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Já está disponível para leitura a 14ª edição do Boletim Covid em SC
Hoje, 10, foi publicado o Boletim COVID-19 em SC nº 14. Nesta edição, o pesquisador aborda mais uma vez o agravamento da doença em Santa Catarina e o crescimento de positivados, além disso, o tema abordado da semana foi sobre a maior taxa de crescimento da doença na microrregião de Joaçaba.
Os demais dados componentes do boletim seguem sendo tratados, tais como o número de mortos e o número de infectados divididos por mesorregião, microrregião e tamanho populacional do município.
O título do boletim é: “Boletim da COVID-19 em Santa Catarina: A microrregião de Joaçaba detém as maiores taxas de crescimento em agosto“.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Os impactos da pandemia na balança comercial de Santa Catarina no primeiro semestre de 2020
Por: Mateus Victor Fronza [1]
A crise associada à Covid-19 incidiu fortemente sobre o comércio mundial, provocando impactos importantes no setor externo do Brasil e de Santa Catarina. Esses impactos já podem ser captados a partir dos resultados da balança comercial do primeiro semestre de 2020, os quais serão analisados neste texto[2].
O primeiro caso de Covid-19 no Brasil foi notificado em 26 de fevereiro de 2020. Entretanto, é importante observar que mesmo antes disso o setor externo já vinha sendo afetado, “seja em função da redução da demanda mundial de bens (e também os prováveis efeitos sobre o preço dos bens comercializados, especialmente as commodities), seja por conta de restrições na capacidade de oferta em diversos setores e países em razão das medidas de isolamento social e restrição de movimentação de pessoas adotadas em grande número de países”[3].
Somando-se aos fatores externos, em meados de março também começaram as medidas de isolamento social em algumas regiões do país, de modo que muitas empresas passaram a operar com capacidade reduzida, o que também contribuiu para uma redução das transações com o restante do mundo. Diante desse cenário, há projeções de que as exportações do Brasil apresentem uma queda entre 10% e 20% em 2020[4].
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O setor de serviços no Brasil e em Santa Catarina no mês de maio
Por: Lauro Mattei [1] e Vicente Loeblein Heinen [2]
A pandemia causada pelo novo coronavírus afetou a economia em praticamente todos os países do mundo, causando grandes quedas nas atividades ao longo do primeiro semestre de 2020. Com isso, organizações internacionais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Nacional, estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) da economia mundial poderá recuar em até cinco pontos percentuais no corrente ano, sendo que em alguns blocos regionais esse valor poderá atingir até 10 pontos negativos. Para o Brasil, esses organismos estimaram um resultado negativo entre 6 a 8 pontos percentuais.
Diante do peso do setor de serviços na composição do PIB brasileiro[3], é importante analisar a trajetória recente desse setor, tanto no país como em Santa Catarina, conforme Gráfico 1. Os indicadores relativos aos serviços nos últimos três anos (2017-2019) revelaram que, independentemente de algumas particularidades da economia catarinense, seu comportamento guarda estreita relação com os movimentos da economia nacional. De um modo geral, observa-se que em ambos os casos o volume de serviços registrado nos últimos anos ficou muito abaixo do patamar observado no período anterior à crise econômica iniciada em 2015. Com isso, nota-se que o volume de serviços auferidos no Brasil ao longo do ano de 2019 foi aproximadamente 10% inferior ao verificado no ano de 2014 (data-base da série histórica), enquanto o volume de Santa Catarina ficou cerca de 15% abaixo desse nível
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Está disponível o décimo terceiro boletim Covid em SC
Foi publicado o Boletim COVID-19 em SC nº 13. Nesta edição, o pesquisador aborda mais uma vez o agravamento da doença em Santa Catarina e o crescimento de positivados desde a última semana, traçando uma análise também sobre o avanço dentro de diferentes grupos subdivididos por idade e sexo.
O título do boletim é: “Boletim da COVID-19 em Santa Catarina: Crianças e adolescentes têm os maiores aumentos de casos no mês de julho“.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Desemprego seguiu crescendo em Santa Catarina em junho, aponta PNAD Covid-19
Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]
O IBGE divulgou na última quinta-feira (23/07) os resultados da PNAD Covid-19 para o mês de junho de 2020. Esses dados revelam a continuidade do processo de degradação do mercado de trabalho nacional diante da crise associada à Covid-19, além de permitir analisar o desdobramento dessa tendência a nível estadual.
No conjunto do país, a taxa de desocupação atingiu 12,4% em junho, abrangendo um total de 11,8 milhões de brasileiros. Em comparação com maio, esse percentual representa um aumento de 1,7 pontos percentuais (p.p.). Essa elevação resultou do aumento do número de pessoas procurando alocação no mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que as vagas ofertadas seguem em declínio. Nesse sentido, cabe registrar que o número de desocupados no Brasil cresceu em 1,7 milhão em junho, enquanto os ocupados diminuíram em aproximadamente 1 milhão de pessoas.
Esse comportamento está associado à dinâmica das pessoas que foram afastadas de seus postos de trabalho em razão da pandemia. Essa população diminuiu em aproximadamente em 4 milhões em junho, representando cerca de ¼ do total de pessoas que se encontravam afastadas em maio. No entanto, essa população foi apenas parcialmente reincorporada às suas atividades prévias, uma vez que o crescimento do número de ocupados não-afastados (3,2 milhões) foi inferior à redução da população afastada. Apesar disso, o Brasil ainda conta com 11,8 milhões de pessoas afastadas do trabalho que exerciam devido ao distanciamento social, sendo que 7,1 milhões deles ainda continuam sem rendimentos do trabalho.
Outro fator que agrava este cenário é a manutenção de um número muito elevado de pessoas que necessitaria trabalhar, mas não procurou emprego nas semanas de referência da pesquisa. Essa população seguiu crescendo em junho, atingindo 26,7 milhões de pessoas. Desse total, 17,8 milhões estavam “desalentados pela pandemia”, ou seja, não buscaram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade em que habitam.
Somando-se a categoria dos desocupados com a dos afastados de seus trabalhos de forma não-remunerada e a dos “desalentados pela pandemia”, chega-se a 36,7 milhões de pessoas. Essa população equivale a cerca de ⅓ do total da força de trabalho ampliada pelo desalento.
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Emprego formal: Santa Catarina tem saldo negativo de 53 mil vagas no primeiro semestre de 2020
Por: Lauro Mattei [1]
Conforme explicamos em artigo anterior publicado no Blog do Necat, no início de 2020 o Ministério da Economia percebeu que houve problemas com as informações do chamado “Novo CAGED”, uma vez que foi constatado que muitas empresas deixaram de informar os desligamentos no eSocial, fato que comprometeu a transferência da base de dados. Esse problema, somado às dificuldades decorrentes das consequências da pandemia sobre as empresas, levou a Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (SEPRT-ME) a suspender a divulgação mensal do CAGED até o mês de abril, visando promover uma readequação das duas bases de dados (CAGED e eSocial). Com isso, as informações relativas aos meses de janeiro a abril de 2020 foram divulgadas somente no final do mês de maio de 2020, ao passo que as informações relativas a esse mês foram divulgadas somente no dia 29 de junho de 2020. Finalmente, em 28 de julho foram divulgadas as informações relativas ao mês de junho de 2020.
Registre-se que a partir do mês de maio, conforme mostramos no artigo anterior acima mencionado, as informações dizem respeito a um conjunto de quesitos que atualizam a situação do mercado formal de trabalho no país, as quais também podem contribuir para uma maior qualificação das análises sobre essa parte importante do mercado de trabalho no estado catarinense.
O objetivo do presente artigo é atualizar as análises dessas informações divulgadas recentemente com o intuito de compreender a dinâmica atual do mercado formal de trabalho em SC à luz do cenário geral de pandemia que tomou conta de todo o país e impactou fortemente o nível de emprego, especialmente os vínculos formais de trabalho.
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O combate à Covid-19 no Brasil e em Santa Catarina
O Coordenador geral do Necat/UFSC, prof. Lauro Mattei, participou do último Programa Pensamento Crítico, realizado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA/UFSC). O episódio abordou a situação do Brasil em meio à crise da Covid-19, com destaque à forma como os governos federal e estadual têm atuado frente a ela.
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Está disponível a edição número 12 do Boletim COVID-19 em SC
A edição de número 12 do Boletim COVID-19 está disponível para leitura. Nesta edição, o pesquisador aborda o agravamento da doença em Santa Catarina, destacando que 8 microrregiões passam a figurar entre as que configuram um estado grave da pandemia.
O título do boletim é: “Boletim da COVID-19 em Santa Catarina: 8 microrregiões em estado grave“.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Edição especial do Boletim da COVID-19 em SC aborda a expansão da doença na microrregião de Blumenau
Está disponível para leitura uma edição especial do Boletim COVID-19 em SC. Nesta edição, Mateus Victor Fronza e Lauro Mattei discorrem sobre o avanço do coronavírus na microrregião de Blumenau do dia 30 de junho ao dia 21 julho.
O título do boletim é: “A COVID-19 em SC: A evolução da COVID-19 na microrregião de Blumenau“.
A edição pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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A Covid-19 em SC: Gasto do governo catarinense com a doença
Por: Juliano Giassi Goularti[1] e Lauro Mattei[2]
A crise de saúde pública decorrente da pandemia provocada pelo novo coronavírus impôs a necessidade de isolamento social como medida de contensão do avanço da contaminação da população, fato que provocou fortes retrações nas economias brasileira e catarinense. Em Santa Catarina, o atual governo do estado também foi obrigado a adotar políticas de distanciamento social e quarentena para impedir o avanço da COVID-19.
Seguido orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de infectologistas e pesquisadores, foram adotadas medidas restritivas que provocaram a interrupção das atividades normais de circulação das pessoas, da produção de mercadorias, do consumo corrente, das trocas comerciais, dos investimentos programados e das linhas de crédito. Diante disto, acabou ocorrendo uma ruptura de todos os circuitos econômicos e fluxos de pessoas, traduzida na chamada “coronacrise”, cuja essência revela uma escalada acentuada das desigualdades sociais e regionais.
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Brasil perdeu cerca de 8 milhões de postos de trabalho entre março e maio de 2020
Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]
O IBGE divulgou recentemente os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) para o trimestre entre março e maio de 2020, período que se encontra completamente compreendido pela pandemia provocada pelo novo coronavírus. A análise desse período é importante porque a partir do mês de março praticamente todos os indicadores econômicos do país já começaram a refletir os impactos da nova crise associada à Covid-19. Com isso, tais informações já permitem um dimensionamento mais preciso dos principais efeitos dessa crise sobre o mercado de trabalho brasileiro.
A queda do emprego no Brasil
De acordo com as informações contidas no Gráfico 1, a pandemia agravou ainda mais a situação do desemprego no país, indicador que já se encontrava em patamares elevados no período anterior à crise. Ao final do trimestre em análise, a taxa de desocupação brasileira atingiu 12,9%, o que corresponde a um montante de 12,7 milhões de pessoas desocupadas. Essa taxa é 1,3 pontos percentuais (p.p.) maior do que a taxa registrada no trimestre anterior (dez-fev), e 0,6 p.p. superior à observada no mesmo trimestre do ano anterior.
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Está disponível a edição número 11 do Boletim COVID em SC
Foi publicado a edição número 11 do Boletim COVID em Santa Catarina. Nesta edição, o pesquisador discorre sobre o acelerado avanço da doença na microrregião de Tubarão.
O título do boletim é: “A COVID-19 em SC: A doença se espraia pela microrregião de Tubarão“.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Edição especial do Boletim Covid-19 em SC aborda o avanço da pandemia na Microrregião de Tubarão
A nova edição do Boletim Covid-19 em SC contextualiza o cenário da doença na microrregião de Tubarão até a primeira quizena do mês de julho, destacando sua evolução nos principais municípios da região.
A edição especial do boletim, intitulada “A evolução da Covid-19 na microrregiçao de Tubarão“ foi elaborada pelo prof. Lauro Mattei, Coordenador geral do Necat/UFSC, e pode ser acessada neste link ou por meio da Aba Boletins.
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Publicado o décimo boletim COVID em SC
A edição de número 10 do Boletim COVID-19 já está disponível para leitura. Nesta edição, o pesquisador Lauro Mattei aborda sobre a aceleração do Coronavírus em Santa Catarina, com casos crescendo em todas as cidades de Santa Catarina.
O título do boletim é: “A COVID-19 em SC: Ocorreu forte aceleração do contágio nas duas primeiras semanas de julho“.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Desemprego pode ter atingido 17% dos catarinenses em maio
Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]
As características da atual crise associada à Covid-19 estão provocando mudanças muito rápidas e profundas nas esferas econômica e social, com impactos expressivos nas condições gerais de vida da população. Assim, a conjuntura exige um acompanhamento cada vez mais ágil e sequencial dos indicadores de saúde e de trabalho no país e nas respectivas unidades da federação.
Ciente da necessidade de se fazer esse acompanhamento, o IBGE passou a elaborar uma pesquisa complementar à sua tradicional pesquisa contínua de amostragem por domicílios (PNAD Contínua). Esse novo instrumento estatístico foi denominado de PNAD Covid-19 e, segundo nota técnica do IBGE, seus objetivos “incluem estimar número de pessoas com sintomas de COVID-19 e quantificar alguns dos impactos da pandemia no mercado de trabalho”[3].
Um dos principais benefícios da PNAD Covid-19 em relação à PNAD Contínua é a sua periodicidade. A nova pesquisa está sendo realizada semanalmente e divulgada igualmente de forma semanal no que se refere aos principais indicadores nacionais. Já a edição divulgada mensalmente contém uma gama maior de indicadores, incluindo também dados para todas as unidades da federação. Como essa pesquisa é de caráter experimental, seus dados devem ser interpretados com cautela, no entanto esse instrumento já permite um acompanhamento mais preciso do mercado de trabalho diante do cenário de pandemia, o que pode auxiliar na formulação e na implementação de políticas públicas pontuais, por exemplo.