NECAT UFSC
  • Acompanhamento do mercado de trabalho brasileiro: resutados da PNAD Contínua para o 1º trimestre de 2021

    Já está disponível o relatório com os principais resultados da PNAD Contínua divulgados hoje (27/05/21) pelo IBGE. Essas informações dizem respeito ao comportamento do mercado de trabalho brasileiro no 1º trimestre de 2021. A análise pode ser conferida, juntamente com os relatórios anteriores, na aba Estatísticas do Mercado de Trabalho do Brasil.


  • Necat participa da série “Pensamento Coletivo” da PROPESQ

    O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense participou, no dia 18/05, da série “Pensamento Coletivo” apresentada pela Pró-reitoria de Pesquisa da UFSC. Confira a matéria:

    “A Pró-reitoria de Pesquisa apresenta a série “Pensamento Coletivo”. A intenção é divulgar quais estudos estão sendo realizados por alguns grupos de pesquisa da UFSC e suas especificidades. A série será composta por nove matérias, divididas pelas áreas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que mesclam os centros/campus da universidade.

    O terceiro grupo de pesquisa é o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense – NECAT-UFSC. O grupo foi criado em 2012 e está localizado no Centro Socioeconômico (CSE) da UFSC. É liderado pelo professor Lauro Francisco Mattei e, atualmente, é composto por 11 pesquisadores e 4 alunos.
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  • Moção da ALESC em cumprimento ao NECAT

    A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, no dia 06/04, aprovou a moção MOC/0229.1/2021. A moção propunha cumprimentar o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense da UFSC, pelos seus 10 anos de fundação.

    Confira a moção:
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  • Ritmo atual da vacinação contra Covid-19 é o mais baixo dos últimos 2 meses

    O coordenador do NECAT/UFSC, professor Lauro Mattei, participou no dia 21/05 da edição do telejornal NSC Notícias. Nessa edição, foi avaliado o ritmo atual da vacinação contra Covid-19. Confira aqui o vídeo na íntegra.


  • Entrevista CBN Diário

    O coordenador do NECAT/UFSC, professor Lauro Mattei, participou no dia 21/05 do programa CBN Diário. No programa, foi abordado o tema da análise publicada no Blog do NECAT com o título “Domicílios sem renda do trabalho cresceram cerca de 30% em Santa Catarina no ano de 2020”. Confira aqui o programa na íntegra.

    Confira aqui a análise sobre domicílios sem renda do trabalho.


  • Média semanal móvel de casos atual é maior que ao final do mês de abril

    Foi publicada a edição de número 54 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Média semanal móvel de casos atual é maior que ao final do mês de abril” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Boletins.


  • Domicílios sem renda do trabalho cresceram cerca de 30% em Santa Catarina no ano de 2020

    Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]

    Os impactos da pandemia da Covid-19 sobre o mercado de trabalho já são bastante visíveis, tanto em termos da ampliação do número de famílias sem renda do trabalho como da própria redução dos rendimentos de grande parte dos trabalhadores que conseguiram se manter ocupados. De uma maneira geral, esses elementos contribuem para explicitar a enorme vulnerabilidade social existente no Brasil – e também em Santa Catarina -, fazendo com que os temas da pobreza e da insegurança alimentar retornassem ao centro da agenda política do país.

    Visando contribuir com o debate sobre esses assuntos, este texto apresenta um breve balanço da situação dos rendimentos do trabalho em Santa Catarina em 2020, tomando como referência os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC). Para tanto, na primeira parte do texto são analisados os rendimentos individuais do trabalho, enquanto a segunda apresenta o comportamento da renda domiciliar.
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  • Santa Catarina detém o 3º maior coeficiente de incidência da Covid-19 do país

    Foi publicada a edição de número 53 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Santa Catarina detém o 3º maior coeficiente de incidência da Covid-19 do país” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Boletins.


  • Imunização completa de idosos entre 80 e 89 anos em Santa Catarina não passou de 52%

    Por: Lauro Mattei[1]

    O Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a Covid-19, que teve início em todo o país no dia 18.01.2021, vem enfrentando problemas desde sua concepção original, especialmente em função da falta sequencial do elemento essencial: a vacina. Mesmo assim, o sistema público de saúde (SUS) dos municípios e das unidades federativas está operacionalizando a campanha de vacinação da população catarinense nos marcos do limite acima exposto.

    Após 118 dias do início da vacina[2] é importante fazer uma breve análise do andamento do processo de vacinação no estado. Para tanto, as atenções desse artigo recaem sobre as faixas etárias de 70 anos ou mais de idade, considerando-se que as mesmas já deveriam ter a imunização completa no momento, ou seja, todas as pessoas que fazem parte dessas faixas etárias já deveriam ter recebido as duas doses da vacina, independentemente do seu fornecedor.

    Para tanto, inicialmente discutiremos a quantificação do público alvo de cada faixa etária, considerando-se que as projeções populacionais do IBGE não necessariamente correspondem aos dados utilizados pelo governo de SC. Posteriormente, será feito uma análise comparativa da aplicação de cada dose por faixa etária visando quantificar o déficit de imunização completa em cada uma dessas faixas de idade.
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  • Apesar da queda na atividade econômica, Santa Catarina registra crescimento do emprego formal em março

    Por: Victor Hugo Azevedo Nass[1]

    Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no blog do NECAT, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em março de 2021, a partir dos resultados do Novo CAGED[2]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, faixa etária, escolaridade e mesorregião geográfica.

    De acordo com a Tabela 1, em março o Brasil apresentou saldo positivo de 184.140 vínculos formais de trabalho, registrando alta de 0,5%. Já Santa Catarina criou 20.729 vínculos no mesmo período, com variação mensal de 0,9%. Com isso, ambas as regiões tiveram uma desaceleração no crescimento. Esses resultados contrastam com o nível de atividade econômica do país, que teve queda mensal de 5,9%, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)[3].

    Tabela 1 – Evolução mensal de estoque, admissões, desligamentos, saldo e variação percentual (Brasil e Santa Catarina, março a março de 2021)

    Tabela1-br-sc-caged-mar

    Fonte: Novo CAGED (2021); Elaboração: NECAT/UFSC.
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  • Setor de serviços tem forte alta no mês de fevereiro em Santa Catarina

    Por: Daniel da Cunda Corrêa da Silva[1]

    Panorama do setor de serviços no Brasil

    O setor de serviços registrou alta de 3,7% no mês de fevereiro de 2021 em comparação com janeiro deste ano. A alta registrada em fevereiro fez com que os serviços recuperassem os patamares pré-pandemia, sendo registrados num volume 0,9% superior aos dados que vigoravam até fevereiro de 2020. De outro lado, num paralelo direto com o mesmo mês do ano passado, o desempenho dos serviços no Brasil foi 2% menor do que no segundo mês de 2020.

    Apesar de promissora, a retomada do setor de serviços no Brasil deve ser interpretada com cautela. Todos os indicadores anteriores não levam em consideração os ajustes sazonais. Quando estes são contabilizados, o que se verifica é um desempenho decrescente, em termos de número-índice. Depois de alcançar 109 em dezembro de 2020, os serviços no Brasil recuaram para 95 em janeiro e 94 em fevereiro. Na prática, considerando a sazonalidade, o volume de serviços no Brasil em fevereiro de 2021 é equivalente ao nível de agosto de 2020[2]. É o que se pode observar no Gráfico 1, abaixo:

    Gráfico 1: Volume de serviços desde janeiro de 2018

    (índice base fixa com ajuste sazonal, 2018=100)

    G1

    Fonte: PMS (2021); Elaboração: Necat/UFSC
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  • Média semanal móvel de novos casos está estável, porém num patamar elevado

    Foi publicada a edição de número 52 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Média semanal móvel de novos casos está estável, porém num patamar elevado” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • Metas e prioridades do governo de Santa Catarina para 2022: breve análise do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentária (PLDO)

    Por: Juliano Giassi Goularti[1]

    O PLDO encaminhado pelo governo do estado de Santa Catarina ao Parlamento Catarinense (PL./0123.0/2021) estabelece as metas, prioridades e objetivos da administração pública para o ano seguinte. No PLDO, o governo do estado fixa o montante de recursos que pretende arrecadar, gastar, economizar, repassar aos poderes e, em função da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), traçar políticas públicas estratégicas de recuperação econômica e medidas sanitárias de enfrentamento e controle da virose que já vitimou mais de 13 mil catarinenses e quase 400 mil brasileiros.

    No PLDO, o governo do estado ainda autoriza o aumento das despesas com pessoal, regulamenta as transferências a entes públicos e privados e disciplina o equilíbrio entre as receitas e as despesas. A lei orçamentária anual é uma das principais legislações que define o destino dos recursos públicos em curto prazo – ao contrário das ações de planejamento do Plano Plurianual (PPA) que são de médio prazo – e, portanto, impacta o cotidiano do estado e dos municípios catarinenses.

    Dentro do seu ordenamento jurídico, toda programação do PLDO está sujeito à Constituição Federal de 1988, particularmente da Lei nº 4.320, de 1964 (que instituiu as normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados e Municípios, além do Distrito Federal) e da Lei Complementar nº 101, de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), a qual determina que os objetivos e gastos públicos estejam previstos no PPA, LDO e Lei Orçamentária Anual. Além disso, as diretrizes orçamentárias têm que cumprir a legislação tributária, garantir a sustentabilidade da dívida pública, estabelecer a projeção atuarial do regime de previdência dos servidores (IPREV), estimar a renúncia de receita e prever os riscos fiscais que poderão afetar as contas públicas, especialmente comprometendo a qualidade dos serviços públicos. Em síntese, PLDO é um documento que mostra ao conjunto da sociedade como a administração pública irá se comportar econômica e politicamente.
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  • A Covid-19 em SC: o discurso da governadora interina e a realidade da pandemia no estado

    Por: Lauro Mattei[1]

    “Parece que a vida humana não vale nada em Santa Catarina”. Miguel Nicolelis

    A falsa dicotomia entre saúde e economia

    Uma das questões que mais marcou o debate sobre a pandemia no Brasil foi a falsa discussão entre Saúde e Economia. Tal discussão, que também tem adeptos em Santa Catarina, foi fortemente impulsionada pelo atual presidente da república que menosprezou, desde o início, a gravidade da Covid-19.

    É neste contexto que precisamos compreender as ações recentes da governadora em exercício nesta esfera. Ainda no dia 26.03.21, quando foi confirmado o segundo afastamento do governador Carlos Moisés, ela assim se manifestou: “vou trabalhar para que Santa Catarina supere o momento crítico da segunda onda da pandemia, assim como darei a mesma atenção para com a economia, evitando danos ainda maiores”. Já no dia de sua posse como governadora interina (30.03.21) afirmou que “não somente o combate à pandemia é prioritário, mas também não nos descuidaremos do desenvolvimento econômico porque precisamos garantir a empregabilidade e a estabilidade de nosso estado”.

    Após a Procuradoria Geral do Estado (PGE) reverter a decisão judicial que destinava ao Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes) as deliberações sobre as medidas necessárias ao enfrentamento da pandemia, a governadora em exercício iniciou um processo de flexibilização das normas que estavam em vigor sempre afirmando que “buscaria um equilíbrio entre a segurança sanitária e a economia do estado”, isto porque “além da Covid-19 há de se cuidar do todo para minimizar o sofrimento das pessoas diante dos impactos da pandemia em outros setores”.
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  • Ainda não é hora de flexibilizar as medidas de controle da pandemia

    Foi publicada a edição de número 51 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Ainda não é hora de flexibilizar as medidas de controle da pandemia” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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