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Renda da metade mais pobre das famílias catarinenses ainda é 27% inferior ao nível pré-pandemia
Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]
Após a emergência da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Brasil vem enfrentando também uma crise econômica e social, que provocou uma acelerada queda do nível de renda das famílias, bem como o aumento avassalador do flagelo da fome nas camadas mais vulneráveis da população brasileira. Estudo recente da Fundação Getúlio Vargas[3], mostra que a renda média individual do trabalho caiu 10,9% durante a pandemia. Todavia, destaca-se que a queda da renda média da parcela dos mais pobres foi de 20,8%, ou seja, caiu duas vezes mais que a média. Isso fez com que índice de Gini[4] nacional subisse de 0,642, no primeiro trimestre de 2020, para 0,674, no primeiro trimestre de 2021. Em termos absolutos, nota-se que a renda domiciliar per capita no Brasil de R$ 1.122,00, para R$ 995,00 nesse período, implicando em uma queda de 11,3%. Registre-se que essa é a primeira vez que a renda se situa no patamar abaixo de 1 mil reais desde que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua começou a ser realizada, em 2012. Segundo o autor, a perda de ocupação foi o principal fator explicativo para essa queda expressiva do poder de compra da população brasileira.
Desde o início da pandemia da Covid-19, ainda no primeiro semestre de 2020, diversas análises do Necat/UFSC alertavam para o fato de que a crise deflagrada pela disseminação do novo coronavírus não teria curta duração, podendo deixar grandes sequelas econômicas e sociais também em Santa Catarina[5]. Os dados mais recentes têm comprovado que grande parte daqueles prognósticos se concretizaram. Mesmo que no momento alguns indicadores econômicos estejam finalmente saindo do vermelho, o desemprego e a perda de renda seguem ameaçando parcelas expressivas da população catarinense. Ao analisar a situação recente do desemprego em Santa Catarina, mostramos seu recrudescimento no primeiro trimestre de 2021[6]. No presente texto, analisamos o comportamento dos rendimentos do trabalho no mesmo período, tendo como base os microdados da PNAD Contínua. O texto está dividido em duas partes: a primeira trata da dinâmica dos rendimentos individuais, enquanto a segunda analisa a renda domiciliar.
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TD 048/2021 – Estrutura produtiva de Santa Catarina: uma análise de insumo-produto
O Texto para Discussão 048/2021, de autoria de Ana Carolina Tedesco, tem como objetivo contribuir com a literatura regional de Santa Catarina analisando a estrutura produtiva do estado por meio da abordagem de insumo-produto. As atividades econômicas de Santa Catarina com maiores valores para os geradores de produção, emprego e renda foram, respectivamente, Refino de petróleo, Pecuária e Educação pública. Os principais setores-chave no encadeamento produtivo do estado foram Transporte terrestre e Fabricação de Produtos têxteis.
Confira este e outros trabalhos na aba Textos para Discussão.
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Setor de serviços de Santa Catarina apresentou fraco desempenho no mês de março de 2021
Por: Daniel da Cunda Corrêa da Silva[1]
A situação do setor de serviços no Brasil
Depois de ter registrado alta de 3,7% em fevereiro, o setor de serviços apresentou queda de 4,0% no mês de março de 2021. O resultado negativo devolve o volume do setor de serviços no Brasil a um patamar 2,8% inferior ao do início da pandemia, cuja superação havia sido celebrada na pesquisa anterior. Na comparação com março do ano passado, por sua vez, o resultado do terceiro mês de 2021 foi 4,5% superior. Resultado bastante compreensível, visto que março e abril de 2020 marcam os meses de maior restrição às atividades econômicas decorrentes da Covid-19.
No último relatório apresentado, referente a fevereiro de 2021, apontava-se a necessidade de tomar os dados do mês (com serviços em alta) com cautela. Este mês de março confirmou a necessidade de prudência: para a série que leva em consideração os ajustes sazonais, o desempenho é constantemente decrescente. A Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE revela que o desempenho de março de 2021 posiciona o Brasil próximo dos indicadores válidos para o início de 2020, com número índice 86, quando a economia brasileira iniciava seu acentuado declínio em função da pandemia. Tomando-se como parâmetro o ano de 2014, a linha de tendência do Gráfico 1 denota que economia brasileira já acumula quase 7 anos consecutivos de redução no volume de serviços prestados[2].
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Novos registros diários da Covid-19 continuam elevados em Santa Catarina
Foi publicada a edição de número 58 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Novos registros diários da Covid-19 continuam elevados em Santa Catarina” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Boletins.
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A produção industrial catarinense apresentou a terceira retração seguida no mês de abril de 2021
Por: Matheus Souza da Rosa[1]
Os dados da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, PIM/PF-IBGE, divulgados neste mês de junho revelam a continuidade da oscilação do setor industrial no Brasil e em Santa Catarina. Os dados relativos ao mês de abril mostraram o baixo desempenho da produção física nos quatro primeiros meses de 2021, expressando os impactos da crise econômica e a pouca capacidade de reação do setor industrial aos impactos da pandemia da Covid-19.
Esse resultado negativo na série mês a mês ocorreu em 8 das 14 Unidades de Federação contempladas pela pesquisa, sendo que os piores resultados estavam localizados na Bahia (-12,4%), Goiás (-3,6%) e São Paulo (-3,3%). Destacaram-se com dados positivos os estados de Amazonas (1,9%), Rio de Janeiro (1,5%), e Espírito Santo (0,9%). Chama atenção a magnitude da queda na Bahia, estado que vem acumulando retrações sucessivas desde janeiro (-4,3% em janeiro, -5,9% em fevereiro e -8,9% em março), numa trajetória de queda expressiva que até o momento não demonstrou quaisquer sinais de reversão.
Com base nos dados divulgados pelo IBGE, neste artigo será analisado, concomitantemente, o panorama geral da produção industrial no Brasil e no estado de Santa Catarina, em particular.
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Santa Catarina ultrapassou a marca de 1 milhão de pessoas acometidas pela Covid-19
Foi publicada a edição de número 57 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Santa Catarina ultrapassou a marca de 1 milhão de pessoas acometidas pela Covid-19” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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Necat/UFSC no XXVI Encontro Nacional de Economia Política
Os membros do Necat/UFSC, Lauro Mattei e Vicente Loeblein Heinen, participaram na última semana (8 a 11 de junho de 2021) do XXVI Encontro Nacional de Economia Política (ENEP), organizado virtualmente pela Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP). Os pesquisadores do Núcleo apresentaram o trabalho intitulado Balanço dos impactos da crise da Covid-19 no mercado de trabalho brasileiro em 2020, que pode ser conferido na aba Artigos Científicos. O vídeo submetido ao evento já está no canal do Necat no Youtube e pode ser conferido abaixo:
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As origens do superávit do governo de Santa Catarina em 2020
Por: Juliano Giassi Goularti[1] e Lauro Mattei[2]
Quando a pandemia provocada pelo coronavírus foi descoberta ao final de 2019, a economia mundial já dava sinais de desaceleração. Neste caso, destaca-se que a China, em meio a uma guerra comercial com os Estados Unidos, registrou naquele momento seu pior desempenho econômico dos últimos trinta anos, ao apresentar uma taxa de crescimento de 6,1%.
A emergência da crise sanitária obrigou os governos a adotar políticas restritivas para impedir o avanço da Covid-19, atitude que teve implicações diretas sobre a esfera econômica, uma vez que ocorreu a interrupção das atividades normais de circulação de pessoas, produção de mercadorias, consumo corrente, trocas comerciais, investimentos programados, linhas de crédito, etc.
No Brasil essa situação impactou negativamente as contas públicas, uma vez que ao final de 2020 foi registrado um resultado primário[3] da ordem de R$ 743 bilhões. Essa expansão do déficit primário, em grande medida, se deve ao aumento das despesas para controlar a pandemia no país. Segundo o Tesouro Nacional, somente essa rubrica (gastos com Covid-19) atingiu o montante de R$ 540 bilhões no ano de 2020. Além disso, ocorreu queda da arrecadação em função da forte retração das atividades econômicas, especialmente no primeiro semestre do referido ano. Com isso, o déficit registrado no último ano é de aproximadamente 10% do PIB do país.
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Situação do emprego formal em Santa Catarina um ano depois do momento mais crítico da crise da Covid-19
Por: Victor Hugo Azevedo Nass[1]
Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no blog do NECAT, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em abril de 2021, a partir dos resultados do Novo CAGED[2]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa de remuneração e mesorregião geográfica.
De acordo com a Tabela 1, em abril o Brasil apresentou saldo positivo de 120.935 vínculos formais de trabalho, registrando alta de 0,3%. Já Santa Catarina criou 11.127 vínculos no mesmo período, com variação mensal de 0,5%. Com isso, ambas as regiões tiveram uma desaceleração no crescimento, em comparação com os resultados de março.
Tabela 1 – Evolução mensal de estoque, admissões, desligamentos, saldo e variação percentual (Brasil e Santa Catarina, abril a abril de 2021)

Fonte: Novo CAGED (2021); Elaboração: NECAT/UFSC.
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Caíram os óbitos por Covid-19 dos idosos acima de 80 anos
Foi publicada a edição de número 56 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Caíram os óbitos por Covid-19 dos idosos acima de 80 anos” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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O desemprego aumentou em Santa Catarina no primeiro trimestre de 2021
Por: Lauro Mattei[1] e Vicente Loeblein Heinen[2]
É inegável que o tema do desemprego no país é uma das consequências mais visíveis da pandemia causada pelo novo coronavírus. Os dados da PNAD Contínua, relativos ao primeiro trimestre de 2021 e divulgados recentemente pelo IBGE, revelaram a gravidade desse problema social, uma vez que a taxa de desocupação subiu de 13,9%, no 4º trimestre de 2020, para 14,7%, no primeiro trimestre de 2021. A pesquisa constatou que, no comparativo entre esses dois períodos, a taxa de desocupação no Brasil aumentou em oito unidades da federação: PE; AM; MA; TO; PI; MG; PA e SC. Particularmente em Santa Catarina, no mesmo período considerado essa taxa subiu de 5,3% para 6,2%.
Mesmo assim, algumas autoridades governamentais se locupletam afirmando que “Santa Catarina mantém a menor taxa de desemprego do país”[3]. Para o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, além do estado ter a menor taxa de desocupação do país, “temos o menor número de desempregados e geramos quase 100 mil vagas de emprego este ano”[4]. Tais afirmações, além de conterem análises superficiais, podem ser consideradas até mesmo ufanistas. Por isso, elas foram contrastadas recentemente por análises que mostram aspectos bem mais complexos da dinâmica atual do mercado de trabalho catarinense[5]. Já os meios de comunicação seguem esse mesmo diapasão ao repercutir que a “Taxa de desemprego de SC sobe para 6,2%, mas segue a menor do país”[6]. Nessa lógica interpretativa, se ocultam alguns dos principais problemas do estado nesta esfera, uma vez que uma parcela expressiva da população catarinense continua sofrendo os efeitos negativos do aumento acelerado do desemprego.
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Desempenho atual da produção industrial de SC é superior ao verificado em 2020, mas perda de ritmo se mantém
Por: Matheus Rosa[1]
A Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (PIM-PF) divulgada no início de maio, com dados referentes ao último mês de março, apresentou um novo cenário de quedas nos níveis de Produção Física Industrial. De modo geral, pode-se observar uma continuidade do baixo desempenho oriundo da crise econômica e das dificuldades advindas da pandemia do novo coronavirus. Esse baixo desempenho se expressou de forma mais aguda em alguns dos setores pesquisados e também em 9 das 14 Unidades das Federação estudadas na pesquisa, as quais apresentaram resultados negativos na série do acumulado de 12 meses. Os acumulados positivos nessa série foram, em grande maioria, modestos e foram registrados em Pernambuco (3,4%), Pará (0,9%), Santa Catarina (0,9%), Goiás (0,8%) e Minas Gerais (0,7%).
Quando se utiliza como referência o mês de março do ano anterior, nota-se um quadro inverso, com a maioria das UFs apresentando resultado positivo e de grande magnitude (SC, AM, RS, SP, MG e PR com destaque). Esse desempenho não deve impressionar, uma vez que março de 2020 foi o primeiro mês dos impactos mais graves da pandemia do novo coronavirus na Produção Industrial, fazendo com que a baixa base comparativa seja o principal determinante dos atuais resultados positivos.
Por fim, no quadro geral do Brasil observou-se uma nova retração da ordem de -2,4%, dando continuidade ao movimento de queda que se iniciou no mês anterior. Importante notar que essas retrações verificadas nos dois últimos meses se situam no contexto de queda do ritmo da produção industrial já observada por meio de taxas que foram registradas desde junho de 2020.
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Rt acima de 1 em várias regiões do estado indica a necessidade de novas medidas de contenção da pandemia
Foi publicada a edição de número 55 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Rt acima de 1 em várias regiões do estado indica a necessidade de novas medidas de contenção da pandemia” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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TD 047/2021 – Gastos públicos com a educação catarinense: atingiremos a Meta 19 do Plano Estadual De Educação (PEE/SC)?
O Texto para Discussão 047/2021, de autoria de Juliano Giassi Goularti, tem como objetivo discutir a Meta 19 do Plano Estadual de Educação de Santa Catarina. Sendo dividido em três partes, o texto analisa se o gasto público estadual do governo de Santa Catarina está alinhado com a Meta 19 do Plano, analisa a participação dos gastos públicos dos 295 municípios catarinense no PIB e averigua a participação dos gastos federais (UFSC, UFFS e IFSC) no PIB estadual bem como o gasto per capita aluno das instituições federais, do Estado e dos 295 municípios em Santa Catarina.
Confira este e outros trabalhos na aba Textos para Discussão.
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DOSSIÊ IMPACTOS DA COVID-19 EM SANTA CATARINA – 19ª EDIÇÃO DA REVISTA NECAT
Desde o início da pandemia causada pelo novo coronavírus o NECAT/UFSC vem realizando estudos e debates sobre os impactos da Covid-19 na socioeconomia catarinense. Dada a importância de se ter um acompanhamento mais qualificado dos impactos da grave crise atual, a 17ª e 18ª edições da Revista NECAT apresentaram, respectivamente, a primeira e segunda parte do Dossiê sobre os impactos da Covid-19 em Santa Catarina. Dando sequência a esse trabalho, a 19ª edição da Revista traz a terceira parte desse Dossiê, composto por novos estudos, com o objetivo de divulgar seus resultados junto à comunidade acadêmica e à sociedade em geral.
A revista completa pode ser acessada aqui: Dossiê III – Impactos da Covid-19 em Santa Catarina
Artigos do Dossiê:
Entre a crise pandêmica e o pré-keynesianismo institucionalizado: a agonia social e econômica brasileira | Miguel Bruno;
Evasão escolar e jornada remota na pandemia | Marcelo Neri e Manuel Camillo Osorio;
A insegurança alimentar no contexto da pandemia da Covid-19 no Brasil | Nilson Maciel de Paula e Silvia A. Zimmermann;
Matriz de risco potencial da Covid-19 em Santa Catarina: um instrumento de baixo impacto para tomada de decisão | Alexandra Crispim Boing, Maria Cristina Antunes Willemann, Patrícia Maria de Oliveira Machado, Josimari Telino de Lacerda, Leandro Pereira Garcia, Giuliano Boava, Guilherme Valle Moura, Eleonora D’orsi e Antonio Fernando Boing;
Coleta e análise de dados acerca da síndrome respiratória aguda grave e do novo coronavírus: epidemiologia no Brasil e no estado de Santa Catarina – 2020/2021 | Marlon Resende Faria, Brenda Camila Rodrigues Prates, Thales Salvador Lima de Morais, Thaís Correa, Madison Coelho de Almeida e Tiago Mendes Bezerra Vicente;
Outros artigos (submissão contínua):
A Covid-19 e os impactos entre os produtores de tilápia em Massaranduba, Santa Catarina | Albio Fabian Melchioretto e Juarês José Aumond.
A Revista NECAT encontra-se disponível em nova plataforma, onde também podem ser conferidas suas edições anteriores.