Alguns chegam a pensar num rejuvenescimento: a economia dos EUA estaria ficando cada vez mais jovem e melhor.
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  • Informativo NECAT – 33ª edição: Novembro de 2024

    Foi publicada a edição de número 33 do informativo NECAT.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Inf. Necat Edição atual.


  • O prêmio nobel de economia

    Michael Roberts*

    É preciso dizer que as teorias que avançam para a “recuperação do atraso” são vagas e, como tais, pouco convincentes

    Ponto 1

    Daron Acemoglu, Simon Johnson e James A. Robinson receberam, agora em 2024, o prêmio Nobel (que, na verdade, é o prêmio Riksbank) de Economia “por seus estudos sobre a formação das instituições e sobre como elas afetam a prosperidade”. Daron Acemoglu e Simon Johnson são professores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. James Robinson é professor da Universidade de Chicago, também nos Estados Unidos.
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  • O mito do desenvolvimento econômico

    Luiz Carlos Bresser-Pereira*

    Considerações sobre o livro de Celso Furtado.

    Em 1974, quando Celso Furtado publicou O mito do desenvolvimento econômico, ele estava preocupado com o problema dos recursos naturais não-renováveis que estabeleciam um limite para o crescimento da renda e do consumo no mundo – preocupação que se apoiava no livro recém-publicado, The limits of growth, preparado por um grupo interdisciplinar do M.I.T. para o Clube de Roma.1
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  • TD 064-2024- ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA POBREZA MONETÁRIA NO BRASIL E EM SANTA CATARINA NO PERÍODO ENTRE 2012-2022

    Foi publicado o Texto para Discussão nº064, elaborado por Lauro F. Mattei, Samya Campana, Kauê S. Alexandre e Bonifácio Packer, com o título “Análise da evolução da pobreza monetária no Brasil e em Santa Catarina no período entre 2012-2022”

    Para ler o texto, basta clicar aqui ou acessar a Aba de Textos para Discussão.


  • Urbanização em lugar da industrialização

    Fernando Nogueira da Costa*

    A tradição do nacional-desenvolvimentismo foi a defesa da industrialização no Brasil para tirar o atraso histórico. Uma parte da esquerda, nos anos 1950s, defensora do “socialismo em um só país”, isto é, na URSS, chegou a defender ardorosamente a aliança da classe operária com a burguesia nacional com esse propósito, dispondo a aceitar os baixos salários reais sem reposição!
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  • O recente estresse do mercado financeiro: somente desconfiança quanto à política fiscal?

    Rogério Sobreira*

    No começo do mês de outubro, o mercado financeiro apresentou mais um episódio de estresse – representado majoritariamente pela “abertura” da curva de juros e pela elevação das taxas de inflação implícita – o qual foi vastamente atribuído pela grande imprensa como produto da indisposição – ou incapacidade – do governo federal em buscar o controle das despesas a fim de cumprir o estabelecido no novo arcabouço fiscal.
    O objetivo deste artigo é analisar até que ponto este episódio de estresse pode ser creditado à piora nas expectativas a respeito da política fiscal, bem como discutir as razões desta piora e a pertinência das mesmas.
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  • TD 063-2024- A MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS MELHORA O DESEMPENHO ESCOLAR? EVIDÊNCIAS A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DESSAS ESCOLAS NO ESTADO DE SANTA CATARINA

    Foi publicado o Texto para Discussão nº063, elaborado por Lauro F. Mattei e Vicente Loeblein Heinen,  com o título “A militarização das escolas melhora o desempenho escolar? Evidências a partir da implantação dessas escolas no estado de Santa Catarina”

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  • BRICS – Como chegar a uma nova moeda de reserva internacional?

    Paulo Nogueira Batista Jr.*

    Os BRICS vêm discutindo há algum tempo a possibilidade de construir arranjos alternativos ao dólar norte-americano e ao sistema de pagamentos ocidentais. A atual ordem — mais correto seria dizer desordem — monetária e financeira internacional, dominada pelos Estados Unidos e seus aliados, se mostra crescentemente disfuncional e insegura. O sistema foi transformado em arma geopolítica para aplicação de sanções, punições e confiscos.
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  • As políticas públicas do Governo Federal e a melhoria da renda das famílias promoveram redução do trabalho infantil em Santa Catarina em 2023

    Vicente Loeblein Heinen*

    O IBGE divulgou recentemente a edição temática da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) sobre o trabalho infantil, com dados referentes a 2023. De acordo com o levantamento, no último ano havia 1,6 milhão de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no Brasil e 41 mil em Santa Catarina. Em ambos os casos, trata-se do menor número da série histórica, iniciada em 2016.
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