Milton Pomar *
Está no site da Universidade de Medicina Johns Hopkins a “prova dos nove” da responsabilidade direta e indireta do Presidente da República do Brasil e de seus ministros e ex-ministros da Saúde (https://coronavirus.jhu.edu/data/mortality): o País apresenta a maior taxa do mundo (312,3) de mortes por Covid-19 por 100 mil habitantes.
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Andrey de Paula e Silva[*]
Victor Hugo Azevedo Nass[**]
Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no blog do Necat, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em fevereiro de 2022, a partir dos resultados do Novo CAGED[1]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa de remuneração e mesorregião geográfica.
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Guilherme Ronchi Razzini[*]
A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE divulgada neste mês, com dados referentes ao mês de fevereiro, apresentou um cenário de expansão no cenário nacional e estadual. Os dados nacionais do volume de vendas do comércio varejista ampliado registraram, na série mês a mês com ajuste sazonal, expansão de 2%, o melhor desempenho desde julho de 2021. No estado catarinense, o resultado foi levemente menor, registrando expansão de 1,7% na mesma comparação.
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Andrey Ide[*]
Após revisão, o setor de serviços brasileiro acumula queda de – 2% em 2022. Todavia, o setor permanece 5,4% acima do patamar pré-pandêmico.
A retração de janeiro descrita como “pequena” foi revista pelo IBGE. O recuo de -0,1% no volume de serviços foi atualizado para -1,8%. Estas últimas duas taxas negativas, -1,8% em janeiro e -0,2% em fevereiro, contribuem com a sequência de cinco retrações auferidas desde agosto de 2021, demonstrando a perda de fôlego do setor que segue uma trajetória deficitária.
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Matheus Rosa[*]
A produção física industrial catarinense registrou expansão nos primeiros dados divulgados em referência ao desempenho de 2022. É o que mostra a Pesquisa Industrial Mensal do IBGE divulgada em março. Oposto ao resultado catarinense – de 1,6% na série mensal com ajuste sazonal – o resultado nacional foi negativo, com queda de -2,2%. Já na comparação com janeiro de 2021 foram consolidadas retrações em ambos os casos – em Santa Catarina -9,4% e no Brasil -7,2% – ilustrando uma diferença relevante entre o cenário do início de 2021 e o contexto atual.
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Andrey Ide[*]
No Brasil, apesar do setor crescer 9,5% em relação a janeiro de 2021, três dos cinco subsetores recuaram de dezembro para janeiro.
Logo após terminar 2021 com a maior taxa histórica de fechamento anual (10,9% em dezembro), o setor de serviços recuou -0,1% entre dezembro e janeiro de 2022. É o que revelam os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) disponibilizada pelo IBGE. Apesar do pequeno recuo, o setor de serviços ainda se encontra 7,1 pontos percentuais (p.p.) acima do patamar pré-pandêmico. Segundo o Gráfico 1, este ainda é um dos resultados mais expressivos desde 2018.
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Andrey de Paula e Silva[*]
Victor Hugo Azevedo Nass[**]
Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no blog do Necat, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em janeiro de 2022, a partir dos resultados do Novo CAGED[1]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa de remuneração e mesorregião geográfica.
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Guilherme Ronchi Razzini[*]
A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE divulgada neste mês, com dados referentes ao mês de janeiro e dando início aos dados referentes a 2022, apresentou um cenário de queda no cenário nacional e leve expansão no cenário estadual. Os dados nacionais do volume de vendas do comércio varejista ampliado registraram na série mês a mês com ajuste sazonal retração de -0,30%. No estado catarinense, o resultado foi diferente do cenário nacional, e registrou expansão de 1,7% na mesma comparação.
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Juliano Giassi Goularti[*]
Introdução
O objetivo deste texto é problematizar a burla à sistemática constitucional de repasse dos 25% pertencentes aos municípios pelo governo de Santa Catarina através da política de renúncia de receita do ICMS. Muito embora a repartição de receitas tributárias prevista no art. 159 da Constituição Federal de 1988 (CRFB-88) não retira dos respectivos entes, no caso do estado, a prerrogativa de instituir e, por conseguinte, renunciar aos tributos de competência própria, pode-se dizer que essas renúncias, estimadas em R$ 14,01 bilhões,[1] para 2022, constituem uma das fissuras do pacto federativo garantidos pela CRFB-88.
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Victor Hugo Azevedo Nass[*]
Dando sequência aos acompanhamentos mensais publicados no blog do Necat, o objetivo deste texto é analisar o comportamento do mercado formal de trabalho do Brasil e de Santa Catarina em dezembro de 2021, a partir dos resultados do Novo CAGED[1]. Para isso, serão analisados os saldos mensais e as variações relativas do emprego formal por grupamento de atividade econômica, gênero, escolaridade, faixa de remuneração e mesorregião geográfica.
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emprego formalmercado de trabalho
Por: Andrey Ide[1]
Fazem dez anos que o IBGE iniciou a série e, neste período, o Brasil registrou crescimento de todas as atividades de serviços apenas em 2012 e 2021.
Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que após um 2020 deficitário (-7,8%), o setor de serviços se recuperou com a maior taxa de fechamento anual desde que a série é pesquisada: dezembro encerra 2021 com 10,9% de crescimento em relação a dezembro de 2020. O Gráfico 1 demonstra que a base de comparação para este mês não estava enfraquecida: em dezembro de 2020 o índice do volume de serviços no Brasil marcava 98,41 pontos percentuais (p.p.), muito próximo do valor pré-pandêmico de 102,05 p.p. de fevereiro do mesmo ano. Ou seja, em dezembro de 2020 o setor de serviços já estava próximo da recuperação e agora, doze meses depois, crava o pico histórico (108,76) da série elaborada pelo NECAT iniciada em 2018. O setor se encontra 6,7% acima do nível de fevereiro de 2020 (102,05), mas ainda -5,6 p.p. abaixo do nível de novembro de 2014, recorde histórico registrado pela série do IBGE.
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Por: Lauro Mattei[1]
Desde o início da pandemia da COVID-19 o país tem convivido com muitas contradições, especialmente em relação às medidas necessárias para combater a doença. Foi assim quando ainda não existia qualquer antídoto para frear a contaminação das pessoas e continuou sendo da mesma maneira após a descoberta e fabricação das vacinas necessárias para controlar a pandemia. Passado mais de um ano do início da imunização da população, ainda persistem dúvidas e inverdades sobre os efeitos dos imunizantes que estão sendo utilizados no país. Sem dúvida, tais fatos têm atuado negativamente no combate à doença, situação que pode ser observada em alguns indicadores específicos do processo imunizatório no estado de Santa Catarina que reportaremos na sequência.
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Por: Lauro Mattei[1]
Esse texto faz uma breve análise da evolução agregada dos casos e óbitos por Covid-19 em Santa Catarina desde o início da pandemia. A tabela 1 apresenta a evolução dos casos oficiais a cada mês entre março de 2020 e fevereiro de 2022. O primeiro surto contaminatório ocorreu entre os meses de junho e agosto/20. Em termos da velocidade de circulação da doença no estado, nota-se que se passaram 113 dias para se atingir a marca de 30 mil casos (início do mês de julho), patamar que foi reduzido para 20 dias em meados de julho e para 11 dias no auge do primeiro surto epidêmico ocorrido entre o final de julho e primeira quinzena de agosto. Além disso, a média móvel semanal de casos atingiu seu pico máximo ao final de julho quando se situou no patamar de 2.500 casos/dia. Com isso, Santa Catarina já assumia naquela época a 9ª posição no ranking nacional das unidades da federação com maior número oficial de casos da doença. Após uma ligeira arrefecida nos meses de setembro e outubro de 2020, comprovada pela queda da taxa de crescimento dos novos casos nesses dois meses, os registros voltaram a crescer fortemente nos meses de novembro e dezembro de 2020, sendo que nesse último mês foi anotado o maior patamar de casos oficiais ao longo de todo ano de 2020. Quando somados os casos desses dois últimos meses, nota-se que eles representavam 48% de todos os registrados efetuados no ano de 2020, ou seja, das 492.583 pessoas contaminadas.
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Por: Lauro Mattei[1]
Desde o mês de março de 2020, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a COVID-19 como pandemia e elencou algumas medidas preventivas para controlá-la, o tema do uso de máscaras se tornou um ponto controverso nos debates sobre a pandemia no Brasil. Em grande medida, essa polêmica foi causada por diversas autoridades governamentais e também por alguns segmentos sociais contrários ao uso desse instrumento, sobretudo no momento em que sequer existiam vacinas.
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Por: Matheus Rosa[1]
A Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF/IBGE) divulgada em fevereiro, com dados referentes aos resultados de dezembro, reafirmou a tendência retrativa e a instabilidade que caracterizaram a produção industrial ao longo de todo o ano. Em âmbito estadual, o resultado catarinense apresentou retração de -2,7% na série mensal, revertendo parte da expansão verificada em novembro e consolidando o oitavo resultado negativo da série no ano. Já nos dados nacionais foi registrada expansão de 2,9%, resultado que indica uma breve reação, mas que no contexto das retrações dos meses anteriores representa apenas o suspiro de um ano agonizante para a indústria nacional.
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