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A transmissão da COVID-19 continua sem controle em Santa Catarina
Foi publicada a edição de número 33 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “A transmissão da COVID-19 continua sem controle em Santa Catarina” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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Produção Industrial de Santa Catarina cresceu em outubro, mas produção acumulada do ano ainda é negativa
Por: Matheus Rosa[1] e Lauro Mattei[2]
Os dados divulgados pela Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (PIM-PF) do mês de outubro revelaram uma possível estagnação da produção industrial do país, uma vez que sete das quinze unidades da federação pesquisadas apresentaram resultados negativos e/ou estagnados. Com isso, verifica-se que, diferentemente dos meses imediatamente posteriores ao período agudo da crise da Covid-19 (março e abril), o mês de outubro registrou baixas taxas de crescimento nas diversas comparações mensais, mantendo-se, desta forma, o cenário negativo para a produção acumulada do ano, quando comparada ao igual período do ano anterior.
No âmbito nacional, como podemos observar no Quadro 1, a produção física teve uma expansão de apenas 1,1% em relação ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. Com isso, o mês de outubro registrou a menor taxa de expansão da produção desde o início da recuperação (9,6% em junho, 8,6% em julho, 3,4% em agosto, 2,8% em setembro e 1,1% em outubro).
Quadro 1: Atividade Industrial no Brasil, 2020
Fonte: PIM-PF IBGE; Elaboração: NECAT-UFSC.<
Dentre as 14 Unidades da Federação pesquisadas no mês de outubro, apenas quatro delas, PR (3,4%), PE (2,9%), SC (2,8%) e MT (1,1%), apresentaram taxas superiores à média nacional, que foi de 1,1%. Além dessas, mais três unidades apresentaram resultados positivos: CE (0,5%), SP (0,5%) e MG (0,4%). Todas as demais apresentaram resultados negativos ou estagnados, destacando-se os seguintes percentuais: RJ (-3,9%), GO (-3,2%), ES (-1,8%), PA (-1,8%), AM (-1,1%) e BA (-0,1%). Apenas no RS a produção ficou estagnada (0,0%) em relação ao mês anterior.
Em relação ao desempenho acumulado do ano (janeiro-outubro), o cenário geral do país ainda é negativo da ordem de -6,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Dentre as 14 unidades da federação pesquisadas apenas quatro delas apresentaram resultados positivos: PE (2,4%), RJ (1,4%), GO (0,7%) e PA (0,1%). Todas as demais detêm um saldo negativo, destacando-se o ES (-17%), CE (-9,8%), RS (-9%), AM (-8,9%), SP (-8,2%), SC (-7,8%), BA (-6,9%) PR (-6,0%), MG (-5,8%) e MT (-4,6%). Tais retrações acumuladas contribuíram significativamente para a geração de um cenário nacional negativo no mesmo período.
Para o conjunto da produção industrial do país, a taxa de apenas 1,1% em relação ao mês anterior, mais do que representar uma mera recomposição de bases comparativas, revela diversos fatores estruturais, com destaque para o arrefecimento da recuperação que estava em curso; para uma queda importante da taxa de crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior; além de descompassos entre os diversos setores, em particular dos bens de consumo duráveis e não duráveis. Tais fatores, sem dúvida, estão indicando uma clara perda generalizada de dinamismo e de ritmo da produção industrial que, em última instância, reflete a dimensão da crise econômica em curso no país.
O desempenho da Indústria Catarinense em outubro de 2020
O Gráfico 1, que ilustra o desempenho oscilante em curso na indústria catarinense há pelo menos dois anos, evidencia a perda de ritmo para a retomada da produção industrial. Assim como no cenário nacional, as altas expressivas após os impactos iniciais da pandemia serviram apenas para recuperar parcialmente os baixos índices de março e abril, porém sem a força necessária para uma recuperação mais efetiva. Com isso, observa-se que também no estado catarinense começou a se desenhar um retorno próximo ao patamar de 2019, caracterizado por baixas variações que configuravam um cenário próximo à estagnação.
Gráfico 1: Produção Física Industrial em Santa Catarina, variação (%) no mês (com ajuste sazonal) – 24 meses

Fonte: PIM-PF IBGE; Elaboração: NECAT-UFSC.
Como é mostrado pelo Quadro 1, a variação mensal de outubro, em comparação com o mês imediatamente anterior, foi de 2,8%. Mantendo uma correlação muito próxima aos resultados do agregado nacional, a expansão da produção industrial de SC no mês de outubro apresentou a menor magnitude desde que se iniciou a recuperação das quedas de março e abril. Como consequência, o resultado acumulado do ano continuou apresentando uma retração da ordem de -7,8%. Em grande medida, esse montante está sendo agravado pela perda de ritmo das taxas mensais de recuperação, mesmo que o parâmetro de comparação seja o baixo resultado apresentado no ano de 2019. Isso significa que ainda há um longo caminho para que a produção industrial de Santa Catarina supere os impactos da pandemia e apresente um cenário de crescimento mais estável e sustentável.
Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, a expansão em outubro voltou a ser de 7,6%, repetindo o auferido em setembro. Mais uma vez é importante destacar que esses dados positivos dizem mais sobre a debilidade da indústria catarinense em 2019 do que propriamente uma expansão da produção em 2020. Por isso que o acumulado dos últimos doze meses também é negativo da ordem de -6,8%.
Quadro 2: Atividade Industrial em Santa Catarina, 2020
Fonte: PIM-PF IBGE; Elaboração: NECAT-UFSC.
Comparando-se o desempenho da indústria catarinense em relação às demais UFs pesquisadas (Gráfico 2), observa-se que o estado possui o sexto pior desempenho acumulado, ficando à frente apenas dos estados do Espírito Santo (-17%), Ceará (-9,8%), Rio Grande do Sul (-9%), Amazonas (-8,9%) e São Paulo (-8,2). Além disso, é preciso destacar, ainda, que o acumulado catarinense de -7,8 % continua abaixo da própria média nacional (-6,3%).
Gráfico 2: Produção Física Industrial, acumulado em 2020, por UFs

Fonte: PIM-PF IBGE; Elaboração: NECAT-UFSC.
Esse resultado decorre do desempenho dos diferentes setores que compõe a planta industrial catarinense. Como se pode observar no Gráfico 3, apenas dois dos 12 setores pesquisados apresentaram taxas positivas no acumulado: máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,7%) e máquinas e equipamentos (2,5%). Já os setores de produtos de borracha e material plástico e de celulose, papel e produtos de papel registraram estagnação em relação ao acumulado do mesmo período de 2019.
Os oito setores restantes continuaram apresentando retrações significativas. Os piores cenários são verificados nos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (-27,3%), metalurgia (-21,8%) e artigos de vestuário e acessórios (-21,5%). Nos dois primeiros casos, esse fraco desempenho poder estar associada à taxa de investimentos que se situa em patamares baixos atualmente. Já o baixo desempenho do terceiro caso, enquadrado no macro setor de bens de consumo não duráveis, pode estar associado ao dinamismo do mercado interno, o qual sofre os efeitos dos graves problemas atuais, especialmente do elevado nível de desemprego. A continuidade do desempenho desses setores novamente nesses patamares é preocupante, uma vez que poderão afetar bastante a dinâmica econômica do estado também em 2021.
Gráfico 3: Produção Física Industrial em Santa Catarina, acumulado em 2020, por setores

Fonte: PIM-PF IBGE; Elaboração: NECAT-UFSC.
O Quadro 3 apresenta a variação dos setores em outubro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. De maneira geral, é possível visualizar um cenário positivo em relação aos níveis de outubro 2019. Dos doze setores pesquisados, 10 deles apresentaram taxas de variação positivas, sendo as mais expressivas registradas nos setores de máquinas e equipamentos (35,5%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (29,5%). As altas expressivas desses setores, que também tinham ocorrido nos meses anteriores, são responsáveis pela elevação das taxas acumuladas.
Quadro 3: Produção Física Industrial de Santa Catarina, variação dos meses de 2020 em relação ao mesmo mês do ano anterior (2019), por seções e atividades industriais
Fonte: PIM-PF IBGE; Elaboração: NECAT-UFSC.
Os setores de fabricação de produtos alimentícios (-4,5%) e de fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10,3%) foram os que apresentaram taxas negativas no desempenho mensal. Destaca-se, novamente, o desempenho da indústria de veículos automotores, uma vez que com a queda brusca de outubro, registra-se que o setor somou quedas expressivas ao longo de todos os meses de 2020, exceção apenas no mês de fevereiro, quando ocorreu uma expansão bem tímida.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O cenário da indústria nacional no ano de 2020 continua muito desfavorável, fato que não pode ser creditado apenas aos impactos da Covid-19, uma vez que esse baixo desempenho já está em curso desde a crise de 2014. Após sofrer fortes impactos nos meses de março e abril de 2020, em função das medidas adotadas para conter a expansão da doença no país, o processo de recuperação tem sido lento, sendo que nos dois últimos meses se observou um arrefecimento que pode estar indicando uma perda de dinamismo da atividade industrial. De alguma forma, os resultados negativos do acumulado do ano, sobretudo no setor de bens de capital (-15,4%) e no setor de bens de consumo duráveis (-24,6%), revelam a dimensão da crise econômica atual que perpasse, inclusive, a esfera específica do setor industrial.
No caso particular de Santa Catarina, notou-se que esse mesmo cenário nacional está em curso na atividade industrial catarinense, uma vez que seu desempenho nos dois últimos meses parece ter retornado ao patamar com baixas taxas de crescimento, sendo que algumas delas praticamente estagnadas. Isto porque, depois de superar os impactos das quedas bruscas verificadas nos meses de março e abril, desenha-se para os próximos meses o retorno para variações produtivas bastante modestas, especialmente em alguns setores essenciais do parque industrial estadual.
Neste caso, acendeu-se o sinal de alerta para os setores de veículos automotores, metalurgia e artigos de vestuário e acessórios, os quais continuam apresentando taxas acumuladas de retração muito expressivas. Em um sentido contrário, despontam com saldos positivos acumulados os setores de máquinas, aparelhos e materiais elétricos e máquinas e equipamentos, em função das variações positivas registradas, sobretudo no último mês.
Desta forma, nota-se que a sustentabilidade do crescimento dos setores com bom desempenho e a recuperação dos setores que hoje ainda apresentam baixas taxas de crescimento dependerá da capacidade dos agentes governamentais em estabelecerem políticas que garantam a efetividade da retomada econômica. Sem esse arcabouço de políticas, articuladas regional e nacionalmente, que tenha como objetivo a retomada dos níveis de produção, renda e emprego, de forma paralela à imunização da população, não haverá possibilidade de recuperação automática do conjunto da indústria catarinense.
[1] Estudante de Economia na UFSC e Bolsista do NECAT. E-mail: matheusrosa.contato@outlook.com
[2] Professor Titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais e do Programa de Pós-Graduação em Administração, ambos da UFSC. Coordenador Geral do NECAT-UFSC e Pesquisador do OPPA/CPDA/UFRRJ. Email: l.mattei@ufsc.br
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Covid-19 e os preços dos alimentos em Santa Catarina
Por: Lilian de Pellegrini Elias[1]
O aumento do preço dos alimentos em Santa Catarina ganhou os noticiários nos últimos meses em função de alguns dos itens mais consumidos pela população terem atingido altas históricas de preço. Este é o caso do arroz, um dos itens mais consumidos no domicílio, que se destacou ao apresentar aumento de 84% no preço nominal no atacado entre fevereiro e novembro de 2020 como pode ser visto no Gráfico 1. A variação de fevereiro a novembro havia atingido 88%. Os preços no atacado são considerados aqui um bom sinalizador para o que ocorre nas gôndolas do supermercado, visto que variações de preços são usualmente repassadas ao consumidor.
Gráfico 1: Preços* Médios do Arroz beneficiado tipo 1 – parbolizado – 30 kg no atacado de Santa Catarina de janeiro de 2014 a novembro de 2020

Fonte: Cepa/Epagri (2020); *Preços nominais.
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Santa Catarina ocupa o terceiro lugar no país com maior número de casos por 100 mil habitantes
Foi publicada a edição de número 32 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “Santa Catarina ocupa o terceiro lugar no país com maior número de casos por 100 mil habitantes” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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Recuperação do emprego formal acelera em outubro com retomada dos serviços e do comércio
Por: Maria Eduarda Munaro[1]
Conforme apresentamos em artigo recentemente publicado na Revista NECAT, a crise associada à pandemia da Covid-19 impactou de forma intensa o mercado formal de trabalho em Santa Catarina e no Brasil[2]. O objetivo deste texto é atualizar a análise do processo de recuperação do emprego formal no estado à luz da dinâmica nacional, dando atenção aos resultados do Novo CAGED do mês de outubro.
De acordo com os dados contidos na Tabela 1, no mês de outubro o Brasil apresentou saldo de 394.989 vínculos formais de trabalho, enquanto Santa Catarina gerou 32.911 novos vínculos. Com isso, o Brasil acumulou a perda de 171.139 vínculos desde o início do ano, o que representa uma queda de 0,4% no total de empregos formais ativos. Em geral, o mercado formal de trabalho catarinense permanece seguindo as tendências nacionais, no entanto o ritmo de sua recuperação tem sido mais intenso do que a média do país. Com o resultado de outubro, o estado retomou o patamar atingido ao final de 2019, acumulando uma variação de 1,7% no estoque de vínculos formais de trabalho desde o início de 2020.
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19ª Seminário Necat: Impactos da Covid-19 na economia catarinense
Com o objetivo de contribuir com a compreensão sobre os impactos da pandemia na dinâmica econômica de Santa Catarina, o NECAT promove o seu 19º Seminário semestral.
A atividade dá prosseguimento ao trabalho de pesquisa desenvolvido pelo Núcleo nos últimos meses, que culminou com o recente lançamento do Dossiê Especial Impactos da COVID-19 em Santa Catarina.
A discussão contará com a coordenação de Lauro Mattei, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC e Coordenador Geral do NECAT, e com exposição dos pesquisadores do Núcleo.
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O novo surto da Covid-19 avança também nos pequenos e médios municípios do estado
Foi publicada a edição de número 31 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “O novo surto da covid-19 avança também nos pequenos e médios municípios do estado” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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Chamada de artigos para 2021
REVISTA NECAT, Vol. 11, N.19 (2021)
TEMÁTICA: IMPACTOS DA COVID-19 NA SAÚDE, EDUCAÇÃO E CONDIÇÕES SOCIAIS EM SANTA CATARINA
Essa chamada visa publicar artigos científicos que discutam e analisem os impactos da COVID-19 em Santa Catarina, particularmente nas áreas de saúde, educação e condições sociais da população catarinense, sendo que os temas a serem trabalhados nessas áreas ficam a critério de cada autor. As normas para publicação estão disponíveis no site da revista: Revista NECAT – Revista do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
Recebimento de artigos: 01 de dezembro de 2020 a 20 de fevereiro de 2021
Lançamento da Revista: março de 2021

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Faixas etárias de 10-19 e 20-29 anos apresentaram os maiores aumentos de casos no mês de novembro
Foi publicada a edição de número 30 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “faixas etárias de 10-19 e 20-29 anos apresentaram os maiores aumentos de casos no mês de novembro” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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17ª edição da Revista Necat traz Dossiê sobre os impactos da Covid-19 em Santa Catarina
Desde o início da pandemia causada pelo novo coronavírus o Necat/UFSC vem realizando estudos e debates sobre os impactos da Covid-19 na socioeconomia catarinense. Dada a importância de se ter um acompanhamento mais qualificado dos impactos da grave crise atual, em sua 17ª edição a Revista NECAT apresenta o Dossiê I – Impactos da Covid-19 em Santa Catarina, composto por um conjunto de estudos realizados pelo Núcleo, com o objetivo de divulgar seus resultados junto à comunidade acadêmica e à sociedade em geral.
A revista completa pode ser acessada aqui: Dossiê I – Impactos da Covid-19 em Santa Catarina
Artigos do Dossiê:
Impactos da pandemia sobre o setor industrial catarinense, de Lauro Mattei e Matheus Rosa;
Impactos da Covid-19 sobre o setor de serviços no Brasil e em Santa Catarina nos primeiros oito meses de 2020, de Lilian de Pellegrini Elias, Mateus Victor Fronza e Lauro Mattei;
O mercado de trabalho catarinense diante da crise da Covid-19, de Vicente Loeblein Heinen;
Impactos da Covid-19 sobre o mercado formal de trabalho em Santa Catarina até setembro de 2020, de Lauro Mattei, Vicente Loeblein Heinen e Maria Eduarda Munaro.
A Revista NECAT encontra-se disponível em nova plataforma, onde também podem ser conferidas suas edições anteriores.

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Santa Catarina tem 10 mil novos casos a cada 2 dias, assinala o Boletim da COVID-19 nº 29
Foi publicada a edição de número 29 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “Santa Catarina tem 10 mil novos casos a cada 2 dias” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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Produção Industrial de Santa Catarina em setembro continuou tímida e acumulado permanece negativo
Por: Matheus Rosa [1] e Lauro Mattei [2]
Os dados divulgados recentemente pela Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (PIM-PF) revelam que ainda há um longo caminho para a reversão dos impactos negativos causados pela crise da pandemia da COVID-19 no desempenho industrial de Santa Catarina.
No âmbito do país a produção física se expandiu 2,6% em setembro, reafirmando uma queda do ritmo de recuperação em relação aos meses imediatamente anteriores (3,6% em agosto, 8,6% em Julho e 9,6% em Junho). Nas diversas unidades da federação pesquisadas, em apenas sete delas foi verificado um desempenho acima da média nacional, bem como um desempenho inferior ao país nos outros sete estados. Dentre aquelas unidades federativas que mais expandiram a produção física destacam-se o Paraná (7,7%), Amazonas (5,8%) e Espírito Santo (5%). Já dentre aquelas com piores desempenhos encontra-se o Mato Grosso (-3,7%), Rio de Janeiro (-3,1%) e Pará (-2,8%).
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No mês de setembro de 2020 o setor de serviços atingiu o patamar pré-pandemia no estado de Santa Catarina
Por: Mateus Victor Fronza *; Lilian de Pellegrini Elias ** e Lauro Mattei ***
A pandemia da COVID-19 provocou um efeito abrupto e profundo no setor de serviços da economia catarinense entre os meses de março e abril, como mostra a série histórica apresentada pelo Gráfico 1. A partir de maio o setor vem apresentando uma recuperação lenta, porém, consistente, de tal forma que em setembro retornou ao patamar semelhante ao período anterior ao início da pandemia. No entanto, como já discutido nos textos anteriores, o setor já não apresentava grande dinamismo no ano anterior e no início de 2020, período pré-pandemia. O indicador de volume de serviços do início de 2020 apresentava o mesmo patamar do início de 2011, quando essa série passou a ser disponibilizada pelo IBGE. Todavia, o resultado de setembro de 2020 ainda está longe do patamar obtido em 2014, quando se verificou o auge da série. (IBGE, 2020).
Gráfico 1: Volume de serviços em Santa Catarina (índice base fixa com ajuste sazonal, 2014=100)
Fonte: PMS 2020 (IBGE); Elaboração: Necat/UFSC -
Santa Catarina tem uma explosão de casos ativos, informa o Boletim da Covid em SC Nº 28
Foi publicada a edição de número 28 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “Santa Catarina tem uma explosão dos casos ativos” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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60% dos casos ativos de COVID-19 estão em 3 microrregiões de Santa Catarina
Foi publicada a edição de número 27 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é: “Microrregiões de Florianópolis, Blumenau e Itajaí concentram 60% dos casos ativos do estado” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do Necat/UFSC.
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