Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
  • Os desencontros da macroeconomia

    Manfred Back*
    Luiz Gonzaga Belluzzo**

    Enquanto os ‘mídiamacro’ insistirem em sepultar a dinâmica financeira sob equações lineares e dicotomias obsoletas, a economia real seguirá refém de um fetichismo que ignora o crédito endógeno, a volatilidade dos fluxos especulativos e a própria história.
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  • TD 067-2025- AS TARIFAS COMERCIAIS DO GOVERNO TRUMP E SEUS POSSÍVEIS IMPACTOS SOBRE AS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS E CATARINENSES

    Foi publicado o Texto para Discussão nº067, elaborado por Lauro Mattei, com o título “As tarifas comerciais do governo Trump e seus possíveis impactos sobre as exportações brasileiras e catarinenses”.

    Para ler o texto, basta clicar aqui ou acessar a Aba de Textos para Discussão.


  • Arcabouço fiscal, IOF e taxa de juros no Brasil: Quo eunt?

    Rogério Sobreira*

    Um debate que tem sido recorrente na imprensa especializada diz respeito à pertinência da manutenção dos juros nos elevados patamares atuais como meio para se estabilizar a inflação. A Selic, como se sabe, foi elevada para 15% ao ano na reunião do COPOM, o Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (BCB), na sua última reunião no dia 18 de junho.
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  • Investimento público: a chave para acelerar o desenvolvimento brasileiro

    Alessandro Donadio Miebach*
    Henrique Morrone*

    De forma geral, o processo de melhoria efetiva do padrão de vida das sociedades  — com aumento da longevidade, melhor acesso à saúde e à educação, empregos de  maior qualidade e avanços no bem-estar — está associado ao desenvolvimento  econômico. Por sua vez, o desenvolvimento econômico está relacionado ao crescimento econômico. É o crescimento do produto que viabiliza o desenvolvimento das sociedades  e de suas populações.
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  • Quem paga a conta?

    Ederson Duda*

    Enquanto a justiça tributária permanecer refém de privilégios, a democracia brasileira seguirá manca, incapaz de romper o ciclo perverso que transforma desigualdade em destino. É preciso coragem política para confrontar os mitos meritocráticos que blindam a riqueza e estrangulam o futuro coletivo.
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  • A crise política brasileira

    Luis Felipe Miguel*

    A derrota recente do governo confirmou, de maneira cabal, o que já sabíamos. O eixo do poder mudou no Brasil. A presidência da República está enfraquecida e mergulhamos em um parlamentarismo sui generis, em que o Congresso Nacional manda, mas não assume responsabilidades. É o pior dos mundos.
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  • Irã – um estado capitalista fracassado

    Michael Roberts*

    A tragédia iraniana não é apenas local, mas um sintoma da lógica perversa do capitalismo global: um país esmagado entre a ganância de suas elites, a hipocrisia das potências ocidentais e a obsessão bélica de Israel.
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  • O que virá depois da globalização?

    Branko Milanovic*

    O mundo está entrando em uma nova era na qual os países ricos adotarão uma política dupla incomum: abandonar a globalização neoliberal internacionalmente e promover resolutamente um projeto neoliberal internamente
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  • Informativo NECAT – 40ª edição: Junho de 2025

    Foi publicada a edição de número 40 do informativo NECAT.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Inf. Necat Edição atual.


  • Aumento dos empregos formais em SC no mês de Março/25 foi impulsionado pelo setor de serviços

    Tamires Boing*

    João Marcelo sovinski2

    Os dados do Novo Caged de março/25 evidenciaram que o mercado de trabalho formal do país se expandiu em 0,1%, com a abertura de 71,5 mil vagas. Já em Santa Catarina foram gerados 9,8 mil novos postos de trabalho, correspondendo a um crescimento de 0,4%, conforme demonstrado na Tabela 1. Quando descontados os efeitos sazonais, Santa Catarina apresenta um crescimento da ordem de 0,3% enquanto a expansão no Brasil se torna nula, indicando uma ausência de crescimento real no mês em tela.
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  • Varejo catarinense avança 0,8% no mês de março/25

    Rafael Nicolo Serra Ferreira*

    O comércio varejista representa de forma direta a atividade econômica do país, sendo influenciado por mudanças na renda, nos gastos das famílias e nas medidas de política econômica. Em março de 2025, o setor mostrou um resultado favorável.
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  • Setor de serviços catarinense permaneceu estável em Março/25

    Kauê Soares Alexandre*

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) acompanha o comportamento conjuntural do setor de serviços no país e nas 27 Unidades Federativas (UFs) ao pesquisar a receita bruta de serviços em empresas juridicamente constituídas, cujo número de pessoas ocupadas que desempenham como atividade principal um serviço não-financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação, seja igual ou superior a 20. Recentemente foi divulgada a vigésima sexta edição da pesquisa, relativa ao mês de fevereiro de 2025, após o início das alterações metodológicas que visaram captar melhor as mudanças econômicas em curso1.
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  • Produção industrial catarinense permaneceu estagnada em março de 2025

    Gabriel Schwalbe Hoffmann*

    A pesquisa sobre a Produção Industrial Mensal – PIM Regional é realizada pelo IBGE desde a década de 1970 sintetizando um conjunto de indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da produção real da indústria extrativa e de transformação. Para tanto, são produzidos índices mensais para 17 unidades da federação segundo o critério de que tais unidades federativas tenham participação de, no mínimo, 0,50% do total do valor da transformação nacional. Ressalta-se que no caso da região Nordeste é realizado um agregado regional, razão pela qual tal região figura junto com as unidades federativas na divulgação das informações, conformando o horizonte de 18 localidades pesquisadas.
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  • Para que servem os economistas? Alguém sabe?

    Luiz Gonzaga Belluzzo*

    Manfred Back**

    Começamos com uma afirmação que, certamente, vai desfiar desagrados aos cultores da Ciência Sombria. A história do pensamento econômico nos oferece o espetáculo da naturalização da economia. A economia tem que se apresentar como uma esfera autônoma da vida humana e social em que prevalecem leis naturais, às quais os indivíduos deveriam se submeter.
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  • Os limites do crescimento

    Ricardo Abramovay*

     Novo livro de José Eli da Veiga questiona o alcance e os limites do crescimento econômico em um período em que as atividades humanas se tornaram uma força que pode destruir a vida no planeta. A obra argumenta que, em vez de se fixar na evolução do PIB, é preciso examinar as bases concretas da formação da riqueza e seus efeitos sobre o bem-estar humano e os ecossistemas, ultrapassando tanto o antigo mito do crescimento econômico quanto as propostas recentes de decrescimento
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