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Publicado o décimo boletim COVID em SC
A edição de número 10 do Boletim COVID-19 já está disponível para leitura. Nesta edição, o pesquisador Lauro Mattei aborda sobre a aceleração do Coronavírus em Santa Catarina, com casos crescendo em todas as cidades de Santa Catarina.
O título do boletim é: “A COVID-19 em SC: Ocorreu forte aceleração do contágio nas duas primeiras semanas de julho“.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Desemprego pode ter atingido 17% dos catarinenses em maio
Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]
As características da atual crise associada à Covid-19 estão provocando mudanças muito rápidas e profundas nas esferas econômica e social, com impactos expressivos nas condições gerais de vida da população. Assim, a conjuntura exige um acompanhamento cada vez mais ágil e sequencial dos indicadores de saúde e de trabalho no país e nas respectivas unidades da federação.
Ciente da necessidade de se fazer esse acompanhamento, o IBGE passou a elaborar uma pesquisa complementar à sua tradicional pesquisa contínua de amostragem por domicílios (PNAD Contínua). Esse novo instrumento estatístico foi denominado de PNAD Covid-19 e, segundo nota técnica do IBGE, seus objetivos “incluem estimar número de pessoas com sintomas de COVID-19 e quantificar alguns dos impactos da pandemia no mercado de trabalho”[3].
Um dos principais benefícios da PNAD Covid-19 em relação à PNAD Contínua é a sua periodicidade. A nova pesquisa está sendo realizada semanalmente e divulgada igualmente de forma semanal no que se refere aos principais indicadores nacionais. Já a edição divulgada mensalmente contém uma gama maior de indicadores, incluindo também dados para todas as unidades da federação. Como essa pesquisa é de caráter experimental, seus dados devem ser interpretados com cautela, no entanto esse instrumento já permite um acompanhamento mais preciso do mercado de trabalho diante do cenário de pandemia, o que pode auxiliar na formulação e na implementação de políticas públicas pontuais, por exemplo.
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A nona edição do Boletim COVID-19 foi publicada
A nona edição do Boletim COVID-19 está disponível para leitura. Nesta edição, o pesquisador Lauro Mattei discorre sobre a evolução da doença na microrregião de Florianópolis, com casos crescendo em todas as cidades ao entorno da capital.
O título do boletim é: “A COVID-19 em SC: Doença avança fortemente na microrregião de Florianópolis“.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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O emprego formal diante da pandemia da COVID-19: Santa Catarina perdeu cerca de 103 mil postos formais de trabalho em três meses
Por: Lauro Mattei ¹
Inicialmente é importante mencionar que o país registrou o primeiro caso da doença Covid-19 ao final de fevereiro de 2020, sendo que as principais medidas para seu controle começaram a ser adotadas no início do mês de março. Diante do fato de que ainda não existe uma vacina capaz de controlar tal doença, tais medidas se restringiram praticamente a adoção da política de isolamento social como forma de reduzir o nível de contágio da população.
O primeiro caso da Covid-19 provocada pelo novo coronavírus em Santa Catarina (SC) foi registrado no início do mês de março de 2020. Daí em diante a doença se espraiou por todo estado e atingiu graus elevados de contágio. Com isso, medidas de isolamento social também foram adotadas visando controlar a epidemia. Tais medidas restringiram o funcionamento de um conjunto de atividades econômicas consideradas não essenciais, causando efeitos sobre mercado de trabalho catarinense.
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O que fazer para o crédito chegar nas micro e pequenas empresas?
Por: Luiz Fernando de Paula* e Mateus Coelho Ferreira**.
O episódio da pandemia do Coronavírus (Covid-19) e os efeitos adversos causados pelas medidas de isolamento social pela consequência direta no fechamento parcial ou total da maioria das empresas e prestadoras de serviços, vem se apresentando um cenário bastante desafiador para concessão de crédito no Brasil especialmente em relação as micros, pequenas e médias empresas (MPME). Isso acontece diante da necessidade crescente dos diferentes setores da economia em obter recursos suficientes para conciliar uma queda brutal das suas vendas esperadas em relação as suas obrigações financeiras. Por outro lado, o aumento da incerteza sobre os rumos da economia incentiva o sistema bancário a promover um racionamento de crédito, isto é, uma seleção mais cautelosa dos seus clientes, assim, apertando as condições de financiamento da economia. Este fato se agrava pela percepção negativa de como o consumo das famílias e os investimentos privados poderão reagir na flexibilização gradual das atividades e nas possíveis mudanças de comportamento pós-pandemia, em função das dúvidas quanto a extensão da crise sanitária no Brasil. Neste caso, as pequenas e médias empresas acabam sendo as mais afetadas, com seus pedidos de empréstimos sendo recusados, normalmente pela falta de garantias, ou tendo que aceitar taxa de juros mais elevadas. De fato, os dados do Banco Central do Brasil, entre 16 de março e 15 de maio de 2020 (2 meses), apontam que foram concedidos no total R$ 441,8 milhões, porém, com uma desigualdade evidente, no qual foram destinadas: 57, 9% para grandes empresas, 22,6% para pessoas físicas, 11,6% para as médias e apenas 7,9% para micro e pequenas.
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O Boletim COVID-19 em SC nº 8 está disponível
A oitava edição do Boletim COVID-19 está disponível para leitura. O trabalho é um amplo estudo, abordado pelo professor Lauro Mattei recentemente em entrevista, que apresenta como a doença avançou por Santa Catarina, tendo agora um possível novo epicentro da doença. Dado isso, o título desta edição é “A COVID-19 em Santa Catarina: A microrregião de Joinville deverá ser o novo atenção da doença do Estado”.
No texto, Lauro Mattei mostra com Joinville, que é a cidade com mais mortes pela doença em Santa Catarina, se aproxima de se tornar o novo lugar com mais casos no estado.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Primeiros impactos da crise da Covid-19 no mercado de trabalho catarinense
Por: Vicente Loeblein Heinen [1] e Lauro Mattei [2]
A pandemia da Covid-19 no Brasil provavelmente ficará associada a uma das maiores crises econômicas da história do país. Os impactos dessa crise não serão de curta duração, podendo se estender por anos e afetar todo o território nacional. A forma e a dimensão com que seus efeitos incidirão sobre cada uma das mesorregiões e unidades da federação, embora ainda bastante incertos até o presente momento, já começam a se revelar na conjuntura atual.
Certamente, muitos dos efeitos mais dramáticos decorrentes da crise associada ao novo coronavírus serão evidenciados no funcionamento do mercado de trabalho. Com a pandemia, fatores como o fechamento de estabelecimentos, as restrições logísticas e a queda generalizada na demanda acabaram agravando um cenário econômico já bastante debilitado, levando à falência de muitas empresas. Nesse contexto, a tendência é de uma centralização cada vez maior do capital, com consequências danosas sobretudo para as pequenas e médias empresas, sabidamente aquelas que são mais intensivas em mão de obra. Com isso, é praticamente certo que essa nova conjuntura deverá ser marcada por um expressivo fechamento de postos de trabalho em todo o país.
Diante disso, discutiremos a seguir a situação atual e as principais tendências do mercado de trabalho de Santa Catarina diante da crise associada à Covid-19.
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A discrepância nos dados da COVID-19 entre os boletins do Governo Estadual e os boletins das Prefeituras Municipais¹
Por: Lauro Mattei²
Desde o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus estamos acompanhando a evolução da doença por meio dos Boletins Epidemiológicos elaborados diariamente pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica, órgão público vinculado à Superintendência de Vigilância em Saúde, estrutura da Secretaria Estadual de Saúde. Tais informações encontram-se disponíveis eletronicamente para consultas em www.coronavirus.sc.gov.br. Sempre fomos informados que esses boletins eram confeccionados com base nas informações fornecidas pelas administrações municipais.
Desde que o nível de contágio sofreu uma aceleração mais expressiva, sobretudo a partir da segunda quinzena de maio, dúvidas começaram a surgir em relação à algumas informações. Porém, nunca antes tínhamos realizado comparações conforme apresentaremos neste artigo, mesmo que para poucos dias. Ultimamente nos chamou atenção as informações de duas cidades com elevados números de pessoas contaminadas. Nossa surpresa ocorreu após consultar, pela primeira vez, as fontes primárias das informações, ou seja, os boletins das administrações municipais. Vejamos a seguir dois quadros de discrepâncias sobre as informações estaduais oficiais.
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O Boletim COVID-19 em SC nº 7 está disponível
A sétima edição do Boletim COVID-19 está disponível para leitura. O tema desta edição é o avanço da doença para a maior parte dos municípios de Santa Catarina, assim intitulado de: “A COVID-19 em SC: 86% dos municípios catarinenses já registraram a presença da doença”.
No texto o autor disserta sobre como a doença passou a aparecer em todas as mesorregiões de Santa Catarina, alcançando a maioria das cidades catarinenses.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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Confira como foi o 18º Seminário Necat
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A queda do setor de serviços no Brasil e em Santa Catarina no mês de abril de 2020
Por: Lauro Mattei¹
A estatística tradicional revela que a economia brasileira passou por uma profunda mudança nas últimas décadas, uma vez que os setores primário (agropecuária) e secundário (indústria) perderam espaço no agregado produtivo nacional. Com isso, o setor de serviços foi ampliando fortemente sua participação na produção bruta do país. A magnitude dessa alteração pode ser observada na composição setorial recente, a qual evidencia que o setor de serviços ao final da última década do presente século representava mais de 70% de todos os bens e serviços produzidos pelo Brasil.
Neste sentido, é de grande relevância analisar o impacto do comportamento desse setor nesse momento de pandemia sanitária com impactos sobre o conjunto da economia do país, cujas projeções para o ano de 2020 são extremamente pessimistas. Para algumas organizações internacionais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Nacional, a queda do Produto Interno Bruto (PIB) no presente ano deverá se situar entre 6 a 8 pontos percentuais. É neste contexto que os dados da Pesquisa Mensal dos Serviços (PMS) do IBGE, relativa ao mês de abril e divulgada em 16.06.20, serão descritos e analisados neste artigo.
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Confira como foi a participação do Necat no Simpósio Interdisciplinar da Pós-Graduação da Unochapecó
No dia 3 de junho de 2020 o coordenador do Necat, prof. Lauro Mattei, participou de simpósio online promovido pela Unochapecó, voltado a debater os diferentes aspectos da pandemia da Covid-19, com destaque à situação catarinense. Confira o vídeo do evento:
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18º Seminário Necat: A economia catarinense diante da pandemia da Covid-19
O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat/UFSC) realizará no dia 16/06/2020 (terça-feira), às 18h, o 18º Seminário Necat. Pela primeira vez o evento será virtual e terá como objetivo debater a atual crise decorrente do novo coronavírus e seus impactos sobre a economia catarinense. Temas relevantes como a queda na produção, o aumento do desemprego, a diminuição da arrecadação estadual, os déficits orçamentários, o desenvolvimento regional, dentre outros estarão no centro do debate. Além disso, é importante discutir também o cenário econômico catarinense após quase um ano e meio da nova gestão administrativa estadual, bem como os principais desafios que precisam ser enfrentados no momento histórico atual.
Palestrantes:
Juliano Goularti | Doutor em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Paulo Zoldan | Economista pela UFSC e técnico da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico de Santa Catarina
Ivo Theis | Pós-Doutor em Desenvolvimento Regional e professor da Fundação Universidade Regional de Blumenau (Furb)
O evento será transmitido ao vivo neste link. Ao final da exposição, o público poderá participar do debate com perguntas aos palestrantes. Os estudantes da UFSC interessados em receber certificados de horas pela atividade deverão se inscrever por meio deste link.

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O Boletim COVID-19 Nº6 está disponível
A sexta edição do Boletim COVID-19 está disponível para leitura, o tema desta edição é “A COVID-19 em SC: O contágio está se acelerando nas microrregiões de Itajaí e de Florianópolis”.
No texto o autor disserta sobre o avanço da doença que ocorreu na última semana em cidades do litoral catarinense, como nas microrregiões de Itajaí e Florianópolis, demonstrando o avanço da doença tanto no oeste como no litoral.
A edição foi escrita pelo Professor Lauro Mattei, Coordenador geral do NECAT, e pode ser acessada clicando aqui ou acessando a Aba Boletins.
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A expressiva queda da produção industrial no Brasil e em Santa Catarina no mês de abril de 2020
Por: Lauro Mattei * e Mateus Victor Fronza **
O Brasil vem enfrentando um processo de desindustrialização há décadas, porém com agravamento a partir do início do presente século. A pandemia atual decorrente do novo coronavírus apenas ajudou a desnudar ainda mais a “máscara da desindustrialização”, isto porque se tornou visível ao conjunto da sociedade o elevado grau da dependência externa da produção industrial de diversos produtos, como foram os casos recentes de equipamentos médico-hospitalares, especialmente de máscaras cirúrgicas e de ventiladores.