NECAT UFSC
  • NECAT no 31° Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica

    O NECAT/UFSC participou do 31° Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (SIC) com o Relatório de Pesquisa “Análise da dinâmica e da evolução do mercado de trabalho em Santa Catarina entre 2001 e 2019“. Este relatório da continuidade à pesquisa que vem sendo desenvolvida no núcleo ao longo dos últimos anos.

    Confira aqui o vídeo de apresentação para o SIC.

    Confira aqui os Relatórios de Pesquisa já produzidos pelo NECAT.


  • Comentário CBN Diário

    Recente análise do NECAT/UFSC recebeu comentário no programa CBN Diário do dia 08/11. No comentário, foi abordado o tema da desigualdade de renda em Santa Catarina em referência a análise de título “Desigualdade de renda em Santa Catarina atingiu maior patamar da série histórica no 2º trimestre de 2021” publicada pelo NECAT. Confira aqui o comentário na íntegra.

    Confira aqui a análise.


  • Efeitos da revisão do Novo Caged sobre o mercado formal de trabalho em Santa Catarina

    Por: Lauro Mattei[1]

    No mês de dezembro de 1965 o Governo Federal promulgou a Lei n.º 4.923, de 23.12.1965, tornando obrigatório o registro, por parte das empresas, de todas as admissões e desligamentos de trabalhadores regidos pela CLT. Essa obrigatoriedade é mensal e se estende a todos os municípios do país, sendo que as informações precisam estar no Ministério do Trabalho até o 7º dia do mês subsequente. A partir de então o governo passou a divulgar mensalmente um conjunto de informações naquilo que ficou conhecido como o “mercado formal de trabalho” do país, o qual é mensurado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

    Esse sistema foi sendo aprimorado ao longo do tempo, especialmente a partir do advento das novas tecnologias, as quais propiciaram que a divulgação atingisse o sistema online atual. Mas o próprio sistema de declaração das empresas também passou por processos constantes de aprimoramento, particularmente quando o Ministério do Trabalho ampliou seu sistema de acompanhamento e controle nesta parte específica do mercado de trabalho brasileiro.

    A mais recente alteração desse sistema de registros de empregos e desligamentos ocorreu na passagem de 2019 para 2020, momento em que o governo atual resolveu implantar uma nova forma de captação das informações, conforme discutiremos a seguir. Finalmente, no mês de outubro/21 o governo fez uma primeira revisão das informações coletadas pelo novo sistema desde o mês de janeiro de 2020, assunto que merecerá atenção específica para o caso de Santa Catarina.
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  • Serviços continuam liderando a geração de empregos formais de Santa Catarina em setembro

    Por: Victor Hugo Azevedo Nass[1] e Allan da Cruz Lopes[2]

    Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no Blog do Necat, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em setembro de 2021, a partir dos resultados do Novo CAGED[3]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa de remuneração e mesorregião geográfica.

    De acordo com a Tabela 1, em setembro o Brasil apresentou saldo positivo de aproximadamente 314 mil vínculos formais de trabalho, já em Santa Catarina são quase 18 mil vínculos. As regiões mantêm o ritmo de crescimento, ambas com uma expressiva alta de 0,8% no mês.

    Tabela 1 – Evolução mensal de estoque, admissões, desligamentos, saldo e variação percentual (Brasil e Santa Catarina, setembro de 2020 a setembro de 2021)

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    Fonte: Novo CAGED (2021); Elaboração: NECAT/UFSC.
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  • Casos ativos retornaram ao patamar de junho de 2020

    Foi publicada a edição de número 78 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Casos ativos retornaram ao patamar de junho de 2020” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Boletins.


  • Desigualdade de renda em Santa Catarina atingiu maior patamar da série histórica no 2º trimestre de 2021

    Por: Vicente Loeblein Heinen[1] e Lauro Mattei[2]

    A pandemia provocou efeitos expressivos na renda no Brasil. Segundo Neri (2021)[3], a renda média individual do brasileiro se encontra atualmente num patamar 9,4% inferior ao nível verificado no final de 2019. Todavia, o autor alerta para a desigualdade existente entre a base e o topo da pirâmide de renda, uma vez que a metade mais pobre sofreu uma perda de 21,5%, enquanto os 10% mais ricos tiveram uma queda de apenas 7,16%, ou seja, uma perda três vezes menor. Para o autor, grande parte da perda de renda dos mais pobres está vinculada à expansão do desemprego, além da redução do rendimento por hora trabalhada e redução da própria jornada de trabalho. Esse movimento já foi captado pelo índice de Gini[4], que passou de 0,628, no 4º trimestre de 2019, para 0,646, no 2º trimestre de 2021. Por fim, o autor mostra que os moradores da região Nordeste (-11,4%), as mulheres que tiveram dupla jornada durante a pandemia (-10,35%) e os idosos acima de 60 anos (-14,2%), por terem de se retirar do mercado em função das medidas relativas ao controle da pandemia, foram os mais prejudicados.

    A pandemia da Covid-19 também explicitou uma série de problemas presentes no mercado de trabalho catarinense, os quais tendem a permanecer mesmo com a melhora do quadro sanitário e a retomada do nível de atividade econômica. Em textos anteriores, identificamos o atual estágio do processo de recuperação do emprego em Santa Catarina[5], bem como suas principais características setoriais e ocupacionais[6]. O objetivo deste texto é analisar esse processo do ponto de vista dos rendimentos do trabalho, tendo como base a divulgação mais recente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), que se estende até o 2º trimestre de 2021. Para tanto, este texto está dividido em três partes, sendo a primeira dedicada à análise dos rendimentos individuais, a segunda à renda domiciliar e a terceira ao comportamento da desigualdade de renda no estado.
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  • É precipitado flexibilizar o uso de máscaras neste momento da pandemia: notas sobre os casos do RJ e DF

    Por: Lauro Mattei[1]

    Desde o mês de março de 2020, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a COVID-19 como pandemia e elencou algumas medidas preventivas para controlá-la, o tema do uso de máscaras se tornou um ponto controverso nos debates sobre a pandemia no Brasil. Em grande medida, o presidente do país se tornou um dos principais responsáveis por essa controvérsia, uma vez que cotidianamente vem se manifestando contrariamente ao uso desse equipamento que continua sendo eficaz na prevenção da doença, conforme mostraremos mais adiante com base no conhecimento científico e não em fake news.

    Assim, ao longo de toda a pandemia o Presidente da República – no cume de toda sua ignorância sanitária – sempre se manifestou publicamente contra o uso de máscaras, chegando ao despropério de afirmar que as máscaras somente são úteis para as pessoas que estiverem infectadas, não sendo necessárias para aquelas pessoas que já foram contaminadas ou que já foram vacinadas. Para tanto, há tempos vem pressionando subordinados para apresentarem estudos visando desobrigar o uso de máscaras como medida preventiva ao novo coronavírus.

    Tal “conhecimento” vem sendo seguido por diversas autoridades da República. Em manifestação recente a um site bolsonarista especializado em propagar mentiras, o senhor Marcelo Queiroga – atual Ministro da Saúde – se posicionou contra o uso de máscara em locais públicos porque, segundo ele, tal uso somente deveria ocorrer se o indivíduo fosse consciente.
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  • Ainda não é o momento para se flexibilizar as medidas de prevenção contra a Covid-19

    Foi publicada a edição de número 77 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Ainda não é o momento para se flexibilizar as medidas de prevenção contra a Covid-19” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Boletins.


  • Acompanhamento do mercado de trabalho brasileiro: PNAD Contínua 08/2021

    Já está disponível o relatório com a análise dos principais resultados nacionais da PNAD Contínua divulgados hoje (27/10/21) pelo IBGE. Essas informações dizem respeito ao trimestre encerrado em agosto de 2021 e podem ser conferidas, juntamente com os relatórios anteriores, na aba Estatísticas do Mercado de Trabalho do Brasil.


  • Após meses seguidos com resultados negativos, atividade industrial catarinense registrou expansão em agosto/21

    Por: Matheus Souza da Rosa[1] e Lauro Mattei[2]

    A Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (PIM-PF IBGE) sobre o desempenho do setor no mês de agosto/21 apresentou a continuidade do cenário de retrações mensais no agregado da produção industrial nacional, com a variação de -0,7% na passagem entre o mês de julho e agosto, na série com ajuste sazonal. Em Santa Catarina, por sua vez, foi registrada a expansão de 1,9% nessa mesma série, um contraponto às quedas sucessivas registradas nos meses anteriores.

    No saldo das Unidades da Federação (UFs) é possível verificar um desempenho bastante dispare. Das 14 pesquisadas, 5 apresentaram expansões, sendo as mais expressivas verificadas em Amazonas (7,3%) e Pará (7,1%), estados nos quais as altas correspondem a reações aos fracos desempenhos registrados no mês anterior (julho). Já outras 4 UFs apresentaram os resultados negativos, destacando-se a forte retração de Pernambuco (-12%). Outros 5 estados apresentaram resultados próximos à estagnação, cenários que caracterizam um quadro bastante desigual nos níveis da produção industrial regional.

    Desta forma, os dados relativos a agosto/21 continuam reforçando a tendência de arrefecimento da atividade industrial, comportamento que tem sido a regra geral ao longo de todo o ano de 2021. A despeito das taxas positivas localizadas regionalmente, a persistência das retrações e estagnações em importantes UFs (como São Paulo, cujo parque industrial é o mais relevante do país e teve resultado estagnado) demonstra que os impactos da crise econômica e da pandemia continuam se manifestando nos índices de produção da indústria brasileira. Essa realidade bastante do setor industrial pode ser melhor analisada a partir do índice geral, cujo nível no mês de agosto – com variação de -6,2% em relação a janeiro – é o mais baixo de acumulado anual.
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  • Taxa de transmissão da Covid-19 continua alta em todas as regiões do estado

    Foi publicada a edição de número 76 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Taxa de transmissão da Covid-19 continua alta em todas as regiões do estado” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

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  • Entrevista acerca do Atlas da Dívida Ativa dos Estados Brasileiros (Fenafisco)

    O membro do NECAT/UFSC, Juliano Giassi Goularti, participou de entrevista para o portal de notícias UOL acerca do Atlas da Dívida Ativa dos Estados Brasileiros, estudo de sua autoria encomendado pela Fenafisco (Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital).

    Confira a entrevista clicando aqui.


  • Mesmo com queda dos principais indicadores da Covid-19, ainda é cedo para flexibilizar medidas preventivas

    Foi publicada a edição de número 75 do Boletim da Covid-19 em Santa Catarina. O título da edição é “Mesmo com queda dos principais indicadores da Covid-19, ainda é cedo para flexibilizar medidas preventivas” e foi assinada pelo professor Lauro Mattei, coordenador geral do NECAT/UFSC.

    Para fazer a leitura completa, basta clicar aqui ou acessar a aba Boletins.


  • Com avanço da vacinação, serviços puxam o crescimento do emprego formal em Santa Catarina em agosto de 2021

    Por: Victor Hugo Azevedo Nass[1] e Allan da Cruz Lopes[2]

    Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no Blog do Necat, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em agosto de 2021, a partir dos resultados do Novo CAGED[3]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa de remuneração e mesorregião geográfica.

    De acordo com a Tabela 1, em agosto o Brasil apresentou saldo positivo de 372.265 vínculos formais de trabalho, já Santa Catarina de 20.305 vínculos. Em termos relativos, ambas as regiões registraram uma alta expressiva, da ordem de 0,9% no mês.

    Tabela 1 – Evolução mensal de estoque, admissões, desligamentos, saldo e variação percentual (Brasil e Santa Catarina, agosto de 2020 a agosto de 2021)

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    Fonte: Novo CAGED (2021); Elaboração: NECAT/UFSC.
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  • Comércio catarinense registra a quinta expansão do ano no mês de julho/21

    Por: Matheus Souza da Rosa[1] e Lauro Mattei[2]

    A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE divulgada referente ao mês de julho/21 apresentou um quadro geral positivo para a atividade varejista no país e também para o estado de Santa Catarina. Os dados nacionais do volume de vendas no comércio varejista ampliado registraram a quarta expansão do ano na série mês a mês com ajuste sazonal, variando 1,1%. Em Santa Catarina a variação foi de 6,7% na passagem entre junho e julho, consolidando a quinta alta da série no ano.

    Essas oscilações se localizam num contexto anual no qual o índice do volume de vendas supera os níveis pré-pandemia (alta de 2,7% em relação a fevereiro de 2020, na série nacional), porém é ainda inferior aos melhores meses do ano passado, apresentando retração de -0,7% em relação a novembro de 2020 nos dados nacionais (novembro foi o mês de melhor desempenho em 2020). Assim, se caracteriza um cenário de expansões ainda débeis e vacilantes em relação à trajetória de recuperação esboçada no segundo semestre do ano passado, características que são marcadas pelo cenário econômico de desemprego no país e pelas quedas nos níveis reais de renda da população.

    Nesse texto realiza-se uma breve análise dos dados expostos pela pesquisa, destacando as trajetórias nacional e estadual e suas diferentes dinâmicas em nível setorial, a partir da compreensão dos impasses que a conjuntura econômica impõe para a atividade comercial em seu conjunto.
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