NECAT UFSC
  • Mais de 253 mil pessoas já tiveram Covid-19 em 2022

    Foi publicada a edição de número 05 do Informe Semanal, com o título “Mais de 253 mil pessoas já tiveram Covid-19 em 2022” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • A explosão da Covid-19 em Santa Catarina no mês de janeiro de 2022

    Foi publicada a edição de número 86 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “A explosão da Covid-19 em Santa Catarina no mês de janeiro de 2022” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • Acompanhamento do mercado de trabalho brasileiro: PNAD Contínua 11/2021

    Já está disponível o relatório com a análise dos principais resultados nacionais da PNAD Contínua divulgados dia 28/01/22 pelo IBGE. Essas informações dizem respeito ao trimestre encerrado em novembro de 2021 e podem ser conferidas, juntamente com os relatórios anteriores, na aba Estatísticas do Mercado de Trabalho do Brasil.


  • Janeiro/22 detém o maior número de casos mensais desde o início da pandemia

    Foi publicada a edição de número 04 do Informe Semanal, com o título “Janeiro/22 detém o maior número de casos mensais desde o início da pandemia” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • Após quedas sucessivas, indústria catarinense reage em novembro

    Por: Matheus Rosa[1]

    A tendência retrativa da produção física industrial brasileira se confirmou, mais uma vez, em novembro último, como mostra a mais recente Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (PIM-PF). Nacionalmente, a retração na série mensal com ajuste sazonal foi de -0,2%, o sexto resultado negativo seguido da produção física nessa série, deixando inequívoco o cenário de perdas que acomete o agregado nacional do setor. Em Santa Catarina, diferentemente, os resultados de novembro apresentaram indicador de considerável reação, com expansão de 5%, o que, em parte, reverte as quedas dos dois meses anteriores. Contudo, esse é apenas o terceiro registro expansivo presente entre os resultados mensais de 2021, mostrando que a tônica retrativa também foi norma em âmbito estadual durante o último ano.

    O saldo das demais UFs mostra a disparidade que se consolidou na taxa agregada de -0,2%. Das 14 UFs, 7 apresentaram resultados positivos e outras 7 registraram resultados negativos. Os melhores saldos são advindos de Mato Grosso (14,6%), Santa Catarina (5%), Pará (3,5%) e Rio Grande do Sul (1,2%). Por sua vez, as maiores retrações ficaram por conta de Amazonas (-3,5%), Ceará (-2,5%), Rio de Janeiro (-2,2%) e Bahia (-1,7%). Já São Paulo, que conta com o parque industrial mais relevante do país, registrou variação de 1%. A forte expansão de Mato Grosso, evidentemente, foi o destaque do mês, com resultado catalisado pelos setores de produtos alimentícios e de produtos de madeira.
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  • Mais de 114 mil pessoas foram contaminadas pela Covid-19 até a terceira semana de 2022

    Foi publicada a edição de número 03 do Informe Semanal, com o título “Mais de 114 mil pessoas foram contaminadas pela Covid-19 até a terceira semana de 2022” e assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • Na segunda semana de 2022 os casos ativos apresentaram o maior patamar durante toda pandemia

    Desde o início da pandemia o NECAT-UFSC produziu análises semanais da evolução da COVID-19 no estado de Santa Catarina, as quais foram publicadas em 85 boletins, que podem ser conferidos aqui. A partir de 2022 esses boletins terão periodicidade mensal. Em função disso, passamos a publicar semanalmente o Informe Semanal, que de maneira mais concisa, tratará apenas da evolução de alguns indicadores cruciais relativos ao comportamento da pandemia no estado.
    Foi publicada a edição de número 02 do Informe Semanal, com o título “Na segunda semana de 2022 os casos ativos apresentaram o maior patamar durante toda pandemia” e assinado pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • Renda das famílias catarinenses caiu 10% em 2020, mesmo com o Programa Auxílio Emergencial

    Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]

    A renda total que cada família dispõe pode ser composta por diversas fontes. Para a maioria da população, a principal delas é o trabalho, seja ele realizado por um ou mais membros do domicílio. Desde o início da pandemia da Covid-19, temos acompanhado precisamente o comportamento dessa fonte de renda, que é a única cujos dados são disponibilizados trimestralmente pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC)[3]. As informações referentes às demais fontes de renda são divulgadas apenas na versão anual da PNADC, que teve sua edição de 2020 divulgada pelo IBGE em dezembro de 2021. Tais dados subsidiaram a Síntese dos Indicadores Sociais (SIS) de 2020, também recentemente divulgada.

    No âmbito nacional se observou que o rendimento médio per capita foi de R$ 1.349 em 2020, representando uma queda de 4,3% em relação a 2019, quando essa cifra foi de R$ 1.410. Segundo a SIS 2020, caso não tivessem sido ampliados os programas sociais de transferência de renda, essa queda teria sido de 8,4%, colocando o rendimento geral do país no patamar de R$ 1.269. Além disso, com os programas sociais, o Índice de Gini – que mede a desigualdade de renda – sofreu uma queda de 3,7%, passando do patamar de 0,544 (2019) para 0,524 (2020). Caso não tivessem sido implementados os benefícios sociais, esse índice teria atingido a marca de 0.573, correspondendo a um aumento de 2,3%.
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  • A explosão dos casos ativos na primeira semana de 2022

    Desde o início da pandemia o NECAT-UFSC produziu análises semanais da evolução da COVID-19 no estado de Santa Catarina, as quais foram publicadas em 85 boletins, que podem ser conferidos aqui. A partir de 2022 esses boletins terão periodicidade mensal.
    Em função disso, está sendo lançado o primeiro número do Informe Semanal, com o título “A explosão dos casos ativos na primeira semana de 2022” e assinado pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC. De maneira mais concisa, o informe tratará apenas da evolução de alguns indicadores cruciais relativos ao comportamento da pandemia no estado, cujo cenário sofreu fortes alterações na passagem para o ano que se inicia.

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  • Retração acentuada em outubro aprofunda tendência de quedas do volume de serviços catarinense

    Por: Andrey Ide[1]

    Panorama sobre o desempenho do setor de serviços no Brasil em outubro de 2021

    Acompanhando o início de uma trajetória descendente registrada na passagem de agosto para setembro (-0,68%), o volume de serviços brasileiros segue em queda. Na passagem de setembro para outubro a retração foi de -1,2%. Juntos, os resultados acumulados do último bimestre chegam a quase – 1,9%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PMS-IBGE) em 14 de dezembro.

    Segundo Rodrigo Corrêa Lobo, responsável pela gerência da Diretoria de Pesquisas, um reajuste nas tarifas de telefonia fixa (+7,3%) impactou negativamente o setor de telecomunicações (-2,2%). Essa pressão altista também afetou outros subsetores como o de transportes aéreos (-5,3%), o de serviços técnico-profissionais (-4,1%) e outros serviços (-6,7%). Com maior precisão, outros serviços englobam: compra, venda e aluguel de imóveis, administração de: condomínios, centros comerciais e outros imóveis, de bolsas de mercados, intermediação em transações de títulos, valores mobiliários e mercadorias, manutenção e reparação de veículos automotores, de equipamentos eletroeletrônicos, computadores de uso pessoal e doméstico, administração de fundos por contrato ou comissão, corretagem de seguros, previdência complementar e planos de saúde, além de atividades de apoio à pecuária, produção florestal, coleta de resíduos, reciclagem, gestão de esgoto, descontaminação de solos e águas, entre outros.
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  • Cenário da Covid-19 em Santa Catarina ao final do ano de 2021

    Foi publicada a edição de número 85 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Cenário da Covid-19 em Santa Catarina ao final do ano de 2021” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • Acompanhamento do mercado de trabalho brasileiro: PNAD Contínua 10/2021

    Já está disponível o relatório com a análise dos principais resultados nacionais da PNAD Contínua divulgados dia 28/12/21 pelo IBGE. Essas informações dizem respeito ao trimestre encerrado em outubro de 2021 e podem ser conferidas, juntamente com os relatórios anteriores, na aba Estatísticas do Mercado de Trabalho do Brasil.


  • Santa Catarina lidera queda da produção industrial no Brasil em outubro de 2021

    Por: Matheus Rosa[1]

    A Produção Física Industrial registrou nova rodada de retrações em outubro de 2021, no Brasil e em Santa Catarina. É o que mostra a mais recente Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (PIM-PF/IBGE), que aufere o desempenho do setor industrial do Brasil e de 14 Unidades da Federação (UFs) a partir da coleta de indicadores de curto prazo relativos ao produto real das indústrias extrativas e de transformação. Em outubro, foi de -0,6% a retração da indústria geral no Brasil, consolidando o quinto resultado negativo seguido na série mensal com ajuste sazonal. Já em Santa Catarina, a mesma série apresentou queda de -4,7%, a maior retração dentre todas as UFs pesquisadas, reforçando o diagnóstico sobre o péssimo desempenho do setor industrial catarinense nesse segundo semestre.

    O saldo das UFs restantes corrobora esse quadro negativo, com o registro de retrações e de variações de estagnação em 9 dos 14 estados pesquisados. Como mencionado, o pior resultado é de Santa Catarina (-4,7%), seguido por Pará (-4,2%), Minas Gerais (-3,9%) e São Paulo (-3,1%). É válido destacar que, para além da própria magnitude das retrações, esses resultados representam adversidades pois partem de UFs com participação importante na indústria nacional, a exemplo de São Paulo, que possui o maior parque industrial do país.
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  • A pobreza no estado de Santa Catarina ao final do ano de 2020

    Por: Lauro Mattei[1]

    As distintas concepções e mensurações da pobreza

    Há mais de um século estão sendo usadas diversas concepções sobre pobreza nas discussões internacionais e nos trabalhos comparativos. Elas estão relacionadas às ideias de subsistência, necessidades básicas e privações relativas. Tais concepções têm influenciado as políticas públicas por mais de 100 anos em muitos países do mundo, sendo que a abrangência das mesmas vai se expandindo à medida que a compreensão desse fenômeno social também vai evoluindo.

    Neste caso, destaca-se a concepção das privações relativas desenvolvida no início do século XXI, a qual sugere que a pobreza não se refere apenas à privação da renda, mas também à privação de outros recursos materiais e privação de acesso aos serviços sociais, especialmente nas áreas de saúde, educação, alimentação, nutrição e saneamento básico. Isto porque se considera que as pessoas que vivem no presente não estão sujeitas as mesmas leis, obrigações e costumes aplicados aos períodos anteriores, o que, de alguma forma, ajuda a entender porque o padrão da pobreza muda com as mudanças nas próprias sociedades.
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  • 70% das novas vagas de emprego formal do estado pagam de 1 a 2 salários mínimos em outubro

    Por: Allan da Cruz Lopes[1] e Victor Hugo Azevedo Nass[2]

    Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no Blog do Necat, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em outubro de 2021, a partir dos resultados do Novo CAGED[3]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa de remuneração e mesorregião geográfica.

    De acordo com a Tabela 1, em outubro o Brasil apresentou saldo positivo de aproximadamente 253 mil vínculos formais de trabalho, porém vem diminuindo o seu ritmo de criação de empregos, decaindo para 0,6%. Já Santa Catarina teve saldo de 17,7 mil novos vínculos, tendo novamente uma  alta de 0,8% no mês. 
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