Núcleo de Estudos de Economia Catarinense
  • Com queda recorde no volume de vendas, varejo em SC fecha mais de 5,5 mil lojas em 2015

    Publicado em 01/03/2016 às 14:08

     A queda na renda da população e a restrição ao crédito contribuiram para que o varejo amargasse em 2015 o pior desempenho dos últimos 15 anos em Santa Catarina. O tombo foi maior no varejo ampliado, que inclui setor automotivo e materiais de construção, com recuo de 10,1% no ano passado, frente à média nacional de 8,6%. O volume de vendas do varejo restrito encolheu 3,1% na comparação com o ano anterior, a queda mais acentuada desde 2001, início da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE.

    A consequência desse cenário foi o fechamento líquido de 5,597 lojas com vínculos empregatícios (saldo entre o número de lojas abertas e fechadas), que corresponde a uma retração de 13,8% em estabelecimentos comerciais que empregam ao menos um funcionário.

    “O resultado fraco das venda e o fechamento de lojas é reflexo de uma série de fatores que provocaram a desaceleração no consumo das famílias, interrompendo um ciclo de crescimento do mercado. A alta da inflação derrubou a confiança do consumidor. O acesso ao crédito, que tradicionalmente é a válvula de escape do brasileiro, encareceu a tal ponto que comprometeu a capacidade de consumo, especialmente nos segmentos mais dependentes das compras a prazo”, afirma o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt.

    O segmento que costuma apresentar pouca variação nas vendas – hipermercados, supermercados e mercearias –  teve queda de 4,7% nas vendas em 2015, mostrando que a cautela nos gastos chegou também no consumo de alimentos. Já o único setor com resultado positivo foi o de medicamentos, com alta de 4,9% nas vendas no Estado.

    Fonte: Fecomércio – SC

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  • Pesquisa realizada pela Fecomércio levanta dados sobre a perspectiva do consumidor e do empresário para 2016

    Publicado em 11/02/2016 às 10:25

    O ano de 2016 chegou com os reflexos da retração econômica vivida no ano passado no Brasil. No Estado, os efeitos da recessão foram observados principalmente na queda da produção industrial e no ritmo de vendas do comércio. Mesmo com o cenário atual, a expectativa é otimista na visão dos dois lados do consumo: para 43,7% dos consumidores, a economia brasileira vai melhorar este ano, já segundo 46% dos empresários as vendas podem fechar com números positivos. Os dados foram levantados na Pesquisa de Perspectiva do Consumidor e do Empresário para 2016, realizada pela Fecomércio SC.

    Apesar do cenário negativo que vivemos em 2015 e que vem se desenhado para 2016, o ano inicia com esperanças de melhorias no setor. Para o empresário do comércio será um ano de recuperação, mas não de grande ritmo de crescimento, como o que se via até 2012. Confirma essa ideia o fato de que 75,9% não pretendem ampliar o quadro de funcionários neste ano. Tudo indica que 2016 seguirá com a baixa criação de vagas no comércio e adequação a nova realidade econômica”, afirma o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt.

    Entre as cidades, a onda de otimismo dos consumidores vem de Florianópolis, com 51,7% dos moradores acreditando na retomada da economia. Os joinvilenses estão mais pessimistas, para 44,8% 2016 será mais um ano de retração econômica no país.

    Já em relação à segurança no emprego, que exerce grande poder de influência na decisão da compra, 43% dos catarinenses se sentem seguro em seu trabalho. Apesar da sensação de estabilidade, a resposta “não está empregado” aparece logo depois com 19,1%, seguida pela sensação de muita segurança (16,5%) e inseguros (15,9%).

    No caderno de finanças do consumidor, a palavra-chave é economia, visto que 36,7% pretende economizar. O sonho de ter a casa própria ainda faz parte dos planos (13,4%), a compra de um automóvel e a reforma da casa é opção para 9,6% dos entrevistados.

    Para acessar a pesquisa realizada pela Fecomércio – SC clique aqui.


  • Vendas da indústria catarinense fecham 2015 com queda

    Publicado em 03/02/2016 às 11:34

    As vendas da indústria de Santa Catarina caíram 12% em 2015, na comparação com 2014. O desempenho foi negativo para 13 dos 16 setores pesquisados, sendo que as maiores reduções foram registradas nos segmentos de vestuário (-25,2%), alimentos (-20,1%) e veículos e autopeças (-16%). Os números foram divulgados nesta segunda-feira (1º) pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), autora do estudo.

    Os únicos setores com aumento no faturamento foram os de diversos (14,3%, com forte participação do segmento de equipamentos odontológicos), informática, eletrônico e óticos (11,3%) e madeira (6,3%).

    Esta foi a maior desaceleração nas vendas da indústria catarinense desde 2004, quando teve início a pesquisa Indicadores Industriais de Santa Catarina. Anteriormente, os maiores recuos haviam sido registrados em 2005 e 2009, com -9,6% em ambos.

    Também ficaram negativos no ano passado os indicadores de horas trabalhadas na produção (-8,2%), massa salarial real (-3,5%) e utilização da capacidade instalada (-2,4 pontos percentuais, para 81,1%).

    Já na comparação entre dezembro de 2015 e dezembro de 2014, as reduções foram maiores. As vendas caíram 14,8%, o número de horas trabalhadas na produção foi 13,6% menor, a massa salarial real diminuiu 9,5% e o índice de utilização da capacidade instalada recuou 5,6 pontos percentuais, para 77,6%.

    A desaceleração sentida no Estado foi superior à registrada no Brasil. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as vendas da indústria brasileira fecharam o ano passado com queda de 8,8%. Também fecharam 2015 no vermelho os indicadores nacionais de horas trabalhadas na produção (-10,3%) e massa salarial real (-6,2%). O índice de utilização da capacidade da indústria brasileira chegou a 75,5% em dezembro.

    Para acessar o conteúdo completo e o arquivo da pesquisa realizado pela FIESC clique aqui.


  • Cidades pequenas lideram geração de emprego em Santa Catarina

    Publicado em 03/11/2015 às 9:51

    A evolução do emprego formal nos primeiros nove meses de 2015 mostra que, em Santa Catarina, as pequenas cidades têm os melhores cenários. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho, colocam cinco municípios com até 65 mil habitantes no topo do ranking estadual da geração de vagas. Na outra ponta, Joinville e Florianópolis registram os piores resultados.

    Embora o saldo positivo não chegue a mil postos de trabalho em nenhuma das cidades mais bem posicionadas, a estabilidade é motivo de comemoração em meio à crise que afeta todo o país. Em comum, os líderes do emprego têm justamente a diversificação: se destacam e conseguem manter um índice razoável em razão de diferentes áreas econômicas que ainda resistem com mais vigor ao agravamento dos problemas financeiros.

    — O setor calçadista, se não está crescendo, pelo menos está mantendo. As empresas têm produção garantida até o fim do ano e já há fábricas vendendo pra janeiro. É reflexo de várias ações que fizemos em parceria com o governo e com o Sebrae, que estão desenvolvendo a nossa exportação e que geram eventos como o SC Trade Show, que vai reunir cerca de 500 CNPJs de todo o país na semana que vem, em Balneário Camboriú — avalia o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista (SincaSJB), polo estadual do segmento e que alavancou o saldo de 842 vagas entre janeiro e setembro.

    Em Gaspar e Timbó, a indústria do vestuário e acessórios e a administração pública, com postos criados nas esferas municipal, estadual e federal, representam a maior fatia dos números. Em Braço do Norte e Seara, a indústria alimentícia garante o bom desempenho geral.

    Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte reforça que a realidade peculiar de cada setor é importante para definir o panorama favorável, como no caso das cinco líderes do ranking:

    — Em Santa Catarina, o único segmento que ainda mantém saldo positivo é o de alimentos e bebidas. Depois vêm madeira e mobiliário, com boa exportação, e indústria de calçados, que apresentam ainda saldos razoáveis.

    Além disso, a estrutura já enxuta com que se trabalha em cidades menores favorece um quadro de estabilidade.

    — Normalmente são micro e pequenas empresas, com número menor de empregados. Já é um contingente bastante ajustado, então neste momento sofrem menos impacto — pondera Côrte.

    Se alguns segmentos ainda têm fôlego em cidades menores, a situação é inversa na industrialização das grandes cidades. E é isso que faz de Joinville, maior município do Estado e polo metalmecânico, liderar o saldo negativo de geração de emprego: quase 5,8 mil vagas fechadas em nove meses. Na análise da Associação Empresarial de Joinville (Acij), o índice é preocupante especialmente porque comércio e serviços, que antes contratavam em maior volume e acabam equilibrando as demissões nas indústrias da cidade, agora também sofrem fortemente com a crise.

    — Hoje todos os segmentos estão desempregando e não estamos enxergando uma data para que isso comece a melhorar em 2016. Temos que apertar o cinto, cuidar dos empregos e reduzir outros custos porque a leitura que se faz é que, embora em menor intensidade, o desemprego vai continuar — diz o presidente da Acij, João Martinelli.

    Com o segundo pior saldo, Florianópolis tem no comércio e nos serviços os principais “culpados”. Com a desvalorização do real, a expectativa é de fortalecimento do turismo e de uma temporada de verão que movimente a economia e crie oportunidades de emprego no litoral catarinense. Mesmo assim, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da Capital admite que recuperar a confiança diante da crise é um desafio.

    — A confiança é um dos principais pilares que sustentam o varejo, e tanto o consumidor quanto o empresário estão menos confiantes. A contratação de temporários deve diminuir bastante em relação a outros anos e é um cenário sem perspectiva de mudança antes de 2017 — comenta o vice-presidente da CDL de Florianópolis, Lidomar Bison.

    Fonte: dc.clicrbs.com.br


  • Pesquisa aponta que SC pode ser o primeiro Estado a escapar da crise do consumo

    Publicado em 27/10/2015 às 15:49

    Uma pesquisa inédita da Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio-SC) avaliou nove segmentos do varejo no Estado e constatou que cinco setores tiveram queda na comparação com o ano passado. E, mesmo nos quatro que tiveram crescimento, a alta foi menor do que o ritmo registrado em anos anteriores à desaceleração da economia.

     Mas há duas notícias positivas dentro desse cenário de crise: a queda nas vendas catarinenses foi menor do que a média no Brasil, sinalizando um impacto menos duradouro, e o volume total de vendas reverteu uma tendência negativa que vinha desde o ano passado. Com isso, os resultados passaram a ter um crescimento mínimo, mas positivo, apontando para uma melhoria futura.

     — Aqui as quedas estão mais distribuídas entre todos os setores. E a perspectiva de retomada é mais cedo do que a nacional: na metade do segundo trimestre de 2016, enquanto no país ela está prevista para o segundo semestre do ano que vem — explica Luciano Córdova, economista da Fecomércio SC responsável pelo estudo.

     A pesquisa O consumo atual em Santa Catarina mostrou, com base em dados do IBGE, que o comércio varejista no Estado ainda conseguiu crescer 0,1% enquanto o Brasil já teve uma queda de 3%. A análise mede o comportamento até agosto deste ano, e compara a variação com o mesmo mês de 2014.

     Na comparação com outros Estados, Santa Catarina aparece em quinto lugar, perdendo para Roraima, Sergipe, Acre e Mato Grosso do Sul. Parece pouco, mas é necessário comparar que esses outros Estados não têm mercados consolidados como o catarinense. Ao avaliar ao lado de economias mais desenvolvidas, o varejo catarinense está melhor do que São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e Rio Grande do Sul, por exemplo.

    O que fica mais próximo de Santa Catarina é o Paraná, com uma queda de 0,9% no índice de volume e receita de vendas no comércio. Ainda assim um resultado negativo. O maior problema está, no entanto, na falta de perspectiva para a superação desse cenário e a volta aos.

    Para ler a reportagem completa e ter acesso ao infográfico da variação do volume de vendas em 2015 no BR e em SC clique aqui.


  • Produção de leite em Santa Catarina cresceu 191% de 2000 a 2013 segundo levantamento realizado pela EPAGRI

    Publicado em 08/10/2015 às 17:52

    Santa Catarina é hoje o Estado que mais cresce na produção de leite no país. Um levantamento feito pelo Centro de Socieconomia e Planejamento Agrícola de Santa Catarina (Cepa/Epagri) aponta que o avanço da atividade em território catarinense foi de 191% de 2000 a 2013.

    O engenheiro agrônomo e analista de mercado da Epagri Tabajara Marcondes foi responsável pelo estudo e afirma que, no mesmo período, a região Sul cresceu 140% e a produção nacional 73%. Ou seja, a produção catarinense avançou 2,6 vezes mais do que a brasileira. No mundo, o aumento foi de 28%.

    O ganho de produtividade permitiu que o Brasil — e também Santa Catarina — deixasse de ser um importador de lácteos para atingir a autossuficiência. Agora, os produtores passam a mirar o mercado externo como uma alternativa. Atualmente, menos de 2% da produção é exportada para países como Venezuela e Angola. Mas há potencial de crescimento.

    O plano do governo federal para impulsionar as exportações de leite, batizado de Programa Leite Sustentável, será debatido na Expoeste, feira que inicia hoje, no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Um dos destaques é a exposição de animais e concurso leiteiro. Segundo o organizador Auro Antônio Pinto, haverá 1,6 mil animais da feira.

    Nos últimos dois meses, a China e a Rússia, anunciaram a abertura de mercado para o leite em pó do Brasil. A China importa US$ 6,4 bilhões por ano. Já a Rússia importa US$ 3,4 bilhões de leite. O Ministério da Agricultura tem expectativa a médio prazo de vender US$ 45 milhões de lácteos por ano para o país.

    Clique aqui para ler a notícia na íntegra e acessar o infográfico do crescimento de produção do leite em Santa Catarina.


  • Desemprego vai a 8,6% no trimestre encerrado em julho

    Publicado em 29/09/2015 às 18:15

    A taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho de 2015 foi estimada em 8,6%, ficando acima da taxa medida no mesmo período do ano anterior (6,9%) e superando também a taxa do trimestre encerrado em abril de 2015 (8%). Esta é a maior taxa da série histórica do indicador, iniciada em 2012. Apenas neste ano, o número de pessoas desocupadas subiu 1,8 milhão.

    Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Contínua (Pnad Contínua) e foram divulgados nesta terça-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE). Eles indicam que no trimestre encerrado em julho havia cerca de 8,6 milhões de pessoas desocupadas. A estimativa é 7,4% superior à do trimestre encerrado em abril de 2015 (8 milhões de desempregados) e 26,6% superior à do mesmo período em 2014 (6,8 milhões).

    A pesquisa indica, ainda, que o número de pessoas ocupadas no trimestre encerrado em julho foi estimado em 92,2 milhões. O dado não variou estatisticamente na comparação comparada com o trimestre de fevereiro a abril de 2015 e nem na comparação com o mesmo período ddo ano passado.

    Segundo o levantamento, o rendimento médio real do trabalhador (R$ 1.881) ficou estável comparado ao trimestre de fevereiro a abril de 2015 (R$ 1.897). Já em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 1.844), houve alta de 2%.

    Os indicadores da Pnad Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em julho de 2015 foi calculada a partir das informações coletadas em maio/2015, junho/2015 e julho/2015.

    O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada caiu 0,9% no trimestre encerrado em julho (menos 337 mil pessoas), na comparação com o trimestre encerrado em abril. Na comparação com o mesmo período de 2014, a redução foi mais acentuada: 2,5%, que corresponde a 927 mil pessoas.

    O rendimento dos trabalhadores domésticos e o dos empregados do setor público caíram 1,6% e 1,8%, respectivamente, no trimestre encerrado em julho, frente ao trimestre anterior, encerrado em abril. Apenas os empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada apresentaram variação positiva em seus rendimentos no período da pesquisa, com alta de 2,9%.

    Fonte: economiasc.com.br


  • Preparar um herdeiro pode garantir o sucesso das propriedades

    Publicado em 16/09/2015 às 12:52

    Assista a reportagem completa que foi ao ar no Globo Rural clicando aqui.

    Você já sabe quem vai cuidar da sua propriedade no futuro? A sucessão é um assunto que tem frequentado muita roda de discussão nas famílias. Sem sucessor, o campo produz menos e não importa o tamanho das terras.

    Santa Catarina é um dos estados brasileiros onde a produção da pequena propriedade é bastante forte e passar as terras de pai para filho, de uma geração para outra, como se diz, sempre foi algo muito presente entre as famílias dali. Só que isso, ao longo do tempo, vem sofrendo modificações e a continuidade do que se tem hoje já não é tão automática assim.

    No comando do trator encontramos a Cristiani Schneider Christlid, herdeira de uma propriedade de 70 hectares no município de Guaraciaba. Filha única, ela aprendeu a pilotar um trator por necessidade. “Meu pai só tinha eu para contar para fazer o serviço. Foi meio que por obrigação mesmo”, diz. O marido de Cristiani, Moacir Christlid, que nunca tinha morado no campo, topou encarar a rotina das atividades rurais.

    A história do casal representa o mais novo comportamento no meio rural, de acordo com uma pesquisa da Epagri, a Empresa de Extensão Rural de Santa Catarina. Antes de se aposentar da instituição, o agrônomo Milton Luiz Silvestro mapeou quase 600 sítios do oeste do estado, para entender a sucessão no campo. Lá no passado, ela tinha um padrão definido, que normalmente era o filho mais novo que ficava com a propriedade. “O filho mais velho era o que casava primeiro e ia se estabelecendo na agricultura. O filho imediatamente seguinte casava também e normalmente acabava ficando o filho mais novo com a responsabilidade de cuidar dos pais. Inclusive, os pais diziam que o filho mais novo era a bengala de sustentação dos pais”, descreve Milton.

    Depois,  muitos jovens começaram a dar importância para o estudo e se sentiram atraídos pela cidade e a mulher passou a ser considerada uma opção para assumir a propriedade. Justamente o que aconteceu com a Cristiani.

    Nicolau Schneider, pai da Cristiani, aprova a família ajudando nos negócios. “Todos dão opinião e a gente falando, conversando junto, fica melhor”, acredita.

    A conversa parece mesmo o ingrediente indispensável na receita da sucessão familiar e, quanto mais cedo essa prosa começar, melhor. Pelo menos é o que acredita o professor Jair Dilli, coordenador da Casa Familiar Rural de Guaraciaba. A escola, que forma filhos de agricultores, introduziu a sucessão familiar entre os temas discutidos em sala de aula. “Esse assunto é tão importante quanto qualquer outro assunto técnico que nós abordamos durante a formação desses jovens. Que esse jovem esteja preparado e não ser um sucessor feito de última hora”, analisa.

    Valmor Schwav foi feito um sucessor de última hora. Assumiu a propriedade depois que o pai morreu vítima da gripe suína, aos 48 anos de idade. Na época, Valmor tentava fazer carreira no exército e teve que abandonar a farda para encarar o trabalho com as vacas leiteiras. Há três anos, ele ganhou uma companheira ponta firme no amor e no trabalho. Amábile Sevald também é filha de criadores de gado de leite e, em nome do casamento, abriu mão de tocar a propriedade dos pais.

    Essa  matemática de quem fica e quem sai da zona rural é uma dinâmica que, cada vez mais, tem deixado as famílias com o cobertor curto. É que está faltando sucessor no campo. Só no oeste de Santa Catarina, 75 mil jovens rurais foram para a cidade nos últimos 25 anos e isso já ameaça a continuidade de pelo menos 30 mil pequenas propriedades da região. A situação se espalha por todos os estados do sul do Brasil e tem preocupado a FAO, o braço da Onu para a agricultura e alimentação. “Sem esses agricultores familiares, dificilmente nós conseguiremos erradicar a fome. E isso é uma preocupação maior aqui na região sul do Brasil, na medida em que hoje nós temos aproximadamente 900 mil propriedades da agricultura familiar e o número de jovens de 15 a 24 anos não chega a esse número. Isso coloca em risco, lá pelos anos 2030, 2050, a produção de alimentos nessa região e, consequentemente, o consumo por parte da sua população urbana”, detalha o oficial da FAO para os Estados do Sul do Brasil, Carlos Biasi.


  • Produção industrial cai 1,5% em julho, é a maior baixa desde dezembro de 2014

    Publicado em 03/09/2015 às 16:20

    A produção industrial caiu 1,5% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, divulgou na manhã de quarta-feira (02/09) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A baixa é a maior desde dezembro de 2014, quando a queda foi de 1,8% em relação ao mês anterior, informou o instituto.

    Se comparada a julho de 2014, a produção caiu 8,9%, a baixa mais acentuada para o sétimo mês do ano desde 2009, nessa base de comparação. Em 2015, a produção da indústria acumula queda de 6,6% até julho. Já em 12 meses, o recuo é de 5,3%.

    A principal influência negativa no resultado foi causada pela produção de alimentos, que caiu 6,2% depois da expansão de 4,3% observada no mês anterior. Outras contribuições à queda geral estão relacionadas às atividades de bebidas (-6,2%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,7%) e de indústrias extrativas (-1,5%).

    Fonte: diariocatarinense.clicrbs.com.br


  • O Institulo Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou estimativas populacionais dos municípios e Estados brasileiros

    Publicado em 01/09/2015 às 15:08

    O IBGE divulgou nesta sexta-feira as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros. O cálculo também incluiu as 27 unidades da federação. A população de Santa Catarina, por exemplo, cresceu 1,3%, um aumento de 92042 pessoas em um ano. Em relação às 295 cidades catarinenses, as três que mais aumentaram seus moradores foram Araquari (4,6%), Itapema (3,8%) e São João Batista (3,8%), que juntas tiveram 4683 habitantes a mais de 2014 para 2015.

    Também ganha destaque na lista o município catarinense de Santiago do Sul, o 11º menor do Brasil, com 1365 habitantes. Mas o título de menor cidade do país ficou com Serra da Saudade, em Minas Gerais, com seus 818 moradores.

    O município catarinense mais populoso continua sendo Joinville, com 562 mil habitantes. Ele aparece na lista dos 20 municípios mais populosos do país que não são capitais. No Estado, é seguido por Florianópolis, Blumenau, São José e Criciúma, em uma lista que não sofreu alteração na ponta de cima.

    No país como um todo, estima-se que o Brasil tenha 204,5 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,87% de 2014 para 2015. O município de São Paulo continua sendo o mais populoso, com 12,0 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,5 milhões), Salvador (2,9 milhões) e Brasília (2,9 milhões). Dezessete municípios brasileiros possuem mais de um milhão de habitantes, somando 44,9 milhões de habitantes ou 22,0% da população total do Brasil. Nenhum deles, em Santa Catarina.

    Com mais de um milhão de habitantes, aqui no Estado, aparecem as regiões metropolitanas da Grande Florianópolis, com 1,1 milhão de moradores na Capital e seus municípios vizinhos, e a Norte/Nordeste de Santa Catarina (Joinville e municípios), com 1,344 milhão. A Grande São Paulo segue sendo a maior região metropolitana do país, com 21 milhões de habitantes.

    Concentração urbana

    A distribuição da população brasileira em seus 5.570 municípios mostra uma alta concentração em grandes centros urbanos. Os 41 municípios com mais de 500 mil habitantes concentram 29,9% da população do Brasil (61,2 milhões de habitantes) e mais da metade da população brasileira (56,0% ou 114,6 milhões de habitantes) vive em apenas 5,5% dos municípios (304 municípios), que são aqueles com mais de 100 mil habitantes. Por outro lado, apenas 6,3% da população (1,4 milhão) residem em 2.451 municípios brasileiros (44,0% dos municípios) com até 10.000 habitantes.

    Estados

    Santa Catarina está com 6.819.190 habitantes na estimativa populacional de 2015. No ranking dos estados, os três mais populosos localizam-se na região Sudeste, enquanto os três menos populosos localizam-se na região Norte.

    O estado de São Paulo, com 44,4 milhões de habitantes, concentra 21,7% da população total do país. O estado de Roraima é o menos populoso, com 505,7 mil habitantes (0,2% da população total), seguido do Amapá, com 766,7 mil habitantes (0,4% da população total) e do Acre, com 803,5 mil habitantes (0,4% da população total).

    As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Esta divulgação anual obedece ao artigo 102 da lei nº 8.443/1992 e à Lei complementar nº 143/2013.

    Acesse este link para ver no mapa o quanto variou a população de sua cidade.

    Fonte: ww.diariocatarinense.clicrbs.com.br


  • 7º edição da revista NECAT

    Publicado em 28/08/2015 às 14:33

    Já está disponível para download a sétima edição da revista eletrônica do NECAT. Clique aqui.


  • Instituições financeiras acreditam em queda da economia também em 2016

    Publicado em 18/08/2015 às 11:15

    Economistas do mercado financeiro acreditam em queda da economia não somente neste ano, mas também em 2016. A informação consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores da economia.

    Na semana passada, a expectativa era estabilidade (0%) para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 2016. Agora, a projeção é de queda de 0,15% no PIB no próximo ano.

    Para 2015, a projeção piorou: no quinto ajuste seguido, a estimativa de queda passou de 1,97% para 2,01%.

    Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve apresentar retração de 5% neste ano, contra os 5,21% previstos na semana passada. Em 2016, a expectativa é de recuperação do setor, com crescimento de 1%, ante a previsão anterior de 1,15%.

    O encolhimento da economia vem acompanhado de inflação acima da meta (4,5%, com limite superior de 6,5%). No entanto, pela primeira vez depois de 17 semanas seguidas, a projeção parou de subir. A estimativa das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), neste ano, foi mantida em 9,32%. Para 2016, a projeção passou de 5,43% para 5,44%.

    Para tentar trazer a inflação para a meta, o Banco Central elevou a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes seguidas. Mas a promessa do BC é entregar a inflação na meta somente em 2016.

    www.noticiasfinanceiras.com.br

    O Banco Central indicou que não deve elevar a Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em setembro. Segundo a instituição, os efeitos de elevação da Selic levam tempo para aparecer.

    Para as entidades financeiras, a Selic deve permanecer em 14,25% ao ano até o fim de 2015 e ser reduzida em 2016. A projeção mediana (desconsidera os extremos da estimativa) para o fim do próximo ano passou de 12% para 11,88% ao ano.

    A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

    A pesquisa do Banco Central também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 7,66% para 7,67% neste ano. Em relação ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa subiu de 7,69% para 7,74% em 2015. A estimativa do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) passou de 9,17% para 9,23% neste ano.

    A projeção para a cotação do dólar, ao final de 2015, subiu pela quarta vez seguida, ao passar de R$ 3,40 para R$ 3,48. Para o fim de 2016, a terceira alta seguida, a projeção passou de R$ 3,50 para R$ 3,60.

    Fonte: Diário Catarinense


  • IBGE prevê safra nacional deste ano 6,7% maior

    Publicado em 14/07/2015 às 16:41

    As previsões de junho do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) indicam que a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deste ano deverá totalizar 205,8 milhões de toneladas, com crescimento de 6,7% em relação às 192,9 milhões de toneladas da safra do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, dia 9 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e significam um aumento de 1,4 milhão de toneladas (0,7%) sobre as estimativas do levantamento de maio.

    Pelas previsões do IBGE, a área a ser colhida atingirá 57,5 milhões de hectares, com crescimento de 1,9% na comparação com a de 2014 (56,4 milhões de hectares), mas com queda de  45.827 hectares em relação à do mês anterior (-0,1%). Arroz, milho e soja são os três principais produtos do grupo, que, somados, representaram 91,9% da estimativa da produção e responderam por 86,1% da área a ser colhida. Comparado ao ano anterior, houve acréscimo de 5,5% na área da soja a ser plantada, com aumento da produção de 11,6%. O acréscimo na área do milho chegou a 0,8%, com aumento da produção de 2%. A área da safra plantada com  milho caiu 3,5%, mas a produção aumentou 1,9%.

    A Região Centro-Oeste responderá por 41,6% do total da produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas de 2015, com 85,7 milhões de toneladas. Na sequência, vêm as regiões Sul (37,6%  e 77,4 milhões de toneladas), Sudeste (9,1% e 18,7 milhões de toneladas) e, Nordeste (8,8% e 18,1 milhões de toneladas). A produção da região Norte será de 6 milhões de toneladas.

    De acordo com o IBGE, com a colheita já encerrada, a produção da soja será recorde este ano, totalizando 96,4 milhões de toneladas, com crescimento de 0,2% em relação ao total previsto para o mês anterior. Com produção estimada de 27,6 milhões de toneladas, 0,1% maior que no mês anterior, Mato Grosso consolidou-se como o maior produtor nacional da cultura.

    As estimativas da safra agrícola para junho indicam que, na comparação com a de 2014, 13 dos principais 26 produtos apresentaram variação positiva, com destaque para amendoim em casca 2ª safra (5,4%), arroz em casca (1,9%), aveia em grão (47,9%),  cevada em grão (24,1%), soja em grão (11,6%) e trigo em grão (18,3%).

    Fonte: www.economiasc.com.br


  • Agroindústria é o setor que mais vai investir em SC até 2017

    Publicado em 26/06/2015 às 10:42

    Segundo um estudo da FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, está previsto a injeção de 1,7 bilhão no setor da agroindústria em um período de três anos (2015 à 2017), um terço do total previsto nos investimentos do setor industrial catarinense. Apesar da economia nacional estar patinando e o consumo interno ter caído, as indústrias estão pensando a longo prazo e apostando na exportação. Para mais informações clique aqui.


  • Segundo IBGE, mulheres receberam 79,5% do salário dos homens em 2013

    Publicado em 18/06/2015 às 18:23

    As mulheres receberam, em média, o equivalente a 79,5% dos salários dos homens em 2013, na comparação com 2012, segundo o Cadastro Central de Empresas (Cempre). O estudo foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira (16).

    Os homens receberam R$ 2.334,46, enquanto as mulheres R$ 1.855,37, o que representa uma diferença de 25,8%, apontou a análise das empresas e outras organizações do Cempre.

    Os salários médios mensais apresentaram aumento real de 3,7%, sendo que as mulheres tiveram aumento real de 3,5%, enquanto os homens, 3,9%.

    Pessoal ocupado assalariado
    Em 2013, analisando o pessoal ocupado assalariado, o estudo mostrou que 57% eram homens e 43% eram mulheres. Houve aumento de 3,6% em funcionários que recebem salário, em relação ao ano anterior. O aumento do número de mulheres foi maior do que o dos homens: 4,2% contra 3,1%.

    “Constatou-se, então, que a proporção de homens decresceu 0,3 ponto percentual, enquanto houve aumento na participação das mulheres no pessoal ocupado assalariado [de 2012 para 2013]”, analisou o IBGE.

    Enquanto os homens contribuíram com 49,4% do total de assalariados, ou 814,5 mil pessoas, as mulheres concorreram com 50,6%, 833,2 mil pessoas.

    A participação feminina era maior, em 2013, na administração pública e nas entidades sem fins lucrativos. No entanto, nas entidades empresariais, a maior participação observada era formada por homens.

    Escolaridade
    Já em relação à escolaridade verificou-se que 81,5% não possuía nível superior, contra 18,5% que possuía essa formação. A análise apontou que o pessoal ocupado assalariado com nível superior recebeu, em média, R$ 4.726,21. Já os funcionários sem nível superior, R$ 1.525,36. Os valores representam, de acordo com o IBGE, uma diferença de 209,8%.

    O estudo mostrou ainda que os salários médios do pessoal ocupado sem nível superior tiveram aumento de 3,3% no ano. Já os salários do pessoal com nível superior cresceram 1,6%.

    Vagas geradas
    A divulgação mostrou ainda que, do total 9,5 milhões de novos vínculos empregatícios gerados entre 2008 e 2013, 46,8% ocorreram em três setores: comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, 22,3%; em atividades administrativas e serviços complementares, 12,5%; e 12% em construção.

    Ao analisar o crescimento do salário médio mensal, o IBGE informou que, das 20 seções avaliadas, 11 apresentaram aumentos reais acima da média do período, com destaque para indústrias extrativas, com 56,1%; saúde humana e serviços sociais, 31,8%; e construção, 26,4%.

    Mercado de trabalho
    As empresas e outras organizações com mais de 250 pessoas foram as que se destacaram nas variáveis analisadas na pesquisa. Elas detinham 47% do total do pessoal ocupado em 2013, 54,1% do pessoal ocupado assalariado e 69% de salários e outras remunerações.

    “A análise das empresas e outras organizações do Cempre, segundo natureza jurídica, evidencia a importância das entidades empresariais em todas as variáveis analisadas”, ressaltou o IBGE.

    Elas representavam, no ano de 2013, 89,9% desse conjunto, 76,1% do pessoal ocupado total, 73,2% do pessoal ocupado assalariado e 64,3% dos salários e remunerações.

    Os salários mensais mais elevados foram pagos pelas empresas e outras organizações com 250 funcionários ou mais, de R$ 2.750,11. Os menores valores foram identificados nas empresas com até 9 empregados, de R$ 1.120,25. “Em termos salariais, os valores apresentaram relação direta com o porte”.

    Administração pública
    De 2008 a 2013, o pessoal ocupado assalariado recuou de 22,6% para 20,2% na administração pública. A participação da administração pública no número de empresas se manteve em 0,4% no período.

    No entanto, em cinco anos, a participação das entidades empresariais aumentou 0,8 ponto percentual no total de empresas e organizações ativas, atingindo 89,9% em 2013. Apesar de predominarem, são elas quem pagam os menores salários médios mensais, R$ 1.889,29.

    Os órgãos públicos detêm os melhores pagamentos, com R$ 2.987,09, em média, seguidos das entidades sem fins lucrativos, R$ 2.016,42.

    Por regiões
    A região Sudeste destacou-se, concentrando 3 milhões (51,3%) das unidades locais do país, com 28,1 milhões de pessoas ocupadas, 50,8%, 24,2 milhões das pessoas assalariadas, 50,5%, e R$ 727,5 bilhões, 54,9% dos salários e outras remunerações. A região Norte foi a que apresentou as menores participações.

    Em 2013, o salário médio mensal foi de 3,1 salários mínimos. As Unidades da Federação com os maiores salário médios foram o Distrito Federal, com 5,5 salários mínimos, Rio de Janeiro, 3,7 salários, São Paulo e Amapá, 3,6 salários.

    5,4 milhões de empresas
    O Cadastro Central de Empresas continha 5,4 milhões de empresas e outras organizações formais ativas em 2013, segundo o IBGE. Estas ocupavam, em 31 de dezembro, 55,2 milhões de pessoas, sendo 47,9 milhões assalariado e 7,3 milhões na condição de sócio ou proprietário. Os salários e outras remunerações pagos somavam R$ 1,3 trilhão.

    Fonte: g1.globo.com