NECAT UFSC
  • Núcleo de Estudos da UFSC avalia os efeitos da pandemia na economia catarinense

    O Necat/UFSC foi tema de notícia recentemente publicada pela FAPEU. Para conferir a notícia na integra, acompanhe abaixo ou clique no link:

    “Um projeto desenvolvido pelo Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está acompanhando e avaliando os efeitos da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus na economia catarinense. A iniciativa tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), que faz a gestão financeira dos recursos. “A Fapeu desempenha um importante papel, tanto no sentido de viabilizar a transferência de recursos da conta única da UFSC para serem utilizadas pelo Necat, como no próprio acompanhamento e suporte às atividades do projeto de estudo que estão em andamento”, destaca o professor Lauro Mattei, coordenador do trabalho e do Necat.

    O projeto começou oficialmente em agosto deste ano e tem previsão de ser desenvolvido até o final de 2021. A proposta inicial era mais restrita, analisando apenas os impactos econômicos e sociais promovidas pelo Governo do Estado de SC, porém com o advento da pandemia os estudos ganharam novo rumo e a temática dos efeitos do novo coronavírus hoje ocupa grande parte da agenda da equipe do Necat.
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  • O foco da expansão da COVID-19 continua sendo a região conurbada de Florianópolis

    Esse é o tema do Boletim da COVID-19 em Santa Catarina nº 26, publicado dia 1º de novembro.

    A edição escrita pelo professor Lauro Mattei apresenta a continuidade do avanço da doença, ressaltando principalmente o polo no entorno de Florianópolis. O boletim leva o título: “A área conurbada da capital catarinense continua sendo o foco de contágio da COVID-19 em Santa Catarina“

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  • Curso de extensão em vídeo: Bases de dados do mercado de trabalho no Brasil

    O Necat/UFSC, em parceria com o Neptqsal/PPGSS/UFSC, ofereceu o curso de extensão “Acesso e utilização das bases de dados do mercado de trabalho no Brasil”.

    O curso foi realizado em reuniões virtuais, entre os dias 13 de outubro e 3 de novembro. A partir da gravação dos encontros, foram geradas as videoaulas que podem ser conferidas abaixo:

    Parte 1

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  • Recuperação do setor de serviços em Santa Catarina nos primeiros oito meses de 2020 foi incapaz de reverter as perdas sofridas na pandemia

    Por: Mateus Victor Fronza *; Lilian de Pellegrini Elias ** e Lauro Mattei ***

    A série histórica do setor de serviços se inicia em 2018 com o objetivo de mostrar a forte oscilação provocada pela greve dos caminhoneiros que ocorreu no primeiro semestre de 2018. Tal episódio, apesar de ter tido uma curta duração, provocou efeitos expressivos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) daquele ano. Já a pandemia da COVID-19 provocou efeitos abruptos e profundos entre os meses de março e maio, conforme pode ser observado por meio do Gráfico 1. Tal figura também revela que o processo de recuperação das perdas é bastante lento, sendo que no mês de agosto o índice ainda se encontrava cinco pontos abaixo do valor observado no mês de janeiro de 2020.

    Gráfico 1: Volume de serviços (índice base fixa com ajuste sazonal, 2018=100)

     Fonte: PMS (2020); Elaboração: Necat/UFSC

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  • A microrregião de Florianópolis segue com a maior taxa de contágio da Covid-19 em Santa Catarina

    Foi publicada a edição de número 25 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “A microrregião de Florianópolis continua apresentado a maior taxa de contágio da COVID-19 no Estado de Santa Catarina” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.

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  • A queda dos rendimentos do trabalho em Santa Catarina durante a pandemia da Covid-19

    Por: Vicente Loeblein Heinen [1] e Lauro Mattei [2]

    A perda de rendimentos do trabalho é um dos aspectos mais críticos da crise associada à pandemia do novo coronavírus no Brasil. Com a queda abrupta do número de horas trabalhadas e o fechamento massivo de postos de trabalho em diversos setores, houve um aumento rápido da população sem renda do trabalho, ao mesmo tempo em que os trabalhadores que conseguiram se manter ocupados tiveram seus rendimentos efetivos reduzidos. No conjunto do país, esses movimentos provocaram uma queda da massa salarial da ordem de 20%, com resultados negativos em todas as unidades da federação.

    Embora essa queda tenha sido parcialmente compensada por rendimentos de outras fontes (com destaque para o Auxílio Emergencial), ela acabou agravando ainda mais a situação do mercado de trabalho de Santa Catarina, onde os rendimentos do trabalho representam aproximadamente 75% da renda total das famílias[3], uma vez que esses rendimentos já se encontravam praticamente estagnados desde 2014[4].
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  • Caiu o ritmo de recuperação da Indústria Catarinense no mês de agosto e acumulado do ano ainda é negativo

    Por: Matheus Rosa [1] e Lauro Mattei [2]

    Breves notas sobre a produção industrial no país

    O crescimento da produção industrial do país no mês de agosto (3,2%) caiu em relação ao mês de julho, quando essa taxa de crescimento foi de 8,3%. Essa desaceleração atingiu onze das 15 unidades da federação pesquisadas, sendo que apenas sete delas cresceram acima da média nacional. Chama atenção que três unidades da federação apresentaram resultados negativos em relação mês anterior: PE (-3,9%); ES (-2,7%) e MG (-0,4%).

    Quando se analisa a produção de agosto de 2020 em relação ao mesmo mês do ano anterior, verifica-se que o agregado do país permaneceu negativo da ordem de 2,7%. Apenas cinco unidades da federação apresentaram resultados positivos: PE (+10%); CE (+5,3%); RJ (+4%); GO (+3,1%) e AM (+0,7%). Já Santa Catarina apresenta um desempenho negativo da ordem de 1,3%.

    Do ponto de vista do acumulado do ano (jan-ago/20) em relação a igual período do ano anterior, apenas três das quinze unidades da federação pesquisadas apresentaram resultados positivos: Rio de Janeiro (2,4%), GO (1,8%) e PE (0,9%). Todas as demais unidades da federação apresentaram resultados negativos expressivos, com destaque para os casos de ES (-18,9%), CE (-14,8%), AM(-13,7%), RS (-12,4%), SC (-11,9%) e São Paulo (-11,1%), todas com taxas acima de dez pontos percentuais. Já o percentual do país ficou próximo a 9%.

    Essas informações são bastante reveladoras do quadro dramático presente na indústria brasileira, o qual foi apenas agravado pela pandemia, uma vez que desde o início da crise econômica em 2015 a produção física da indústria do país vinha dando demonstrações de crises sistêmicas.
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  • A microrregião de Florianópolis é o novo epicentro da COVID-19 em Santa Catarina

    Foi publicada a edição de número 24 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “A microrregião de Florianópolis é o epicentro atual da expansão da COVID-19 em Santa Catarina” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.

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  • Fuga de capitais e outros explosivos

    Por: José Álvaro de Lima Cardoso [1]

    Desde 2019 o Brasil enfrenta a chamada “fuga de capitais”. Nos primeiros oito meses deste ano US$ 15,2 bilhões deixaram o país, o maior volume para o período desde que o Banco Central começou a realizar essas estatísticas, em 1982. Ao mesmo tempo investidores estrangeiros retiraram R$ 88,2 bilhões da Bolsa brasileira de janeiro a 29 de setembro, o dobro do registrado em todo o ano passado. No Brasil não há controle de entrada e saída de capitais externos (quarentena ou um tipo de pedágio para o capital que entra no país). O que é típico de país atrasado. Aqui na América Latina o Chile tem, na Ásia, a Malásia dispõe. Seria fundamental realizar esse tipo de controle, para preservar as economias da voracidade dos capitais especulativos, já que, no fundamental, esse tipo de capital não passa de um mecanismo de dominação e controle dos capitais sobre economias subdesenvolvidas.
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  • Razões para Florianópolis apresentar a cesta básica mais cara dentre todas as capitais do país

    Por: Lauro Mattei[1]

    No dia 06/10/20 o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) divulgou os novos valores da Cesta Básica pesquisada em 17 capitais do país[2]. A pesquisa revelou que, além dessa cesta apresentar variações percentuais expressivos dos preços em todas as capitais consideradas, Florianópolis apresentou o maior valor absoluto, além de ser a capital com as maiores variações percentuais de preços dos alimentos que metodologicamente compõem tal cesta alimentar (9,80%). Por isso, é importante discutir possíveis razões que podem explicar tal comportamento, especialmente durante esse cenário de pandemia em que a capital catarinense é uma das cidades mais afetadas pelo desemprego no estado. Antes, porém, vamos apresentar algumas informações básicas sobre essa pesquisa.

    O que é e o que representa a pesquisa da Cesta Básica do DIEESE

    É importante registrar que o artigo segundo do Decreto Lei número 399, de 30/04/1938, regulamentando a Lei número 185, de 14/01/1936, estabeleceu que o Salário Mínimo (SM) deveria ser a remuneração que fosse capaz de satisfazer as necessidades da família de um trabalhador adulto[3] em cada região do país com gastos em alimentação, habitação, higiene e transporte. Foi nessa época também que se criou a chamada “Cesta Básica de Alimentos” composta por quantidades balanceadas de proteínas, calorias, ferro, cálcio e potássio.
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  • Em outubro, a média semanal de casos voltou a crescer

    Foi publicada a edição de número 23 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “média semanal móvel de casos voltou a crescer no início de outubro” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.

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  • Quem foram os trabalhadores mais atingidos pela crise associada à pandemia da Covid-19 em Santa Catarina?

    Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]

     Conforme analisamos em texto publicado recentemente no Blog do Necat, o mercado de trabalho de Santa Catarina foi fortemente atingido no período mais agudo da crise associada à pandemia da Covid-19. Somente no 2º trimestre de 2020, considerando-se a série com ajuste sazonal, o estado perdeu 110 mil ocupações, ou então 137 mil na série sem ajustes.

    Neste texto, serão caracterizados esses postos de trabalho perdidos, com o intuito de destacar os segmentos sociais mais atingidos na atual conjuntura. Para tanto, utilizaremos as séries sem ajustes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), analisando a variação da população ocupada no 2º trimestre de 2020, considerando-se os seguintes indicadores: setor de atividade econômica; posição na ocupação e categoria do emprego; sexo; e cor/raça dos trabalhadores.
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  • Setembro mostrou uma estabilização das taxas de crescimento da Covid-19 em Santa Catarina

    Foi publicada a edição de número 22 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “Setembro mostrou uma estabilização das taxas de crescimento da doença” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.

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  • Curso de extensão: Acesso e utilização das bases de dados do mercado de trabalho no Brasil

    O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat/UFSC), em parceria com o Núcleo de Pesquisa: Trabalho, Questão Social e América Latina (DSS/PPGSS/UFSC) convida para o curso de extensão “Acesso e utilização das bases de dados do mercado de trabalho no Brasil”. O curso será composto por quatro encontros virtuais, a serem realizados às terças-feiras (dias 13, 20 e 27 de outubro e 03 de novembro), das 14 às 16h.

    O objetivo desta atividade é fornecer aos estudantes do campo das ciências sociais aplicadas, bem como aos demais interessados na temática, a compreensão metodológica das principais bases de dados referentes ao mercado de trabalho do Brasil (PNAD Contínua, Rais, Caged e Novo Caged), além de capacitá-los para sua utilização básica.

    As inscrições estão limitadas a 60 vagas e devem ser realizadas por meio deste formulário, onde também se encontra a descrição do conteúdo programático do curso.

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  • Resultado acumulado da indústria catarinense nos sete primeiros meses de 2020 continua negativo

    Por: Lauro Mattei[1], Lilian de Pellegrini Elias[2] e Matheus Rosa[3]

    A trajetória da indústria de Santa Catarina no ano de 2020, em linhas gerais, tem acompanhado as variações observadas em nível nacional*. Como ilustra o Quadro 1, nos dois primeiros meses foram registradas pequenas variações positivas, sendo 1,1% em janeiro e 1,7% em fevereiro. O comportamento da indústria catarinense, portanto, assim como no país, não apresentava nenhum sinal de retomada para um nível maior de crescimento no período imediatamente anterior à eclosão da pandemia da Covid-19.

    Quadro 1: Produção Física Industrial em SC, 2020 – Variação (%)

    Q1

    Fonte: PIM-PF/IBGE; Elaboração: Necat/UFSC.
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