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Setor de serviços catarinense registra retração em abril
Andrey Ide[*]
Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS/IBGE) divulgados em junho revelam que o volume do setor de serviços no país obteve variação positiva de 0,2% em abril de 2022. Na série acumulada anual, os quatro primeiros meses do ano auferiram alta de 9,5% se comparados com o mesmo período em 2021. Neste mês, o resultado brasileiro ficou concentrado em apenas duas atividades: serviços de informação e comunicação (0,7%) e serviços prestados às famílias (1,9%).
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Abril sinaliza tendência de estagnação do emprego formal em SC
Andrey de Paula e Silva[*]
Victor Hugo Azevedo Nass[**]Dando sequência às análises mensais sobre a evolução do mercado formal de trabalho no Brasil e em Santa Catarina analisam-se as informações relativas ao mês de abril de 2022, segundo os resultados do Novo CAGED. Para isso, serão considerados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, de gênero, de escolaridade, de faixa de remuneração, das mesorregiões catarinenses e do desempenho das maiores cidades do estado.
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Média diária dos novos casos aumentou na última semana
Foi publicada a edição de número 25 do Informe Semanal, com o título “Média diária dos novos casos aumentou na última semana” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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Santa Catarina registra retração no varejo e tem menor acumulado em doze meses desde março de 2021.
Guilherme Ronchi Razzini*
A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC/IBGE) divulgada no mês de junho e com dados referentes ao mês de abril de 2022 apresentou expansão tímida no cenário nacional (0,7%) e retração no estado catarinense (-0,2%). Apesar da expansão considerada pequena, o setor vem crescendo acima das expectativas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e continua sem apresentar retração no ano no cenário nacional.
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Produção industrial catarinense teve expansão em abril/22
Matheus Rosa*
A Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (PIM-PF/IBGE), divulgada em junho e referente aos resultados de abril/22, mostrou a continuidade do cenário de estagnação da produção física da indústria nacional, uma vez que o resultado de 0,1% na série mensal com ajuste sazonal representa a terceira variação inexpressiva seguida registrada no ano. Em nível regional, o desempenho catarinense apresentou expansão com variação de 3,3%, resultado que reverte, em parte, a forte queda do mês anterior, ainda que não seja suficiente para superar o acumulado negativo do ano. Nas demais Unidades da Federação (UFs) os resultados foram desiguais, com retrações em 7 das 14 UFs pesquisadas. Os melhores resultados foram auferidos no Rio de Janeiro (5,9%), Santa Catarina (3,3%) e Bahia (3,0%), enquanto os piores foram observados estados do Mato Grosso (-4,7%), Paraná (-4,3%) e São Paulo (-2,8%).
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Casos ativos permaneceram em patamar elevado
Foi publicada a edição de número 24 do Informe Semanal, com o título “Casos ativos permaneceram em patamar elevado” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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Rendimento médio dos trabalhadores catarinenses no 1º trimestre de 2022 foi 7,4% inferior ao mesmo período de 2021
Vicente Loeblein Heinen[*]
O IBGE divulgou recentemente os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) relativos ao 1º trimestre de 2022, revelando que, tanto no Brasil quanto em Santa Catarina, o desemprego retornou à trajetória registrada antes da pandemia da Covid-19. A taxa de desocupação nacional caiu para 11,1%, ficando abaixo dos 12,4% registrados no mesmo período de 2020. No caso de Santa Catarina, esse indicador ficou em 4,5% no trimestre, também abaixo dos 5,7% do período pré-pandemia.
Vistos de forma isolada, esses números podem ser considerados bastante positivos. No entanto, a diminuição do desemprego não tem garantido alento para a maior parte da população, uma vez que tem sido acompanhada por significativas perdas de renda em todas as regiões do Brasil. Prova disso é que, mesmo com o número de ocupados no país já sendo 2,3% maior que antes da pandemia, a massa salarial ainda é 6% menor, fazendo com que a proporção de trabalhadores recebendo até 1 salário mínimo atinja o maior patamar desde 2012, quando teve início a série histórica da PNAD Contínua[1].
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Novos casos continuaram em expansão em todas as regiões do estado
Foi publicada a edição de número 23 do Informe Semanal, com o título “Novos casos continuaram em expansão em todas as regiões do estado” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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Informativo NECAT – 3ª edição: Maio de 2022
O NECAT-UFSC acompanha o cenário da economia no estado de Santa Catarina e produz análises mensais dos Temas de Conjuntura, Economia Catarinense – Indústria, Serviços e Comércio – , Mercado de Trabalho e Setor Público.
Em função disso, está sendo lançado o primeiro número do Informativo NECAT. De maneira categórica, o informativo reúne artigos dos principais indicadores relativos ao comportamento da economia no estado.Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Inf. Necat Edição atual
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Em março/22 a inflação atingiu seu maior índice desde 1994
Lauro Mattei[*]
Inicialmente cabem alguns esclarecimentos gerais sobre esse assunto diante de algumas confusões que ocorrem costumeiramente. A taxa de inflação procura mensurar o aumento do nível dos preços de bens e serviços em um determinado período. Mas a inflação só ocorre quando existir um crescimento generalizado do nível de preços, uma vez que há situações em que apenas alguns preços aumentam, enquanto os preços dos demais segmentos permanecem estáveis. Neste caso particular, não se pode falar em inflação, mas sim em aumentos de preços daquele setor específico. Assim, a inflação reflete a média dos aumentos ou quedas dos preços ao longo de um período (um mês, por exemplo) e é apresentada em forma de um índice que leva em consideração os preços dos bens e serviços mais importantes para o conjunto da população. Atualmente o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é adotado pelo país como indicar do movimento inflacionário[1].
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Casos ativos continuaram em expansão em todas as regiões do estado
Foi publicada a edição de número 22 do Informe Semanal, com o título “Casos ativos continuaram em expansão em todas as regiões do estado” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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Casos ativos cresceram 127% no mês de maio em relação ao final de abril/22
Foi publicada a edição de número 21 do Informe Semanal, com o título “Casos ativos cresceram 127% no mês de maio em relação ao final de abril/22” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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Indústria catarinense expande em fevereiro, mas mantém ritmo inferior aos primeiros meses de 2021
Matheus Souza da Rosa[*]
A indústria de Santa Catarina registrou expansão no mês de fevereiro, com variação de 2,6% na série mensal com ajuste sazonal. O resultado positivo reafirma a expansão de 1% registrada na passagem de dezembro para janeiro, configurando a segunda expansão do ano. Em nível nacional, verificou-se variação positiva em menor magnitude, na ordem de 0,7%, num resultado que, ainda que positivo, é insuficiente para reverter a retração de -2% registrada em janeiro. Em ambos os casos, o ritmo atual é inferior à dinâmica do início de 2021, como ilustram os resultados da série mensal em comparação ao ano anterior e o acumulado no ano.
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Casos ativos tiveram maiores aumentos na região da Grande Florianópolis
Foi publicada a edição de número 20 do Informe Semanal, com o título “Casos ativos tiveram maiores aumentos na região da Grande Florianópolis” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.
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DOSSIÊ IMPACTOS DA COVID-19 EM SANTA CATARINA – 20ª EDIÇÃO DA REVISTA NECAT
Desde o início da pandemia causada pelo novo coronavírus o NECAT vem realizando estudos e debates sobre os impactos da Covid-19 na socioeconomia catarinense. Dada a importância de se ter um acompanhamento mais qualificado dos impactos da grave crise atual, a 17ª, 18ª e 19ªedições da Revista NECAT apresentaram, respectivamente, a primeira, segunda e terceira parte do Dossiê sobre os impactos da Covid-19 em Santa Catarina. Dando sequência a esse trabalho, a 20ª edição da Revista traz a quarta parte desse Dossiê, composto por novos estudos realizados pelo Núcleo, com o objetivo de divulgar seus resultados junto à comunidade acadêmica e à sociedade em geral.
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