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Ainda não é a hora de relaxar as medidas de prevenção, aponta o Boletim Covid-19 em SC
Foi publicada a edição de número 21 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “Ainda não é hora de relaxar com as medidas de prevenção da doença” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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Desigualdade de renda cresceu em Santa Catarina em 2019
As tabelas referentes ao Índice de Gini de Santa Catarina foram atualizadas no site do Necat. Agora foram incluídos também os índices calculados a partir dos dados anuais da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD) Contínua do IBGE.
No caso da distribuição do rendimento domiciliar per capita, o índice de Gini catarinense passou de 0,417 para 0,422 entre 2018 e 2019. Já no caso da distribuição do rendimento médio mensal real da população ocupada, em todos os trabalhos, o índice estadual era de 0,398 em 2018, tendo subido para 0,405 na média de 2019. Esses dados indicam que, embora Santa Catarina matenha-se com a melhor distribuição de renda relativa dentre todas as unidades da federação, a desigualdade de renda tem crescido no estado.
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Está publicada a 20ª edição do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina
Foi publicada a edição de número 20 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. Neste boletim, a temática abordada foi sobre a desaceleração desigual da doença nas microrregiões catarinenses.
A versão foi intitulada “a Covid-19 está em desaceleração em SC, porém com diferenças entre as microrregiões” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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Lançamento de Novas Redes Sociais
O NECAT agora tem novas redes sociais. Nelas publicaremos os conteúdos de análise sobre a economia de Santa Catarina e divulgaremos nossos eventos. Acesse para se manter sempre atualizado!
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Santa Catarina perdeu 163 mil postos de trabalho no 1º semestre de 2020
Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]
Em texto anterior mostramos que a crise associada à pandemia provocada pelo novo coronavírus afetou intensamente os principais indicadores do mercado de trabalho catarinense já no 1º trimestre de 2020, quando houve a perda de 62 mil postos de trabalho. Recentemente, o IBGE divulgou os resultados regionais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) relativos ao 2º trimestre de 2020, o que permite contextualizar o cenário estadual no período mais agudo da pandemia no país, contemplando todo o primeiro semestre de 2020.
No conjunto do país a taxa de desocupação atingiu 13,3% no trimestre compreendido entre abril e junho, registrando variação interanual de 1,5 ponto percentual (p.p.). Em Santa Catarina, essa taxa ficou em 6,9%, de modo que o estado se manteve com o menor índice de desemprego dentre todas as unidades da federação. Apesar disso, os impactos da pandemia no mercado de trabalho catarinenses não foram menos graves. No 2º trimestre de 2020, a taxa de desocupação estadual subiu 1,1 p.p. com relação ao trimestre anterior, e 1,2 p.p. com relação ao mesmo trimestre de 2019 (Gráfico 1).
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Confira como foi o debate “O impacto da pandemia nos preços dos alimentos”
O evento “Impactos da Pandemia nos Preços dos Alimentos“, organizado pelo Necat/UFSC, foi realizado em sala virtual no dia 15/09/20. O tema foi debatido por Lauro Mattei, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC e Coordenador Geral do Necat; Haroldo Tavares Elias, da CEPA/EPAGRI; e Mauricio Mulinari, do DIEESE.
Confira como foi o evento no vídeo abaixo.
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Boletim da Covid-19 em SC nº 19 apresenta as tendências distintas da doença entre as 20 microrregiões do estado
Está publicada a 19ª edição do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. Na edição atual, o tema é a discussão dos seis meses de pandemia em solo catarinense e a situação divergente das microrregiões do estado.
A edição, intitulada A Covid-19 após seis meses: tendências muito distintas entre as 20 microrregiões do estado, foi assinada por Lauro Mattei e mostra como o processo está se dando nos diferentes locais:
Todavia, esse cenário é muito distinto quando se analisa o comportamento da doença nas 20 microrregiões do estado, uma vez que enquanto em algumas delas está em curso um processo de desaceleração do ritmo de contágio, em outras o processo de contaminação ainda se encontra em ascensão, sobretudo naquelas microrregiões que têm menor peso no cômputo geral dos casos oficialmente registrados.
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Panorama do orçamento dos domicílios catarinenses a partir da POF 2017/2018
Por: Mateus Victor Fronza * e Vicente Loeblein Heinen **
A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) é realizada pelo IBGE em intervalos de seis ou sete anos e tem por objetivo avaliar “as estruturas de consumo, de gastos, de rendimentos e parte da variação patrimonial das famílias, oferecendo um perfil das condições de vida da população a partir da análise dos orçamentos domésticos”[1].
A POF é realizada desde o biênio 1987-1988, com edições em 1995-1996, 2002-2003 e 2008-2009. Recentemente, foram divulgados os primeiros resultados de sua nova edição, referentes ao período 2017-2018, os quais revelam mudanças importantes nas condições de vida das famílias brasileiras e catarinenses.
Assim, este texto tem por objetivo atualizar a situação dos orçamentos domiciliares de Santa Catarina, tendo em vista sua evolução em comparação com a pesquisa anterior (2008-2009). Para tanto, ele está estruturado em duas seções: uma referente às despesas e a outra referente aos rendimentos dos domicílios.
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A Covid-19 continua se espalhando pelas microrregiões de Santa Catarina, aponta o Boletim da Covid-19 em SC nº 18
Foi publicado o Boletim da Covid-19 em Santa Catarina de número 18. Conforme o Necat já havia apontado, houve uma massiva inclusão de casos no dia 31 de agosto, resultado da grande subnotificação nos dados do Governo de Santa Catarina. Mesmo assim, o documento teve algumas reformulações e segue sendo publicado semanalmente pelo Necat.
Na edição atual, intitulada a Covid-19 continua se espraiando por diversas microrregiões do Estado, é abordado no estudo o avanço da doença pelas cidades catarinenses, conforme Lauro Mattei afirma:
Isso significa que agregadamente o nível de contágio da população catarinense ainda continua num ritmo acelerado, muito embora em algumas microrregiões já está sendo observada uma desaceleração da curva de contágio. O mais preocupante é que no mesmo período o número de óbitos cresceu em um ritmo muito maior, uma vez que foram registradas 1.192 mortes ao longo do mês de agosto, colocando Santa Catarina como destaque nacional.
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Nota de esclarecimento sobre os dados oficiais da Covid-19 em Santa Catarina
Diante das alterações nos dados oficiais sobre a COVID-19 em SC promovida pelo governo do estado no dia 31 de agosto de 2020, esclarecemos:
1) Que até o dia 18/04/2020 o Necat/UFSC sistematizou os dados e elaborou suas análises sobre a Covid-19 em Santa Catarina com base em informações disponibilizadas pelo Ministério da Saúde. Tais documentos estão disponíveis na aba “Covid-19 em SC“;
2) Que somente a partir do dia 18/04/2020 passou-se a utilizar as informações fornecidas pelo Boletim Novo Coronavírus produzido diariamente pelo governo do estado, registrando-se que edições anteriores a essa data não estavam (e ainda não estão) disponíveis para download, exceto as de 14 e 15/04/2020;
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Santa Catarina pode ter atingido o pico de contágio, segundo Boletim da Covid-19 em SC
Foi publicado a 17ª edição do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. Nesta edição, o boletim volta a abordar sobre as taxas de contágio da doença.
Segundo os dados da publicados no relatório, há um indicativo de que a doença possa ter atingido o pico da doença no final de julho e durante agosto, e agora segue numa trajetória com tendência decrescente em Santa Catarina. Apesar disso, ainda deve ser feito a análise das realidades observando a espacialidade de Santa Catarina, pois as microrregiões apresentam situações distintas.
A edição, intitulada Estado pode ter atingindo o pico de contágio, foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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Foi publicado o Boletim da Covid-19 em SC de número 16
Já está disponível para a leitura a 16ª edição do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. Nesta edição, o boletim aborda sobres as taxas de contágio da doença, verificada através do estudo de indicadores, aparentaram estar diminuindo em determinadas microrregiões.
A edição, intitulada Taxas de contágio dão sinais de desaceleração em algumas microrregiões, foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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A 16ª edição da revista NECAT adota como temática o Censo Agropecuário de 2017
O novo número da Revista NECAT está disponível. A Revista chega à sua 16ª edição analisando os resultados do Censo Agropecuário de 2017. Para realizar a leitura, a revista completa pode ser acessada aqui: 16ª Edição da Revista NECAT
Os artigos que compõem a edição são:
O Censo Agropecuário 2017 | Gerson Teixeira;
Comunicação de Pesquisa: Delimitando a Agricultura Familiar nos Censos Agropecuários Brasileiros | Mauro Del Grossi e outros;
A Identificação da Agricultura Familiar no Censo Agropecuário 2017 | Mauro Del Grossi;
Avanço do Grande Capital Sobre a Pequena Propriedade Rural: Análise das Mudanças Estruturais na Agricultura Catarinense | Mauricio Mulinari;
A Revista NECAT encontra-se disponível em nova plataforma, que agora passa receber as novas submissões, em fluxo contínuo.
As edições anteriores ainda podem ser acessadas na antiga plataforma.
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O boletim Covid-19 nº 15 aborda os cinco meses do primeiro caso da doença em Santa Catarina
Está publicada a 15ª edição do Boletim Covid-19 em Santa Catarina. Nesta edição, o boletim traz um balanço dos 5 meses desde o primeiro caso da doença no estado, mostrando a trajetória da pandemia em Santa Catarina, dando o panorama atual e fazendo projeções do avanço da doença no estado.
A edição, institulada Cinco meses da Covid-19 em Santa Catarina: panorama e perspectivas, foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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TD 042/2020 – Quatro meses da MP 936: Balanço dos impactos no mercado de trabalho catarinense
O Texto para Discussão 042/2020, de autoria de Vicente Loeblein Heinen, analisa os impactos do Programa Emergencial de Manutenção de Emprego e Renda sobre o mercado de trabalho de Santa Catarina. O Programa foi instituído pela MP 936, que permitiu a suspensão de contratos e a redução de jornadas de trabalho a partir de 1º de abril de 2020. Após sintetizar os principais pontos da medida, o texto caracteriza os acordos firmados no estado, analisando sua abrangência e sua distribuição por tipo de adesão, setor de atividade econômica, faixa etária dos trabalhadores, além de identificar os municípios mais afetados e os impactos do Programa sobre a renda do trabalho.
“De certa forma, o Programa está servindo como um meio de redução de custos com trabalho para as empresas, que via de regra passam por um período de redução no nível de utilização da capacidade instalada. Até o final de julho, o PEm já havia levado à suspensão de 263 mil contratos, além de outros 422 mil acordos para redução de jornadas e salários em Santa Catarina. Somando todos tipos de adesão ao programa, já foram contabilizados 693,6 mil acordos no estado.
Desse total, a maioria foi acordada em abril. Em maio e junho houve uma redução marginal no número de novos acordos, os quais foram retomados em julho, quando o prazo para a suspensão dos contratos foi prorrogado. Isso indica que a demanda pela redução de jornadas e suspensão de contratos segue alta no estado, sobretudo em razão da manutenção das atividades econômicas em níveis reduzidos.
Com a permanência desse cenário, a tendência é que as empresas não desejem reincorporar os trabalhadores ora afastados às suas atividades prévias, mas demiti-los. Nesse sentido, o programa não se demonstra suficiente no combate ao desemprego, principalmente tendo em vista o período limitado de estabilidade no emprego garantida aos trabalhadores afastados ” (p. 10).
Confira este e outros trabalhos na aba Textos para Discussão.

