Reforma da Previdência será o tema do 16º Seminário NECAT

04/04/2019 13:19

16º Seminário NECAT – Reforma da Previdência: O que isso tem a ver com você?

No momento em que toda a sociedade brasileira está sendo chamada a discutir o futuro do sistema de Seguridade Social do país, é importante debater alguns aspectos centrais da proposta de reforma da Previdência Social apresentada pelo atual governo. É relevante destacar que a Constituição Federal promulgada em 1988 contém um capítulo específico sobre Direitos Sociais, onde se instituiu o Sistema de Seguridade Social, composto pela Saúde, Previdência Social e Assistência Social. Os artigos 194 e 195 da Constituição definem que esse sistema deveria ser financiado a partir da contribuição dos trabalhadores (incidente sobre os salários); da contribuição dos empresários (incidente sobre o faturamento e lucro obtidos pelas empresas); e da contribuição do governo federal (via arrecadação fiscal). Quando analisamos o debate atual sobre tal proposta de reforma, fica evidente que o pêndulo dessa discussão está concentrado apenas na questão dos gastos, omitindo-se todos os problemas existentes na esfera da receita. Neste sentido, o 16º Seminário do NECAT procurará discutir o tema da reforma da previdência em uma perspectiva mais ampla, dando ênfase aos impactos de tal proposta sobre a sociedade brasileira e, em particular, sobre a classe a classe trabalhadora.

PALESTRANTE:
Milko Matijascic – Pesquisador do IPEA, Doutor em Economia pela Unicamp e ex-assessor do Ministério da Previdência Social

DATA: 09/04/2019 – 18h30
LOCAL: Auditório do CSE/UFSC
INSCRIÇÕES

Atualização dos dados do mercado formal de trabalho

29/12/2018 18:27

O NECAT concluiu esta semana a atualização dos dados do emprego formal no estado, a partir das informações mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), disponibilizada pelo Ministério do Trabalho (MTE).

As tabelas atualizadas contam tanto com os agregados de Santa Catarina, quanto com os dados relativos às alterações dos vínculos formais de trabalho de cada uma das mesorregiões do estado, organizadas segundo setores de atividade econômica, sexo, escolaridade, faixa etária, jornada de trabalho e remuneração. Os arquivos completos contam com informações que vão desde 1991 até 2017 e podem ser conferidos aqui.

Além disso, também foram atualizadas, para o mesmo período, as séries de indicadores cruzados do mercado formal de trabalho formal, relacionando pares de atributos diversos, tanto para o agregado, quanto para as mesorregiões.

Confira a lista dos 10 artigos mais acessados da Revista NECAT em 2018

19/12/2018 22:26

A Revista NECAT cumpre o importante papel de trazer à comunidade acadêmica assuntos sobre a economia catarinense, trazendo publicações semestrais que se consolidaram como referência bibliográfica na área. Os assuntos de interesse da Revista vão desde demografia, até políticas públicas, mercado de trabalho, economia rural, regional e urbana, dentre outros, apresentando uma diversidade manifesta nos dez artigos mais acessados da Revista em 2018, conforme a lista que se segue:

1. “Fontes de dados demográficos e estudos de população em Santa Catarina” de Luís Felipe Aires Magalhães, publicado na Revista NECAT – Ano 4, Nº 7 (2015), com 74.697 acessos.

2. “A agropecuária em Santa Catarina: Cenário atual e principais tendências” de Tabajara Marcondes, publicado na Revista NECAT – Ano 5, Nº 9 (2016), com 16.248 acessos.

3. “Migrações Internas no Brasil: Tendências para o século XXI” de Rosana Baeninger, publicado na Revista NECAT – Ano 4, nº 7 (2015) com 8.927 acessos.

4. “As transformações no mundo do trabalho e as tendências das relações de trabalho na primeira década do Século XXI no Brasil” de José Dari Krein – Ano 2, nº 3 (2014) com 7.901 acessos.

5. “Programas Governamentais e manutenção da agricultura familiar: O território rural do Alto Vale do Itajaí” de Andrei Stock, Simone Caroline Piontkewicz e Valmor Schiochet, publicado na Revista NECAT – Ano 6, Nº 11 (2017), com 6.389 acessos.

6. “Economia Verde e Rio+20: Recortando o desenvolvimento sustentável” de Maurício Amazonas, publicado na Revista NECAT – Ano 1, Nº 2 (2012), com 6.275 acessos.

7. “Perfil dos empreendimentos de economia solidária em Santa Catarina” de Bruna Taize de Medeiros e Edaiane Fátima Comonelli, publicado na Revista NECAT – Ano 6, Nº 11 (2018), com 5.839 acessos.

8. “De-industrialisation, ‘Premature’ De-industrialisation and the Dutch-Disease” de José Gabriel Palma, publicado na Revista NECAT – Ano 3, Nº 5 (2014), com 5.353 acessos.

9. “Uma análise dos determinantes do trabalho infantil no estado de santa catarina” de Talita de Souza Mota, Marco Antonio Jorge e Christiane Senhorinha Soares Campos, publicado na Revista NECAT – Ano 5, Nº 10 (2016), com 4.663 acessos.

10. “Migrações, desruralização, urbanização e violência em Santa Catarina” de Juliano Giassi Goularti, publicado na Revista NECAT – Ano 4, nº 7 (2015), com 4.016 acessos.

Para acessar todas as edições da Revista NECAT, clique aqui.

Dívida Pública é debatida na UFSC

25/09/2018 15:00

Veja como foi a palestra da coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, no III Congresso Catarinense de Auditoria Cidadã 2018, no auditório da reitoria 1 da UFSC, no dia 9 de agosto.

Dossiê “O Brasil pós-crise: das origens da crise às perspectivas e desafios futuros”

07/08/2018 17:14

A Associação Keynesiana Brasileira divulgou recentemente um Dossiê que reúne trabalhos acadêmicos voltados a discutir a crise brasileira e o Brasil pós-crise econômica. Intitulado “O Brasil pós-crise: das origens da crise às perspectivas e desafios futuros”, o Dossiê V visa contribuir para o debate sobre a economia brasileira em um ano em que se realizam eleições presidenciais e pode ser conferido neste link.

Publicação do 13º Número da Revista NECAT

20/07/2018 10:33

O 13º número da Revista NECAT, referente ao primeiro semestre de 2018, aborda o tema do emprego no Brasil e em Santa Catarina. Confira aqui a edição completa.

Artigos desta edição:

Desempenho econômico conjuntural e a situação recente do trabalho no Brasil | Marcio Pochmann

Auge e declínio dos indicadores do mercado de trabalho brasileiro: da era lulista à política econômica da “Ponte para o Futuro” | Fernando Augusto Mansor de Mattos, João Hallak Neto, Flaviana Candido Oliveira e Danielle Carusi Machado

Impactos da crise econômica no mercado de trabalho catarinense: uma análise do triênio 2015-2017 | Leandro dos Santos e Pietro Caldeirini Aruto

Análise da evolução do mercado formal de trabalho em Santa Catarina entre 2001 e 2016 | Lauro Mattei, Vicente Loeblein Heinen

 

Mercado de trabalho formal encerra 2017 com redução de vagas

29/01/2018 21:18

“Resultado aponta para o terceiro ano consecutivo em que o número de demissões é maior que o de contratações

O mercado de trabalho formal brasileiro encerrou 2017 com saldo negativo de 20.832 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (26), pelo Ministério do Trabalho. As contratações alcançaram o número de 14,63 milhões e as demissões totalizaram 14,65 milhões. Ainda que o índice tenha sido expressivamente menor que em períodos anteriores, este é o terceiro ano consecutivo com perda de postos de trabalho. Em 2015 e 2016, foram fechados 1,53 milhão e 1,32 milhão de vagas, respectivamente.

Em nota divulgada pelo Ministério do Trabalho, o ministro substituto, Helton Yomura, afirma que para os padrões do Caged esta redução em 2017 é equivalente à estabilidade do nível de emprego. O otimismo é justificado pela comparação do acumulado de 2017 com o fechamento de 2016. “Aqueles foram os piores resultados da série histórica do Caged”, disse Yomura.

Dezembro

De acordo com dados do Caged, em dezembro de 2017 o estoque de emprego formal no Brasil teve retração, com o fechamento de 328.539 postos de trabalho, representando uma queda de 0,85% em relação ao mês anterior. Foram 910.586 admissões e 1.239.125 desligamentos no mês

Destaques 

Conforme informações divulgadas pelo Caged, no ano passado a geração de empregos formais foi liderada pelo comércio, com saldo positivo de 40.087 postos de trabalho formais. Resultado superior aos de 2016, quando foi registrada a perda de 197.495 vagas, e de 2015, quando foram fechados 212.756 postos. Também houve saldo positivo na Agropecuária, que abriu 37.004 postos em 2017, revertendo a queda de 2016, de 14.193 vagas; e em Serviços, com 36.945 novos postos, interrompendo as quedas de 2016 e 2015 (-392.574 e -267.927, respectivamente).

Já a Construção Civil e a Indústria de Transformação tiveram as maiores reduções em 2017: 103.968 e 19.900 postos, respectivamente.

Entre as regiões do país, houve saldo positivo na geração de empregos no Centro-Oeste, com 36.823 contratações, e no Sul, onde foram geradas 33.395 novas vagas.

Santa Catarina permanece em destaque entre os Estados que tiveram saldo positivo, com 29.441 novos postos de trabalho. Nesse grupo também estão o Goiás (25.370 postos), Minas Gerais (24.296 postos), Mato Grosso (15.985 postos) e Paraná (12.127 postos).

Novas modalidades

O Caged registrou 5.841 desligamentos por acordo em dezembro. Houve 2.851 admissões para trabalho intermitente no mês, contra 277 desligamentos. Já em dezembro, de maneira isolada, foram 2.328 admissões contra 3.332 desligamentos, um saldo negativo de 1.004 empregos.

Com o corte de vagas em 2017, o Brasil fechou o ano com um estoque de 38,29 milhões de empregados formais. Esse número é o mais baixo desde o final de 2011, quando 38,25 milhões de pessoas ocupavam empregos com carteira assinada no país. Ao final de 2016, o Brasil tinha 38,32 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada. “

Confira aqui a publicação original, de autoria da Rede Catarinense de Notícias.

Santa Catarina conquista o quarto lugar na produção de leite do Brasil

22/09/2017 14:40

Conforme notícia divulgada pelo Diário Catarinense, baseada em dados recentes do IBGE: “Santa Catarina desbancou Goiás e já é o quarto maior produtor de leite do país. O motivo da ascensão de Santa Catarina é que o estado foi o único dos cinco primeiros que cresceu de produção. Enquanto Goiás caiu 5,5% no ano passado, em virtude de uma seca no Centro-Oeste, em Santa Catarina houve crescimento de 3,8%. No Brasil houve queda de 3,7%.”

“[O secretário adjunto da Agricultura do Estado] destacou que a atividade é a nova ‘estrela’ do agronegócio, que envolve 70 mil famílias e gera milhares de empregos no campo, serviços, transporte e indústria. Com apenas 1,2% do território, Santa Catarina representa 10,5% da produção nacional. Os motivos são clima favorável para implantação de pastagens e abundância de água. O solo propício e a mão-de-obra familiar contribuem para o sucesso da atividade.

Maiores produtores de leite do Brasil em 2016 (IBGE)

1º Minas Gerais- 6,1 bilhões de litros

2º Rio Grande doSul – 3,24 bilhões de litros

3º Paraná – 2,74 bilhões de litros

4º Santa Catarina – 2,43 bilhões de litros

5º Goiás – 2,31 bilhões de litros

Confira aqui  a matéria na íntegra

  • Página 3 de 3
  • 1
  • 2
  • 3